En busca de amor

A teodiceia e o problema do mal e o sofrimento

2020.11.23 17:02 BlindEyeBill724 A teodiceia e o problema do mal e o sofrimento

A teodiceia e o problema do mal e o sofrimento

Necro recentemente postou uma tradução dessa entrevista com Stephen Fry, o tópico subjacente é aquele que chamamos de teodiceia, a defesa da bondade e perfeição divina quanto ao fato do mal e do sofrimento no mundo, primeiramente preciso agradecer ao Necro pela tradução. Espero que consiga trazer alguma luz sobre a perspectiva cristã a respeito, isso é, segundo meu parco entendimento.
Foi postado originalmente em ->
https://www.reddit.com/ateismo_bcomments/jz7a6stephen_fry_sobre_deus_transcrição_e_tradução_nos/?utm_source=share&utm_medium=web2x&context=3
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Tradução (de Necro):
Entrevistador: Suponha que seja tudo verdade, e você caminha até os Portões Perolados e é confrontado por Deus. O que Stephen Fry diria a ele, a ela ou aquilo?
Stephen Fry: Eu basicamente - isso é teodicee - eu acho que diria; "Câncer ósseo em crianças? Do que se trata? Como você ousa? Como você ousa criar um mundo em que haja tanta miséria que não é nossa culpa? Não é certo, é totalmente, totalmente mal. Por que eu deveria respeitar um caprichoso, mesquinho Deus estúpido e mesquinho que criou um mundo tão cheio de injustiça e dor? É o que eu diria.
Entrevistador: E você acha que você iria entrar?
Stephen Fry: Não, mas eu não gostaria. Eu não gostaria de entrar em seus termos. Eles estão errados. Agora se eu morresse e fosse Plutão, Hades e fossem os 12 deuses gregos, então eu teria mais trabalho porque os gregos eram ..., eles não fingiam não ser humanos em seus apetites, em seus caprichos e em sua irracionalidade. Eles não se apresentavam como sendo oniscientes, sábios, gentis, benéficos. Porque o deus que criou este universo - se foi criado por um deus - é claramente um maníaco, um maníaco absoluto, totalmente egoísta, total. Temos que passar nossa vida de joelhos agradecendo a ele? Que tipo de deus faria isso? Sim, o mundo é muito esplêndido, mas também contém insetos cujo ciclo de vida é para penetrar nos olhos das crianças e torná-las cegas. Eles comem para fora dos olhos. Por quê? Por que você fez isso conosco? Você poderia facilmente ter feito uma criação na qual isso não existisse. Simplesmente não é aceitável.
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Ainda que não consiga fazer por hora uma exposição sistemática da Teodiceia, que é um tema, aliás, muito difícil, não só intelectualmente, mas existencialmente, pois o sofrimento humano merece muito respeito, pondero, porém, o seguinte:
1-Quantos às representações:
1.1- As descrições são simbólicas, servem de facilitador à inteligência, o literalismo não é uma posição aceita e defensável em todos os casos. A vida no post-mortem (os ateus deverão perdoar-me a expressão) é um problema seríssimo, não tanto quanto a sua possibilidade, mas à sua natureza. As expressões simbólicas, portões, cidades, ilhas, são imagens que tentam apreender algo dessa existência, o raciocínio é mais ou menos o seguinte: -As explicações surgem da apreensão de uma unidade subjacente à multiplicidade, isso também servia no plano das qualidades, dos conteúdos da consciência (que são negados por princípio pela cosmovisão moderna-científica como meramente subjetivos, só o quantitativo seria real propriamente, os antigos consideravam o belo e o bom como conteúdos objetivos), ora, logo chegaram à uma intuição de um Princípio, uma unidade última. Isso conjuntamente acontecia com uma apreensão simbólica do real (a inteligência não consegue prosseguir claramente sem o auxílio de imagens), da mesma forma que a luz do Sol ilumina todas as coisas esse Princípio dá inteligibilidade (analogicamente visibilidade) à todo o real (todo o mundo, como Sol faz), o oceano, por exemplo, possui a insinuação do infinito, etc. Ora, são formas de se aproximar imageticamente de uma apreensão confusa que só adquire um desenvolvimento mais claro na filosofia (pensemos primeiramente aqui na filosofia grega), três processos devem ser aplicados para se ganhar inteligibilidade aqui, uma "desantropomorfização" (ou seja, mostrar que o Princípio se diferencia do humano, essa confusão é fácil de se fazer porque o ser humano é bastante peculiar no kosmos), e uma "desimagetização", distanciar o Princípio das formas simbólicas usadas para apreende-lo confusamente, é o método apofático que em Aristóteles se encontra na teoria da abstração e em Platão no método aferético, essa conquista na inteligibilidade do Princípio é incorporado no Cristianismo, por absorção histórica, e pela própria Bíblia, igualmente houve um esclarecimento quanto às consequências lógicas do Princípio, não tenho palavras, criarei uma, "principiação", ficou claro que o Princípio tinha de ser único, é o Uno de Plotino, o Bem de Platão e o Motor Imóvel de Aristóteles (a réplica, o que causou a causa primeira? seria recebida com uma risada por todos esses filósofos), essa tensão politeísmo x monoteísmo estava implícita mesmo dentro de politeísmo, como se vê na própria mitologia grega, com alguns mitos, para não entrar em mitos específicos fiquemos com o fato da Hierarquia do Olimpo e o próprio fato simbólico de existir uma Teogonia, uma história dos surgimento dos deuses, fato que aponta à um Princípio. Ora, a forma literal não pode ser usada, assim, como argumento contra a inteligibilidade do afirmado, pois o que se busca apreender não é uma semelhança literal que as palavras não sejam semelhantes não se significa muito, é claro que haverá variáveis culturais, a questão é que o discurso nunca esgotaria, por definição, o assunto qual se trata, todos estão quase na mesma pindaíba quando o assunto é se tratar do Princípio (claro que isso tudo é absurdo se se parte de prima da cosmovisão moderna, mas isso é tópico de metafísica, por hora, só estou dando uma introdução). A dificuldade de inteligir o Princípio é tema famoso da filosofia, não só antiga, mas moderna (vide algumas reflexões de Wittgenstein), vejam porque, se um mesmo princípio explica os aspectos quantitativos e qualitativos do real, é claro que não pode ser nem completamente quantitativo nem completamente qualitativo. Todo meu intuito aqui é mostrar por onde se vê o quão baixo é o buraco, pois a questão é esta, o "buraco é mais embaixo", os antigos também distinguiam entre intellectus e ratio, a inteligência enquanto articulação discursiva e inteligência enquanto apreensão intuitiva, o moderno acaba pensando muito na ratio, a intuição não é a mesma coisa que a ratio, meio que é a diferença entre “demonstração” e “mostração”. Coisas simples se encontram aqui, por exemplo, árvores sagradas, vacas, a questão é que um simbolismo é aceito como sagrado em determinada comunidade por uma semelhança analógica com o Princípio, dá para se dizer que tudo tem um certo aspecto analógico, é algo que se deriva de uma postura social quanto ao sagrado e sua expressão simbólica, nada aqui de absurdo a não ser, é claro, que se analise a coisa por uma perspectiva completamente diversa da clássica (todas as coisas terem alguma forma de analogia é o que São Tomás de Aquino chamava de Analogia Entis)
1.2- Faço essa crítica das representações porque me parece um pouco de retórica tirar sarro das expressões religiosas, o que não me parece muito produtivo (é claro, os religiosos cometem os mesmos equívocos muitas vezes, não to aqui para dizer quem é concretamente o melhor), por exemplo, falar “e fosse Plutão, Hades e fossem os 12 deuses gregos”, acaba caindo numa confusão que eu penso ter esclarecido um pouco no parágrafo anterior, mas pelo menos é algo mais próximo da verdade, e isso um cristão pode facilmente admitir. Outro equívoco um pouco maior de representação é confundir a ideia de “Deus”, “deuses” com seres imaginários como unicórnios e dragões, ainda que exista algo de analogia sempre possível, pensar em “Deus”, “deuses” como categorias puramente imaginárias é um tanto confuso, a imaginação pura não tem nada a ver com toda essa discussão acerca do Princípio, do simbolismo, etc, nossa consciência tem uma certa “intencionalidade”, o que uma pessoa intenciona ao falar dos deuses não tem nada a ver com a intenção subjacente à uma pessoa que cria imagens arbitrárias em sua mente, claro, nenhum dos dois tem meios de prova empírica de acordo com o método científico, e por tomarem ambos nesse aspecto que partem do pressuposto que são iguais, mas isso é um pressuposto que na cosmovisão clássica soaria muito frágil.
1.3- Outro tópico paralelo é o da complexidade da Bíblia (me parece que isso pode ser levantado) , porque o discurso não é mais claro? Ora, não seria pretensioso crer que a Bíblia tenha que ser um livro escrito segundo uma cosmovisão que só viria a existir mais de mil e quinhentos anos depois? Ela não parece contraditória simplesmente pela perspectiva qual adotamos? A filosofia clássica , por exemplo, tem em seus textos um princípio não de informação, mas de formação da alma (isso foi percebido justamente a partir da percepção das contradições do pensamento clássico), a ideia não era transmitir uma doutrina, mas realizar a elevação do aluno ao bem, a Bíblia não pode um princípio semelhante? Ela tem de ter uma linguagem simples e simbólica, ademais, sua contradições podem ser remetidas à complexidade mesma do Princípio, é claro, muita das alegadas contradições podem ser resolvidas com o uso da razão, pela meditação no Princípio e pela análise do mundo natural (o que não significa necessariamente a análise científica, falo da análise a partir da razão natural, que é basicamente toda inteligência do homem sem necessidade de uma Revelação), o mundo natural é uma espécie de outro livro, pois também escrito analogicamente por Deus. Na própria filosofia grega se vê que muitas vezes é mais o Princípio que se revela do que nós que o alcançamos (penso em Plotino principalmente, mas se vê antes), a ideia não era absurda na cosmovisão clássica justamente pela consciência que tinham disso. É claro, não estou nem arranhando a questão, eu só to dando os primeiros lampejos necessários à inteligibilidade do problema. Ver por exemplo a ideia de “portões perolados” com a ideia bíblica de que ninguém viu o que espera a alma no paraíso, são contraditórios, mas se apreende algo quando se considera a tensão entre simbolismo (portões perolados, algo belo que simboliza a passagem) e ninguém jamais viu (precisão inteligível, pois quebra o vício representacional comum).
2.Quanto à questão mesma, o mal e o sofrimento;
Nunca me estenderia o suficiente nesse tópico, o que eu posso oferecer são lampejos da visão comum somados às minhas próprias perspectivas, fundadas no que eu sei de Teodiceia. Me concentrarei num breve trecho, e devo dizer que esse tópico é bem mais complexo do que o anterior:
“Porque o deus que criou este universo - se foi criado por um deus - é claramente um maníaco, um maníaco absoluto, totalmente egoísta, total. Temos que passar nossa vida de joelhos agradecendo a ele?”
Fry esta, sem dúvida, no caminho certo, esta realizando, quer queira quer não, um esclarecimento, pois reconhece uma contradição na natureza de Deus, está fazendo uma crítica, ainda que errada, a partir de um conceito correto de Deus, Deus se existir tem que ser perfeito, pois é Princípio, mas o mundo não é perfeito, é mal, o criador (na filosofia clássica diriam o demiurgo) deve ser mal, logo, Deus não existe, pois não pode ser perfeito, nem ao menos bom. É verdade que se Deus é um maníaco ele não é Deus, a não ser que estivéssemos num mundo fictício onde tudo esteja invertido, como nas histórias de terror de Lovecraft, os nos desvarios gnósticos. E se o mundo for realmente mal temos um problema. Existem algumas coisas que devem ser ditas:
-O mundo ser perfeito não implica que picanhas assadas deem em árvore, que tenhamos uma vida eterna sem nenhum risco, estaríamos agindo assim como crianças mimadas, e isso seria uma corrupção à nossa própria existência, a situação do mundo atual jamais fez com que os filósofos clássicos deixassem de cantar elogios ao Logos de todo o universo, por que?
-Para que o ser e não o nada, por que o Princípio engendraria o kosmos? É um ato de expansão (digo, é claro, num sentido muito limitado, o discurso Teológico não é a mesma coisa que a Lógica de Theos, que escapa por definição de toda criatura), transbordamento, não é um ato de fechamento egóico (é um ato de amor, eis a analogia suprema de Cristo), se fosse egoísta não teria criado nada, querer um mundo perfeito para nossos desejos é simplesmente realizar um fechamento, na perspectiva cristã e do pensamento clássico o que temos que fazer é abandonar a ilusão de querer que o universo se dobre à nossa vontade (isso não é uma crítica à ciência, não enquanto ela seja um desejo de compreensão autêntico, na modernidade há, de fato, um interesse na dominação, conhecimento é poder, como disse, se não me falha a memória, Francis Bacon). Mas para que abandonar o prazer? Por uma alegria maior que se encontra próxima do Princípio, origem de toda alegria e bem e prazer, para alcançá-la temos que realizar uma espécie de Imitatio Dei, imitação de Deus, do Princípio, em seu transbordamento amoroso. Que prazer e que alegria são esses, são ilusões post-mortem? Promessas vazias? Esse aqui é outro ponto da experiência religiosa, um tópico que eu preferia abordar numa exposição mais avançada, de um lado a experiência é simbólica-lógica (por simbolismo e aproximação noética do Princípio) por outra ela é de certa forma unitiva e extática, essa experiência é como se fosse uma “amostra”, mas ela não se insere nas experiências tidas como válidas nos experimentos científicos. Por exemplo, da mesma forma que o avanço e a comprovação de alguns aspectos da física quântica exigem laboratórios milionários, que realizam experiências de ponta e conhecimentos matemáticos avançados por parte dos físicos para serem interpretadas, existem experiências espirituais extraordinárias, que se dão em situações extraordinárias (p.ex, em mosteiros, com santos, etc), da mesma forma é construída uma relação de confiança com os dados obtidos pelos laboratórios e pelos membros dessa tradição (o físico quântico se aproxima da verdade da matéria, o místico do Princípio, de forma que a comum das pessoas não conseguem alcançar), relação de confiança entre esses membros e demais pessoas que assentem à essas tradições, nestes termos sociológicos-analógicos, são o mesmo, mas nem toda experiência desse tipo se dá numa “elite espiritual”, existem experiências extáticas em situações extremamente prosaicas, elas estão muito próximos das experiências estéticas (da arte), mas esse tópico é muito complexo.
-Então, da mesma forma que crianças mimadas acabam se tornando pessoas infelizes e superficiais, um mundo sem sofrimento nos levaria à superficialidade e ao desespero (aqui podemos pensar na narrativa simbólica do Éden, podem querer conversar sobre a árvore do conhecimento, mas por hora escapa ao tópico). O sofrimento não é, igualmente, a mesma coisa que desespero, que não raro está vinculado ao fechamento da consciência à um sentido que ultrapassa toda nossa miséria, Viktor Frankl, criador da logoterapia, teve grande parte de seu insight quando se tornou prisioneiro num campo de concentração alemão, ele se perguntou o por que algumas pessoas ficavam depressivas enquanto outras permaneciam sãs e, em certa medida, eram felizes? Elas encontraram um sentido (a logoterapia enfoca a questão do sentido e sua relação com a psiquê). O sofrimento serve para ser aliviado, pela Imitatio Dei e o sofrimento em nós mesmos tem um sentido também espiritual. Isso tem tantas analogias e semelhanças com a cosmovisão clássica que eu me estenderia demais se as deslindasse.
-Agora, o sentido espiritual do sofrimento não significa que devemos chicotear nossas costas e que eu to dizendo que compreendo o porque crianças nascem mortas e tanta desgraça há no mundo! Longe disso. Agora, se sabemos que a morte e essas coisas são um mal deve-se ao fato de que reconhecemos pela própria inteligência que a existência é um bem, é daí que se dá o próprio absurdo de sua perda, sem isso a apreensão do que dizemos se torna ela mesma absurda. Obviamente não sou um otimista num sentido ingênuo como satirizou Voltaire na famosa sátira (Cândido), o que possuo é uma espécie de otimismo ontológico, a aceitação do argumento pressupõe uma distinção entre nossa experiência psicológica e a estrutura do real, e que deve existir, por ser bom, um esforço consciente de adaptação da realidade psicológica à realidade mesma.
-E aqui repetirei uma reflexão que compartilhei anteriormente e ecoa a posição clássica sobre a prioridade ontológica do bem sobre o mal. Se só pode o mal existir como sombra de um bem, de forma que só podemos sentir fome pelo fato primeiro de termos o bem maior de existirmos e termos, primeiramente, uma barriga, devemos dizer mais, com Dickens, que “a dor de partir não é nada em comparação com a alegria do reencontro”, que a dor da fome é infinitamente menor do que o prazer de comer, que a própria morte pertence à dialética de nosso encontro conosco, que a própria privação não existe per se. O que devemos admitir, então, é uma terrível verdade, a que o próprio sofrimento é não tanto uma ausência da felicidade, mas é a própria felicidade de existir, e que somos nós que não compreendemos o verdadeiro significado da felicidade intrínseca à toda existência qual incluí, em si mesma, o que convencionamos chamar de sofrimento. Dizer que a vida é sofrimento seria o mesmo que dizer que quando jogamos um feixe de sombras criamos a luz por consequência. Tudo que se vê no fim é a própria luz. Se o abismo parecesse estender-se ao infinito, ainda assim seria a gotícula de luz que traria a ele visibilidade , e sobre ela jamais o veríamos triunfar.
-A justiça desse mundo depende do post-mortem, da questão da imortalidade da alma que, para os antigos e os cristão, é algo que se intui, ainda que confusamente, da seguinte forma, a ordem no kosmos é imaterial, pode-se pensar nas leis da natureza, como a compreenderíamos se não tivéssemos uma parte imaterial? Não é absurdo crer que perdure tendo em vista a duração dos fenômenos naturais. É claro, longe de mim discutir isso agora, e nem estou argumentando, estou citando um ponto en passant.
Por fim, dizer “temos que passar nossa vida de joelhos agradecendo a ele?” é realmente absurdo, tendo-se em vista que ele é o Principio por detrás do andar das próprias pernas. Próprio Princípio da inteligibilidade e da criatura mesma que, intelectual, espanta-se com o mal e busca remediar as moléstias deste mundo.

É isso, qualquer consideração, opinião, acréscimo, correção, é só mandar. Abraços a todos.
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2020.11.04 22:22 Existing-Sand ¿Dónde está la verdadera religión? El cuerpo de Cristo: ¿el templo de Dios? Parte 1

Traducida del Ingles
Juan 4:21 Jesús le dijo: Mujer, créeme, que viene la hora en que ni en este monte ni en Jerusalén adorarás al Padre. 22 Tú adoras lo que no conoces; nosotros sabemos lo que adoramos, porque la salvación es 23 Pero la hora viene, y ahora es, cuando los verdaderos adoradores adorarán al Padre en espíritu y en verdad; porque el Padre busca a tales que lo adoren. 24 Dios es Espíritu, y los que lo adoran deben adorarlo. en espíritu y en verdad ".
Hebreos 10:14 "Porque con una sola ofrenda hizo perfectos para siempre a los santificados. 15 Pero el Espíritu Santo también nos testifica; porque después de haber dicho antes: 16" Este es el pacto que haré con ellos después de aquellos días, dice el Señor: pondré mis leyes en sus corazones, y en sus mentes las escribiré ", 17 luego agrega:" No me acordaré más de sus pecados y de sus transgresiones ".
Juan 2:18 "Entonces los judíos respondieron y le dijeron:" ¿Qué señal nos muestras, ya que haces estas cosas? " 19 Jesús respondió y les dijo: "Destruid este templo y en tres días lo levantaré". 20 Entonces los judíos dijeron: "Se han necesitado cuarenta y seis años para construir este templo, ¿y tú lo levantarás en tres días?" 21 Pero él estaba hablando del templo de su cuerpo.
Jesús no estaba hablando aquí de su cuerpo de carne. Dijo "en tres días, * yo * lo levantaré". Jesús no resucitó su propio cuerpo de carne. (ver Romanos 10: 7,9; Hechos 2:32). Claramente, fue Dios quien resucitó a Cristo de entre los muertos. Entonces, ¿qué “cuerpo” y “templo” resucitó Jesús mismo con su muerte y resurrección?
Las escrituras son claras, que por el rescate de Jesús (Apocalipsis 5: 9,10), levantó el templo ungido (mesiánico / escogido) (Efesios 2: 6; 1Cor.3: 16; 1Pedro 2: 5 , 9; Ef.2: 22,21,20; Ps.118: 22; Juan2: 19,21; 1Cor.12: 27) de su cuerpo de 144000 (2Cor.1: 21,22; Apocalipsis 7: 4 , 3; 14: 1), del cuerpo unido del cual, cada Elegido, es miembro (1Cor.12: 12,13,14,20,27).
Este es el mismo templo, donde el Padre es adorado en “Espíritu y Verdad” (1Tim.3: 15; 1Ped.2: 5; 1Cor.3: 16; 2Cor.6: 16; 1Cor.6: 19); aquellos del Nuevo Pacto que tienen las leyes de Dios escritas en sus corazones (Hebreos 10:16; Deuteronomio 6: 6,8; Apocalipsis 14: 1). Este es el nuevo lugar de culto, desde la muerte de Cristo. Con su sangre, compró a estos escogidos para Dios, para que fueran sacerdotes de Dios (Apocalipsis 5: 9,10) y la "novia" de Cristo (Efesios 5:25; Apocalipsis 21: 9,10). Estos son los representantes de la “religión verdadera” aquí en la tierra (2Cor.5: 20; 1Cor.4: 1; Mal.2: 7; Juan7: 18,38; Apocalipsis 21: 6; 22:17; 14: 3,5).
Jesús no describió este arreglo de adoración como organizado por hombres en una organización o corporación "religiosa" (Hechos 17:24; Heb 9:11; Efesios 2:10),(https://4womaninthewilderness.blogspot.com/2012/10/regarding-organized-religions.html) sino que lo describió como guiado por el Espíritu Santo y la Verdad (Juan 4:24; 3: 8; 16:13, 14) bajo Cristo como Cabeza (Efesios 5:23). Los ungidos no consultaban ni obedecían, ni estaban bajo la dirección de un "cuerpo gobernante" en Jerusalén (Gálatas 1:11, 12, 17, 15, 16, 10; 5: 1; 2: 4; Rom. 6:16; 1Cor.7: 23; 2Cor.11: 20; Rev.2: 20; Col.3: 24) o alguna otra jerarquía hecha por el hombre. Fueron y son enseñados colectivamente por el Espíritu Santo (1Juan2: 20,27; Juan7: 38,39; 17:26; Lucas 12:12; 21: 14,15; Apocalipsis 11: 5,3,4; Mat. 10:27, 20; Juan 16:13, 14, 15; 6:45), mediante la disposición del "cuerpo" / "templo" de Cristo (Juan 15: 4, 5; Efesios 2:20, 21, 22; 1Ped. 2: 5,9; Mal.2: 7), de acuerdo con las diversas asignaciones de sus "partes" (Efesios 4:11, 12, 13; 2:20, 21; 1Cor.12: 18,28,29, 27; Efesios 4:11, 12). Como un "cuerpo" colectivo bajo Cristo como Cabeza; está ungido con espíritu, y por lo tanto es sostenido por la obra del espíritu, dentro de él (1 Juan 2:20, 27; Efesios 4:11, 12; Romanos 12: 5; Juan 13:14) (Juan 15: 4,5; Rom.11: 17; 1Cor.12: 6,7).
Pablo confirma que él mismo fue dirigido directamente por el Espíritu Santo, y no por un arreglo erigido por hombres, en Gálatas 1:10, 11, 12, 15, 16, 17, 18, 19, 20; Hechos 15: 8,9,10,36,41; Hechos 16: 6,7; Juan 16:13; 14: 17,26. Para el "cuerpo de Cristo", Jesús mismo es la Cabeza. Como su "novia", todos los miembros de su cuerpo se someten a la disposición de las partes, de acuerdo con el orden de ellos según lo dispuesto por Cristo y Dios (Efesios 4:11, 12; 1Cor.12: 28; Efesios 4:14 , 15,16). De esta manera, el orden y la paz se establecen dentro del "cuerpo" de los escogidos de Cristo (1Cor.14: 12,22,26,29,32,33,37,38,40; 12:18,28; Romanos 12: 6,7,8,9,10,11,12,13). Los sacerdotes ungidos son como ramas unidas a una vid / patrón (Juan 15: 4,5; Apocalipsis 22:16; Romanos 11:16). Lo que reciben proviene de Cristo, no de los hombres (Juan 15: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 15, 16; Efesios 5:29; Romanos 11:17, 18, 22; Col. 2: 2).
Jesús describió una vez a los miembros individuales de su cuerpo como "árboles". Esta ilustración se aplica bien, porque así como una vid y sus ramas producen fruto (Juan 15: 5,8); estos “árboles” también proporcionan “fruto” como alimento espiritual [Mateo 12:33, 35; Lucas 6:45; <(Hebreos 13:15; Oseas 14: 2); Mateo 7:17, 20; Jeremías 17: 7,8; Sal 1: 2,3; Apocalipsis 22: 1, 2; Juan 7:38; Prov.4: 23]. Todos los fieles fructíferos, dependen de la savia / espíritu santo / agua viva, que proviene del trono / vid verdadera / raíz de olivo (Col.2: 7; Rom.11: 17; Juan15: 4,5; 1Cor.12 : 13; Juan 6:63; Lucas 8:18). Si Cristo quita el espíritu santo de un escogido errante, ese árbol se seca (Marcos 11: 14,20,21; Joel 1:12; Marcos 4:25; Juan 15: 2,6; Colosenses 2:19; Ef. 4:16, 11, 12).
Jesús describió el fruto / las enseñanzas de los excelentes y verdaderos profetas, como: ORIGINADOS EN LA PALABRA DE DIOS (Juan 7:16, 17, 18; 8:47 a; Juan 17:17; Mateo 5:14; Salmo 36: 9; 1 Juan 1: 5; Lucas 11:35, 36; Juan 8:12; 1: 4, 5, 14) y como PROMOCIÓN DE LA GLORIA / Justicia DE DIOS, no de la gloria propia (Mateo 6:33). Esto lo podían hacer, debido a que tenían las leyes de Dios escritas en sus corazones, combinadas con las bendiciones de la perspicacia que el Espíritu Santo les otorgaría (1Juan2: 20,27; 1Ped.2: 9; Matt.13: 11; 1Cor.2: 12-14). Reciben ese espíritu a través de su unión con la Cabeza (1Cor.6: 17; 2:14; Efesios 2:18; Juan 17:23; 14:20) y la armonía con todo el "cuerpo" que resultaría. Este sacerdocio elegido, sirve dentro del Templo espiritual de Dios, el "cuerpo" de Cristo (Apocalipsis 3:11, 12; 5:10; 7:15; 22: 3,4; Mal.2: 7; 1Ped.2: 5 , 9,10).
En tiempos más modernos, muchos de estos sacerdotes ungidos se congregaron juntos. Se organizaron. Por supuesto, Satanás no iba a dejar sus actividades tranquilas (Mateo 13:24, 25, 26, 27, 28; Isaías 63:18; Apocalipsis 11: 2; Lucas 22:31). La obra fiel de hacer la voluntad de Dios, siempre sería resistida y opuesta; en medio de estos sacerdotes (Hechos 20: 29,30; 1Tim.4: 1; Mateo 24: 4,5,24,25; 7:15; Apocalipsis 13:11; 2Tes.2: 4,9 ; 2Cor.11: 12,13; Mateo 13:30). Aquellos que forman una jerarquía organizada fuera del cuerpo de Cristo, ayudan a Satanás a resistir, desafiar y difamar el arreglo de Dios (Isaías 1:21; 1Cor.6: 15 B; Apocalipsis 17: 2,1; 2:20; Apoc. .18: 4; 2Cor.6: 17) ("¿Quiénes son los reyes de la tierra?").
No todos los ungidos demostrarán ser fieles (Mateo 25: 1,2; Lucas 12: 42-44,45-46,47-48). Aquellos que demuestran ser infieles, intercambian amor por sus hermanos y por la verdad, por el poder mundano y las doctrinas egoístas de los hombres (Juan 5:44; 1Juan3: 10,11,13,14,15; Apocalipsis 17: 6; 1Juan2: 15 ; Apocalipsis 2: 4; 2 Tesalonicenses 2:10, 12; 1Cor.4: 8; Juan 7:16, 18; Marcos 7: 7; Romanos 1:25). Aquellos que demuestran ser infieles, son los mismos que se vuelven orgullosos, prominentes, poderosos, tiránicos y abusivos (Lucas 16: 8; 22: 24,25,26,27; 1 Juan 4:20; 2: 9,11; 3:10, 15), y dominan a sus hermanos para su perjuicio (Ec. 8: 9). ¿De dónde obtendrían los ungidos tal poder? (Mateo 4: 8-10; Apocalipsis 9: 1,3,7; 13: 4,11,15) Estos infieles abandonan su sujeción a Cristo, dejan la unidad con el cuerpo de Cristo según lo dispuesto por Dios, y en cambio se alían con el poder de los gentiles (no ungidos) (Jeremías 17: 5; Daniel 11:31). Traicionan su pacto con Dios [para tener sus leyes en su corazón -Jer.31: 33; (* Deuteronomio 6: 6, 8; 11:18)], para entrar en un pacto con Satanás [Jeremías 11: 9,10,11; Apocalipsis 9: 1,11; 13: 1,4,11,12,15 (* Apocalipsis 13: 16,17); Apocalipsis 17: 1,3,5; Isa.28: 15] (https://pearl-666.blogspot.com/). Dejan su confianza en la fuerza de Dios (Filipenses 4:13; Salmos 18: 2,3), por la ventaja mundana y el poder que provienen de formar una alianza con los no ungidos, y con ellos, crear una Organización
(https://4womaninthewilderness.blogspot.com/2013/05/why-jesus-came-to-earth-last-world.html) (https://4womaninthewilderness.blogspot.com/2012/12/here-is-earlier -post-with-updates.html) (https://4womaninthewilderness.blogspot.com/2013/02/jehovahs-genuine-mountain.html).
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2020.11.04 08:49 kong-dao El amor, las mujeres y la muerte y otros ensayos (Arthur Schopenhauer) (1851) - Parte 1

De todos los filósofos es Platón quien se ocupó más del amor, sobre todo en el Banquete y en Fedro. Lo que dijo acerca de este asunto entra en el dominio de los mitos, fábulas y juegos de ingenio, y sobre todo concierne al amor griego. Lo poco que de él dice Rousseau en el Discurso sobre la desigualdad es falso e insuficiente. Kant, en la tercera parte del Tratado sobre el sentimiento de lo bello y de lo sublime, toca el amor de una manera harto superficial y a veces inexacta, como quien no es muy ducho en él. Platner, en su Antropología, no nos ofrece sino ideas medianas y corrientes. La definición de Spinoza merece citarse a causa de su extremada sencillez: «Amor est titillatio, concomitante idea causœ externœ».

Por desinteresada e ideal que pueda parecer la admiración por una persona amada, el objetivo final es, en realidad, la creación de un ser nuevo, determinado en su naturaleza; y lo que lo prueba así, es que el amor no se contenta con un sentimiento recíproco, sino que exige la posesión misma, lo esencial, es decir, el goce físico (...) Por el contrario, sucede que no pudiendo ser pagadas con la moneda del amor recíproco, gentes muy enamoradas se contentan con la posesión, es decir, con el goce físico (...) El que cierto hijo sea engendrado: ése es el fin único y verdadero de toda novela de amor, aunque los enamorados no lo sospechen. La intriga que conduce al desenlace es cosa accesoria.

En el entrecruzamiento de sus miradas preñadas de deseos, enciéndese ya una vida nueva, se anuncia un ser futuro; creación completa y armoniosa. Aspiran a una unión verdadera, a la fusión en un solo ser. Este ser que van a engendrar será como la prolongación de su existencia y la plenitud de ella; en él continúan viviendo reunidas y fusionadas las cualidades hereditarias de los padres. Por el contrario, una antipatía recíproca y tenaz entre un hombre y una mujer joven es señal de que no podrán engendrar sino un ser mal constituido, sin armonía y desgraciado.

Esta soberana fuerza, que atrae exclusivamente, uno hacia otro, a dos individuos de sexo diferente, es la voluntad de vivir, manifiesta en toda la especie.

El individuo se hace así esclavo inconsciente de la Naturaleza en el momento en que sólo cree obedecer a sus propios deseos (...) Pero como aquí la voluntad se ha hecho individual, debe ser engañada, de tal suerte, que perciba por el sentido del individuo los propósitos que sobre ella tiene el sentido de la especie. Así, cree trabajar en provecho del individuo, al paso que, en realidad, sólo trabaja para la especie, en su sentido más estricto. En el animal es donde el instinto representa el mayor papel, y donde mejor pueden observarse sus manifestaciones exteriores. En cuanto a las vías secretas del instinto, como respecto a todo lo que es interior, sólo podemos aprender a conocerlas en nosotros mismos.

Ante todo, preciso es considerar que el hombre propende por naturaleza a la inconstancia en el amor, y la mujer a la fidelidad. El amor del hombre disminuye de una manera perceptible a partir del instante en que ha obtenido satisfacción. Parece que cualquiera otra mujer tiene más atractivo que la que posee; aspira al cambio.Por el contrario, el amor de la mujer crece a partir de ese instante. Esto es una consecuencia del objetivo de la Naturaleza, que se encamina al sostén, y por tanto al crecimiento más considerable posible de la especie.En efecto, el hombre con facilidad puede engendrar más de cien hijos en un año, si tiene otras tantas mujeres a su disposición; la mujer, por el contrario, aunque tuviese otros tantos varones a su disposición, no podría dar a luz más que un hijo al año, salvo los gemelos. Por eso anda el hombre siempre en busca de otras mujeres, al paso que la mujer permanece fiel a un solo hombre, porque la Naturaleza la impele, por instinto y sin reflexión, a conservar junto a ella a quien debe alimentar y proteger a la futura familia menuda. De aquí resulta que la fidelidad en el matrimonio es artificial para el hombre y natural en la mujer, y por consiguiente (a causa de sus consecuencias y por ser contrario a la Naturaleza), el adulterio de la mujer es mucho menos perdonable que el del hombre.

La primera consideración que nos dirige al simpatizar y elegir es la de la edad. En general, la mujer que elegimos se encuentra en los años comprendidos entre el final y el comienzo del flujo menstruo; por tanto, damos decisiva preferencia al período que media entre las edades de quince y veintiocho años. No nos atrae ninguna mujer fuera de las precedentes condiciones. Una mujer de edad, es decir, incapaz de tener hijos, no nos inspira más que un sentimiento de aversión. La juventud sin belleza tiene siempre atractivo, pero ya no lo tiene tanto la hermosura sin juventud.Con toda evidencia, la inconsciente intención que nos guía no es otra sino la posibilidad general de tener hijos. Por consiguiente, todo individuo pierde en atractivo para el otro sexo según se encuentre más o menos alejado del período propio para la generación o la concepción.La segunda consideración es la salud: las enfermedades agudas no turban nuestras inclinaciones sino de un modo transitorio; por el contrario, las enfermedades crónicas, las caquexias, asustan o apartan, porque se transmiten a los hijos.La tercera consideración es el esqueleto, porque es el fundamento del tipo de la especie.La cuarta consideración es cierta plenitud de carnes, es decir, el predominio de la facultad vegetativa, de la plasticidad, porque ésta promete al feto un alimento rico; por eso una mujer alta y flaca es repulsiva de un modo sorprendente. Los pechos bien redondos y de buena forma ejercen una notable fascinación sobre los hombres, porque hallándose en relación directa con las funciones genésicas en la mujer, prometen rico alimento al recién nacido. Por el contrario, mujeres gordas con exceso excitan repugnancia en nosotros, porque ese estado morboso es un signo de atrofia del útero, y por consiguiente una señal de esterilidad. No es la inteligencia quien sabe esto, es el instinto.

Las mujeres prefieren en el hombre a cualquiera otra edad la de treinta y treinta y cinco años, aun por encima de los hombres jóvenes que, sin embargo representan la flor de la belleza masculina. La causa de eso es que se guían, no por el gusto, sino por el instinto, que reconoce en esos años el apogeo de la potencia genérica (...) La fuerza y la valentía del hombre son, sobre todo, las que conquistan su corazón, porque estas cualidades prometen una generación de robustos hijos y parecen asegurarles para lo venidero un protector animoso.

El segundo orden de consideraciones que importan en el amor concierne a las cualidades psíquicas. Encontraremos aquí que las cualidades del corazón o del carácter en el hombre son las que atraen a la mujer, porque el hijo recibe estas cualidades de su padre (...) La razón de esto es que las consideraciones predominantes en el amor no tienen nada de intelectual, y se refieren al instinto.

Hasta el presente no he tenido en cuenta sino consideraciones absolutas, es decir, de un efecto general. Paso ahora a las consideraciones relativas, que son individuales, porque en este caso el fin es rectificar el tipo de la especie ya alterado, corregir los extravíos de tipo que la misma persona que elige tiene ya, y volver así a una pura representación de aquel tipo.Cada cual ama precisamente lo que le falta (...) De estas consideraciones relativas nace, por lo común, el amor apasionado, mientras que los amores comunes y pasajeros sólo se guían por consideraciones absolutas (...) Toda constitución sexual es una constitución incompleta: la imperfección varía según los individuos. En uno y otro sexo, cada ser no es más que una parte incompleta e imperfecta del todo. Por eso cada individuo encuentra su complemento natural en cierto individuo del otro sexo
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2020.11.02 21:34 DanteNathanael De la medicina a la psicología.

Debido a que he estado un poco muy desganado con todo, estuve hablando con una grandiosa amiga de esto, y tuve la idea de escribir acerca de lo que planeaba hacer con las cosas que planeaba hacer, es decir, en qué posible consecuencia pudieran tener las intenciones que tengo en cuanto a las varias áreas que conforman lo que es mi vida: artístico, educativo, económico, social y personal. En este largo escrito—que en un momento aclaro el porqué—solamente trataré con el aspecto educativo, pero en sí ninguna de estas "delimitadas áreas" son tan delimitadas en sí, pues están íntimamente conectadas entre ellas, pero aún así, aunque se roce repentinamente con lo personal, lo social y lo artístico, su énfasis principal es lo educativo, en el sentido de que trato de explorar si realmente estoy seguro de lo que estoy haciendo, de todo lo que tengo que estudiar y pasar a través de, no solamente para lograr mi intención designada, pero también para llegar preparado a ella cuando la oportunidad se presente.
Así que hable de esto. Estuve pensando un poco y algunos fragmentos de lecturas brotaron en mi cabeza, pero fue cuando abrí YT que un video de Alan Watts leyendo un fragmento de Carl Jung me fue recomendado. Iba a poner música para empezar a hacer otras cosas, pero este video llamó mucho mi atención, así que sin pedos lo abrí. . . . Y bueno, este es el fragmento que Watts leyó:
Es fácil para el médico mostrar comprensión a este respecto, dirás. Pero la gente olvida que incluso los médicos tienen escrúpulos morales y que ciertas confesiones de pacientes son difíciles de tragar incluso para un médico. Sin embargo, el paciente no se siente aceptado a menos que también se acepte lo peor que hay en él. Nadie puede lograr esto con meras palabras; viene solo a través de la reflexión y de la actitud del médico hacia sí mismo y su propio lado oscuro. Si el médico quiere guiar a otro, o incluso acompañarlo un paso del camino, debe sentir con la psique de esa persona. Nunca lo siente cuando emite un juicio. Ya sea que exprese sus juicios en palabras o se los guarde para sí mismo, no hace la menor diferencia. Adoptar la posición contraria y estar de acuerdo con el paciente de improviso tampoco sirve de nada, pues lo aleja tanto como la condena. El sentimiento viene solo a través de una objetividad sin prejuicios. Esto suena casi como un precepto científico, y podría confundirse con una actitud mental puramente intelectual y abstracta. Pero lo que quiero decir es algo bastante diferente. Es una cualidad humana, una especie de profundo respeto por los hechos, por el hombre que los sufre y por el enigma de la vida de ese hombre. La persona verdaderamente religiosa tiene esta actitud. Sabe que Dios ha hecho que sucedan todo tipo de cosas extrañas e inconcebibles y busca de las formas más curiosas entrar en el corazón de un hombre. Por tanto, siente en todo la presencia invisible de la voluntad divina. Esto es lo que quiero decir con "objetividad sin prejuicios". Es un logro moral del médico, que no debe dejarse repelir por la enfermedad y la corrupción. No podemos cambiar nada a menos que lo aceptemos. La condenación no libera, oprime. Y yo soy el opresor de la persona a la que condeno, no su amigo y compañero de sufrimiento. No quiero decir en lo más mínimo que nunca debamos emitir juicios cuando deseamos ayudar y mejorar. Pero si el médico desea ayudar a un ser humano, debe poder aceptarlo tal como es. Y puede hacer esto en realidad solo cuando ya se ha visto y aceptado a sí mismo como es.
Quizás esto suene muy simple, pero las cosas simples son siempre las más difíciles. En la vida real se requiere que el arte más grande sea simple, por lo que la aceptación de uno mismo es la esencia del problema moral y la prueba de fuego de toda nuestra perspectiva de la vida. Que dé de comer al mendigo, que perdone un insulto, que ame a mi enemigo en el nombre de Cristo, todas estas son indudablemente grandes virtudes. Lo que hago al más pequeño, hermanos míos, eso se lo hago a Cristo. Pero, ¿y si descubriera que el más pequeño de todos, el más pobre de todos los mendigos, el más descarado de todos los transgresores—sí—el mismísimo demonio, que estos están dentro de mí, y que yo mismo necesito la limosna de mi propio bondad, que yo mismo soy el enemigo al que hay que amar? ¿Qué entonces? Entonces, por regla general, se invierte toda la verdad del cristianismo: entonces no se habla más de amor y longanimidad; le decimos al hermano dentro de nosotros “Raca”, y nos condenamos y nos rabiamos a nosotros mismos. Lo escondemos del mundo, negamos haber conocido a este más pequeño entre los humildes en nosotros mismos, y si hubiera sido Dios mismo quien se acercó a nosotros en esta forma despreciable, lo habríamos negado mil veces antes de que un solo gallo cantara.
[ . . . ]
La curación puede llamarse un problema religioso. En el ámbito de las relaciones sociales o nacionales, el estado de sufrimiento puede ser una guerra civil, y este estado debe ser curado por la virtud cristiana del perdón y el amor a los enemigos. Lo que recomendamos, con la convicción de buenos cristianos, como aplicable a situaciones externas, también debemos aplicarlo internamente en el tratamiento de la neurosis. Por eso el hombre moderno ha escuchado bastante sobre la culpa y el pecado. Está bastante acosado por su propia mala conciencia, y más bien quiere saber cómo se reconciliará con su propia naturaleza, cómo amar al enemigo en su propio corazón y llamar al lobo su hermano.
El hombre moderno no quiere saber de qué manera puede imitar a Cristo, sino de qué manera puede vivir su propia vida individual, por pobre y poco interesante que sea. Debido a que toda forma de imitación le parece insensible y estéril, se rebela contra la fuerza de la tradición que lo mantendría en caminos trillados. Todos esos caminos, para él, conducen en la dirección equivocada. Puede que no lo sepa, pero se comporta como si su propia vida individual fuera la voluntad especial de Dios, que debe cumplirse a toda costa. Ésta es la fuente de su egoísmo, que es uno de los males más tangibles del estado neurótico. Pero la persona que le dice que es demasiado egoísta ya ha perdido la confianza, y con razón, porque esa persona lo ha empujado aún más hacia su neurosis.
Si deseo efectuar una cura para mis pacientes, me veo obligado a reconocer el profundo significado de su egoísmo, sería ciego, de hecho, si no lo reconociera como una verdadera voluntad de Dios. Incluso debo ayudar al paciente a prevalecer en su egoísmo; si tiene éxito en esto, se aleja de otras personas. Él los ahuyenta y vuelven en sí mismos como deberían, porque buscaban despojarlo de su "egoísmo sagrado”. Debe dejarse esto con él, porque es su poder más fuerte y saludable; es, como he dicho, una verdadera voluntad de Dios, que a veces lo lleva a un aislamiento total. Por miserable que pueda ser este estado, también le resulta muy útil, ya que sólo de esta manera puede llegar a conocerse a sí mismo y aprender qué tesoro invaluable es el amor de sus semejantes. Además, es sólo en el estado de completo abandono y soledad que experimentamos los poderes útiles de nuestra propia naturaleza.
Cuando uno ha visto varias veces este desarrollo en acción, ya no puede negar que lo que era malo se ha convertido en bien, y que lo que parecía bueno ha mantenido vivas las fuerzas del mal. El archidemonio del egoísmo nos lleva por el camino real hacia esa reunión que exige la experiencia religiosa. Lo que observamos aquí es una ley fundamental de la "enantiodromía" o conversión en lo contrario; y es esto lo que hace posible el reencuentro de las mitades en guerra de la personalidad y, por lo tanto, pone fin a la guerra civil.
—Jung C. G. (1958). Psychotherapists or the Clergy, in Psychology and Religion: West and East (The Collected Works of C. G. Jung, Volume 11). §§ 519-520, 523-526. 2nd ed. Edition. (1975). New Jersey: Princeton University Press. [Traducido en Google Translate y revisado por mi.]
Lo que todo esto quiere decir puedo retratarlo en un pequeño resumen acerca de como de querer trabajar en el ámbito de la medicina corporal, pase a querer trabajar en la medicina mental.
A muchos les he contado esa historia acerca de cómo cuando estaba saliendo de la primaria, con mi mamá llevándome a casa, vi a una pareja peleándose en el metro, haciendo una impresión muy fuerte en mí y plantando la intención de "ser el mejor novio que pudiera ser." Bueno, mis ex-parejas pueden decir que tan tremendamente falle en ello, pero en mí defensa no tengo defensa, si no una simple confesión de que no sabía qué mierda era lo que estaba haciendo, lo que era ser "el mejor novio que pudiera," porque para empezar ni sabía quién demonios era, mucho menos de las capacidades que tenía.
Porque claro, es un logro, pero bien encaminados, todos pueden llegar a ser detallistas, atentos y expresivos, pero, en sí, ¿por qué no lo somos? ¿qué es lo que nos hace, digamos, querer una relación estable, y estar detrás de una o varias personas que realmente solo son dulces visuales, que las o los vemos y solo con eso nos imaginamos algo juntos, llenando los blancos desconocidos con nuestros propios espacios ciegos, proyectando aquello que no es más que potencial nuestro en alguien más? Así, ¿por qué tantas personas, aún sabiendo que todas aquellas cosas que llaman cínicamente placeres, los consumen y/o practican? ¿por qué no vamos al doctor? ¿por qué no nos damos lo mejor a nosotros y actuamos a veces tan egoísta y obstinadamente?
Y ahí está la situación, todos en algún punto, con el entrenamiento debido, uniendo las solitarias luces rojas que se prenden en el cuerpo, vómitos, afecciones histológicas, dolores, inflamaciones, etcétera, podríamos llegar a saber qué es lo que pasa. Pero una cosa muy diferentes es entender porqué, el porqué de las causas, el porqué de las consecuencias y su efecto psicológico sobre el individuo en cuanto a su relación con la aflicción de la cual sufre y de todas sus razones. Porque hay y habrá excelentes personas profesionales que puedan saber esto, que puedan curar enfermedades con sus medicinas y tratamientos, ser una luz medica en un mundo de entropía de salud. Pero, ¿quién realmente mira incluso a los mismos médicos? ¿quién mira dentro de la medicina y ve una aliada y no un único camino al cuerpo y sus misterios? ¿quién puede calmar y ayudar tanto el cuerpo como a la mente, al tanto de su intimacía? Bueno, también hay muchas personas en este ámbito, pero no por ello no significa que ya no quiera ser parte de ellas. Al contrario, quisiera pertenecer a ellas aún más, pues habrá una cierta comunidad. No espero que todos sean perfectos, así como yo no lo soy. Hell, de hecho, no espero nada más que encontrar personas reales con inclinaciones similares, pues el esperar es no aceptar la realidad, escapar a un reino de falsa positividad que realza las sombras detrás, quienes dejadas lo suficientemente tiempo sin atención, por generación de inconsciencia, por ser ignorantes a la Vida que se genera, opera, crece y vive en ellas, eventualmente toman la consciencia por la espalda de sorpresa y giran todo de cabeza, cambiando el rumbo hacía la dirección contraria y posiblemente destruyendo la empresa entera—el no aceptar la realidad es no hacer lo mejor con ella, es robarse a uno de la capacidad total que se pudiera tener para operar sobre ella, y aún más, para posiblemente lograr generar un cambio colectivo—pues cuando se opera sobre la realidad, se opera sobre lo universal, por más personal que aparente ser la obra, aunque duela, aunque aparente ser algo solitario, siempre brindará frutos verdaderos, alejados del escapismo, de las ilusiones interiores.
Así que, con ello, creo que estoy verdaderamente en un camino que adoro, porque es algo real, algo que afecta a todos por igual, sea cual sea la profesión, la edad, el sexo, la nacionalidad, &c. Así como también algo que me está ayudando a mí mismo, para cumplir, entre muchas otras cosas, una sanación y orientación eficaces y sinceras para aquellas intenciones que guardo en mi corazón, entre ellas, aquella que se generó saliendo de la primaria.
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2020.11.02 18:55 iglesiadecristocc Melodías 25, 26 y 27


https://reddit.com/link/jmsgpj/video/lqh3tk2l5vw51/player
25. AL QUE EN BUSCA DE LA LUZ
Al que en busca de la luz Vague ciego y con temor, Lo recibe el buen Jesús En los brazos de Su amor.
Coro: Volveremos a cantar: Cristo acoge al pecador. Claro hacedlo resonar: Cristo acoge al pecador. ... ----------
26. AL REY ETERNO
Al Rey eterno, inmortal, Infinito, sólo Dios, Sea honra y gloria por siempre Y siempre. ... ----------
27. AL SALVADOR JESÚS
Al Salvador Jesús canciones por doquier, Con gratitud y puro amor entone todo ser; A quien nos redimió en santa caridad, Cristianos todos, con ardor Su nombre celebrad. ...
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2020.10.26 04:20 kaloskaidasein Gente, ya no puedo más, necesito escribir esto. Esta es mi historia, cualquier consejo o pregunta es bienvenido.

No daré información personal, sólo aclaro mi situación, soy un estudiante de filosofía de 20 años, vivía en una ciudad para estar cerca de la universidad pero la pandemia me obligó a regresar con mi madre. No tengo padre, falleció cuando era pequeño, así que sólo vivo con mi madre y con mi hermano, aunque no sé si ese imbécil lo sea, ya llegaremos a ello. Como saben, la cuarentena nos está volviendo locos a todos, y no es la excepción aquí, en casa me estoy volviendo loco.
Para no hacerla larga, todo empezó con una novia con la cual terminé hace un año, no diré su nombre así que la llamaremos Diana (nombre que me acabo de inventar), con la cual estuve dos años, vivimos un par de meses juntos pero el ambiente era tan tenso que terminó de la peor forma posible, un pleito bastante fuerte y hoy en día la tengo bloqueada de todas partes, cambié de número para que no pueda encontrarme más, la razón la diré más adelante.
Después de terminar con ella todavía sentía nostalgia, dos años parecerían poco pero fueron muy importantes para mi, estaba en ese dolor, la verdad quería volver a mi hogar porque había cierre de clases y no tenía mucho que hacer en mi departamento en la ciudad, entonces regresé a casa. Mi hermano, al que no quiero llamar hermano, así que lo llamaremos David, es una persona bastante inestable, tiene problemas mentales y ha estado en terapia muchos años. POR FAVOR GENTE, ESTO ES UN DESAHOGO, LO QUE MENOS QUIERO ESCUCHAR ES UNA JUSTIFICACIÓN POR ENFERMEDADES MENTALES, LO QUE ÉL HACE NO SE PUEDE JUSTIFICAR EN ESO. Es desordenado, desobligado, pero ustedes pensaran que como cualquier chico de 15 años (él es menor que yo y tiene esa edad) es normal, es "la adolescencia". GENTE, NO ES LA ADOLESCENCIA, NO SON LOS PROBLEMAS MENTALES. Por favor, lo que menos quiero leer es eso si deciden responder, les demostraré por qué no es normal. A mi edad en secundaria o prepa lo que más hice de grave fue ir a una fiesta con permiso de mi madre y regresar tarde, la verdad es que nunca di problemas en ese sentido. Él para la secundaria (la preparatoria la cursa en línea) ya se había escapado de la escuela, ya había regresado a la casa borracho y una vez hasta drogado, mi madre lo defendió a muerte en aquella ocasión y exigía que le hicieran pruebas de sangre en el hospital para ver si era cierto, los doctores se la quedaron viendo con cara de "¿señora, es que usted es la única que no lo ve?". Estuvo internado unos meses en un psiquiatra, cuando salió no cambió nada, se volvió peor, su cuarto huele a podrido, está lleno de botellas con orina porque le da flojera ir al baño, incluso ha orinado en vasos y se tienen que tirar por eso, vasos que cuestan dinero a la familia, está lleno de basura y de ropa sucia, todo el día se la pasa en la computadora. Y hasta aquí todo podría llegar a ser "normal" por la adolescencia, pero no, gente, no vamos por ahí.
Les dije que regresé a casa, y mi hermano tiene la costumbre de siempre dejar la computadora encendida porque hasta para eso tiene flojera. Y pues me toca pagar la cuenta de la luz a mi, así que me dispuse a abrir la sesión que estaba en la computadora y me di cuenta que estaba su facebook abierto, y de inmediato me salta un chat con una nude que le habían mandado. Yo ingenuamente pensé "bueno, es algo que hacen los jóvenes, tienen curiosidad" y piqué por curiosidad qué más había, cuando empezó el calvario. Ahí había centenares de fotos y videos de mi ex Diana, fotos que eran mías y se las había tomado para mi, que no sé cómo las consiguió, quizá entró en mi nube alguna vez, o a mi computadora cuando no me di cuenta, pero sabía que las había robado, y ahora las compartía con muchísima gente que intercambiaba "packs" y el coraje que sentí hace un año lo sigo sintiendo ahora, todos mis amigos me han dicho que le de una golpiza, pero saben, no me apetece cargar con eso en mi consciencia, no vale eso y no va a cambiar el hecho. Mi madre lo regañó y lo golpeó, yo me fui de la casa hasta enero de 2020, que yo sepa, eso fue lo único que pasó, lo castigaron unas cuantas semanas y no pasó a más, mi madre en lugar de corregirlo se puso a atacarme de que era mi culpa, de que Diana había arruinado a la familia, de que acepte mi culpa porque yo puse a su alcance esas fotos y videos. Para cuando pasó esto ya había terminado con Diana, borré todo material existente de ella, fotos, videos, todo, no quería verla más, había terminado todo y me hacía mucho daño, por lo que si él tenía ese material era porque tenía muchos meses en los que seguramente se pajeó pensando en mi novia y que compartió a mucha gente más eso. Cabe señalar que Diana había sido víctima antes de una situación así, cuando iba en la preparatoria y tuvo que cambiarse de escuela por ese asunto, por lo que al haber dejado que sucediera una situación así, me sentí terrible, porque no soy de esas personas que comparten cosas de ese tipo. Ella vivía en un estado diferente, por lo que mandarnos fotos y videos era nuestra manera de intimar, algo hacíamos para mantenernos cerca, supongo que mi error fue no ser precavido, pero ustedes me dirán si todo esto es mi culpa y yo estoy loco.
Cuando inició la pandemia cerraron las clases presenciales, ya no tenía sentido que me quedara en un departamento por el cual debía pagar alquiler, así que me mudé de nuevo, con toda la rabia del mundo, a mi casa. Las cosas no podrían haberse puesto peor. Coopero con gastos y demás, pero mi madre defiende a muerte a ese bastardo. Hay semanas en donde la cocina y comedor se llenan de trastes suyos, yo no los lavo porque no tengo la obligación de hacerlo, él sólo se sienta a comer y no hace nada. Y mi madre le dice "lava tus trastes" y él le dice cosas como "en un rato, mañana, ahorita" y no es hasta que mi madre no soporta el hedor que los lava todos y poco más, no pasó aquí nada. Hoy mi madre me dijo que por qué tanto rencor con mi hermano, que si qué tuvo de malo lo que hizo. Yo le grité (no hay otra manera de decir el asunto) que ¿cómo que qué estuvo de mal?, ¿qué no lo dimensionas, no dimensionas lo que hizo?, y ella me decía que la disculpe pero no, y es horrible porque quería agitarle la cabeza para que una descerebrada entendiera que aquí y en China eso no es normal y que su hijo es un monstruo y ella se niega a creer eso. Hace unos días me había dicho que pensaba meterlo en internado en otro estado. A mi me da lo mismo. Ese bastardo no tiene moral ni nada, no siente empatía por nadie, es un ególatra de lo peor que sólo busca justificarse, incluso para sus actos él mismo se defiende con que es su enfermedad y no se controla, y lo sigue haciendo, no cambia en nada y todo el día come, defeca, no hace nada y duerme. Tiene tratamientos caros porque mi mamá se esfuerza en llevarlo a buenos hospitales, a las mejores escuelas y a lo mejor de todo. Si alguien hasta este punto quiere decir que debe tomar terapia, créame que ya lo ha hecho por varios años, todas las psicólogas se desesperaron, todas quisieron sacarse de quicio alguna vez, según él es superior a las psicólogas, y si tiene algún problema pues qué les importa, es su vida y finalmente las consecuencias las paga él (a todo esto cabe decir que cuando pasó lo de Diana y mi madre le gritaba que podía irse a la cárcel por eso, él respondía "pues ya, que me lleven a la cárcel"). Hace poco mi madre me dijo que como no sabe mucho de tecnología y así, encontró en su historial de hace varios años que había búsquedas como "cómo tener sexo con tu mamá" y muchísima pornografía, y el único que tenía su teléfono y lo usaba a veces para el navegador, era él, mi mamá por esa época sólo lo usaba para llamadas y mensajes, no tenía facebook o whatsapp, yo tenía mi propio teléfono, y eso que encontró en su historial fue en la cuenta de mi mamá de google, mi mamá todavía duda si fue él. Pero seamos honestos gente, mi madre es la única que nunca aceptaría eso, pero todos sabemos lo que es. Está enfermo, las terapias caras no funcionan, el psiquiatra lo tiene medicado con dosis calculadas y tampoco funciona, nada funciona.
No siento unión familiar con ellos después de eso, ha pasado un año y la situación es tensa, Diana a veces me sigue buscando con números falsos y quiere tener sexo, me causa aversión porque la cargo desde hace un año. No hay día que no piense en lo que pasó con David. Por eso me cambié de número, ahora estoy libre de que me busque. Me mudaré en enero a un departamento en la ciudad, créanme que pagar por mi estabilidad emocional es prioritario, además estoy saliendo con una chica desde hace unos 8 meses, en verdad encontré a ese amor verdadero, ella sabe de toda la situación y siempre me acompaña cuando me dan ataques de ansiedad. Mi salud no es buena, padezco colitis grave, parecería poco, para mí también lo era, pero me dan ataques graves de ansiedad y cuando me estreso el dolor me dobla por completo, ahora ya no puedo agarrar corajes o estresarme mucho porque me tumba el dolor abdominal. Mi madre me dijo lo del internado pero me da lo mismo, me encantaría que le pase algo turbio por su modo de vida, vivir de esa manera sólo logra que te maten, y me va a dar tanto gusto decirle a mi madre que no, que no la voy a ayudar a pagar alguna fianza si lo meten a la cárcel, que no, que no a voy a acompañar a la morgue, que no, que no lo voy a ayudar en nada. Estoy esperando enero para irme, pero estos dos meses que faltan se me hacen insoportables. Hay mucho más por decir y seguramente olvidé decirlo, no duden en preguntarlo, por favor, si llegaste hasta aquí, aprecia si tienes buenos vínculos familiares, me hubiera gustado tenerlos. Gracias por su tiempo, su opinión es bienvenida.
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2020.10.22 02:44 paupaz Encuentra el amor que buscas, primero encontrando el amor dentro de ti. Aprende a descansar en ese lugar dentro de ti que es tu verdadero hogar.

Encuentra el amor que buscas, primero encontrando el amor dentro de ti. Aprende a descansar en ese lugar dentro de ti que es tu verdadero hogar. submitted by paupaz to u/paupaz [link] [comments]


2020.10.21 23:06 Ghost_Slash ¡Es de mi familia! ¡Todo lo suyo me pertenece!

Hola a todos. Antes de empezar debo decir que esta historia no me paso de lleno a mí, pero involucra a varios conocidos, por lo que los detalles los he escuchado de voz de ellos. Cabe aclarar que esta es mi primera publicación de reddit y lo siento si es algo larga.
Para empezar daré un largo contexto, comenzando con una pequeña historia que data de por alla de 1980. Una pareja de familiares mios (los cuales llamaremos Ana y Kevin, por motivos de confidencialidad) cuando eran jovenes comenzaron en el mundo de las ventas. He de decir que ellos no eran para nada adinerados, y que se habian jutado desde muy jovenes (no estoy muy seguro de la edad que tenia, pero vamos a suponer que Kevin tenia 19 y Ana tenia 17. Mas o menos esa era su edad), por lo que los padres de ambos no estaban muy de acuerdo, y habian dejado de apoyarlos en muchos sentidos. Los padres de Kevin, a regañadientes, les cedieron un muy pequeño terreno, donde se habia construido con antelación un pequeño cuarto que ni siquiera tenia techo. He escuchado que incluso la pared ni siquiera tenia concreto entre los tabiques para sujetarlos.
Debido a la situacion, Ana y Kevin tuvieron que trabajar. Optaron por comenzar vendiendo objetos de limpieza (jabon, escobas, deterjente, etc.) a fuera de su "casa". Este negocio lo atendia Ana con sus hermanas (las cuales eran menor que ella) mientras Kevin se iba de la ciudad a trabajar en los mercados gastronómicos. Incluso llegué a escuchar de las propias hermanas de Ana que ellas trabajaban y se encargaban de cuidar a Ana, pues para ese entonces estaba embarazada.
Poco a poco Ana y Kevin empezaron a ganar dinero, su primera hija nacio, y comenzaron su propio negocio. La familia de Ana, quienes eran los que mas apoyaban al par, comenzaron a contribuir aun mas, permitiendoles a veces quedarse en su casa, cuidando a la niña y continuando en ayudar en las ventas de su negocio. Con mucho esfuerzo y dedicación, Ana y Kevin lograron hacerse con un local en uno de los mercados mas grandes de la ciudad, solo que este era un mercado de uso gastronómico, pero Kevin al conocer bastante de este tipo de ventas pudo alzarse con suma rapidez.
Paso el tiempo. Su dinero iba incrementando, logrando así construir una hermosa casa en el lugar en donde antes estaba ese viejo cuarto sin techo y de hacerse con dos locales mas para su negocio. He de aclarar, que a pesar de que la familia de Kevin nunca lo apoyó en ningún sentido, él si los apoyaba a todos (su familia consta de sus padres, dos hermanos y tres hermanas). Les daba dinero, les compraba autos, les regalaba mil y un cosas, los invitaba a fiestas lujosas, entre otras cosas. Ana, por su parte, se habia distanciado un poco de su familia, a pesar incluso de que vivia a unas cuadras de ella. Esto podria justificarse ya que Ana y Kevin tuvieron cuatro hijas mas, y como Kevin era quien se encargaba ahora del negocio y Ana del hogar, pues a ella le parecia algo tedioso eso de andar cuidando de sus hijas.
Ahora, el negocio fue creciendo. Muchos piensan que tener mucho dinero es literal como vivir en el cielo. Pues yo puedo decir que, tomando esta experiencia, no hay nada mas alejado de la realidad. Kevin poco a poco fue haciendose de muchos billetes verdes, poder y una lujuria que fue creciendo poco a poco. Él comenzó a acostarse con muchas mujeres a espaldas de Ana, pero hubo una de ellas que lo enganchó total (Esto no toma mucha relevancia aquí, pero en el final si que se verá). La culpa consumio a Kevin, a tal punto que terminó confesándole todo a Ana y lamentándose de que ahora, había tomado a su hijo (la mujer era madre soltera) como suyo.
Esto a Ana la cabreo, pero su amor por Kevin le impidió mandarlo a la mierda. Hay que aclarar unas cosas aquí. Aquí las únicas dos maneras de contraer matrimonio son por medio de la iglesia, y por medio del registro civil, la manera convencional para todos. Sin embargo ninguna de las dos interfería con la otra, es decir que si alguien se casa por la iglesia con una mujer, esta en todo su derecho de desposar a otra por el civil. Ana y Kevin estaban casados por la iglesia, por lo que ella tomó esto como una "escusa" para justificar los comportamientos de Kevin, ya que en teoría "ellos no estan casados".
Ahora, Kevin era "un hijo de puta muy inteligente", tanto en los negocios como en su vida privada. Todo era calculado incluso matematicamente para que nada fallar. Pero eso no le quitaba lo bocón y presumido, así que a nadie le extrañó cuando se puso a presumir que se habia comprometido con la otra mujer (a la cual de ahora en adelante llamaremos María). Algunos incluso aseguran que hizo una fiesta masiva el día de la "boda".
A pesar de esto, Ana y sus hijas jamás lo despreciaron. Jamas le negarón nada, e icluso se podia ver a Ana mas feliz de lo normal cuando Kevin las visitaba, pues ya se habia mudado con María, al otro lado de la ciudad. Esto tampoco afecto a Ana en el lado económico, ya que Kevin le habia dejado uno de los locales, con la premisa de "Todo esto lo hicimos ella y yo", así que del dinero nunca hubo discusión, y aun recibian a Kevin en su casa a tal punto que a veces lo dejaban quedarse a domir.
Hubo un tiempo en el que la familia de Ana veía a Kevin llegar y quedarse mas de lo habitual, pero supusieron que tal vez eran negocios. La verdad era que María habia hechado a Kevin de su hogar ,que ironicamente compro él, (Las razones no las conocemos, pero la idea de los celos por parte de María hacia Ana siempre rondan mi cabeza) y Ana y sus hijas lo recibieron en su casa por mucho tiempo.
Ahora si, doy fin al contexto Sé que ya es muy larga la historia, pero ahora si viene la parte "interesante" y que involucra a Mendigos Exigentes. Esto paso ya hace algunos meses, y aun hay noticias sobre el caso, así que tal vez pronto actualice este post.
Kevin, lamentablemente, fue asesinado afuera de su negocio por motivos fuera de la historia. Basta con decir que Ana esta desconsolable, pero si hablamos de María, pues...
El día del evento, los presentes eran los empleados de Kevin y Ana, los padres de Kevin, uno de sus hermanos, dos de sus hermanas, por supuesto Ana y una de sus hijas (la mayor). Esta es la parte donde todo se vuelve interesante, y todo comienza a la hora en que María y los policias llegan al lugar. Ana y María comenzaron a discutir, ya que María se hacia llamar "la dueña del lugar", ustedes se imaginaran sus razones. Cabe aclarar aquí que los padres de Kevin siempre le guardaron algun tipo de rencor a Ana, y por tratar de quedarse con el patrimonio de este (quien era el mas adinerado de la familia) comenzaron a apoyar a María, amenazando a ana de dejarla a ella y a sus hijas en la calle.
Cuando se iba a llevar acabo el levantamiento del cuerpo, la policia solicitó hablar con la esposa del fallecido (Kevin). La familia de Kevin comenzaron a gritar y mascullar diciendo -¡POR ACÁ, SEÑOR POLICIA! La esposa esta acá- tratando de llevarlos con María, quien solo miraba con indiferencia lo que acontecía y tenia en su cara una mirada victoriosa sobre Ana. Inmediatamente a esto, los empleados se interpusieron y llamaron la atención de los policias y dijeron -¡NO! La patrona está por aquí- llevandolos ante Ana, quien miraba desconsolada el cadaver de Kevin. Por obvias razones, los policias se fiaron mas de Ana, dejando a María y los padres de Kevin como imbeciles ahí en un rincon.
Despues de esto, y cuando todos estaban en la morgue para recojer el cuerpo, el hermano de Kevin (al cual llamaremos simplemente Idiota) impidió que Ana entrase a recoger el cuerpo, y comenzó a amenazarla, diciendole que no permitiría que se llevase a su hermano. Ana no estaba del todo "capaz" para ponerse a pelear con el Idiota ahi en la entrada del Forense, por lo que sus hijas lo encararon, e hicieron que se fuera.
No hace falta decir que el funeral fue una conmoción total. Se tuvieron que hacer dos velorios, uno "exclusivamente" para la familia de Kevin, y otro para los conocidos, los trabajadores, y Ana y su familia. El cuerpo de Kevin, afortunadamente, pudo estar en su casa, donde Ana y sus conocidos lo velaron toda la noche. Pero tampoco hace falta decir que la familia de Kevin no se quedaria de brazos cruzados, y no tardaron mucho en intentar "escarvar algo de carne" mientras Ana y sus hijas estuviesen distraidas.
Pronto, se escucho la noticia de que el Idiota habia llamado a todos los trabajadores de Kevin, y que habia llegado a mandonear y a ordenarles que cualquiera que se acercase al velorio hecho por Ana seria despedido de inmediato (Obviamente nadie hizo caso a esto). Tambien se corrio la voz de que fué en busca del dueño de los locales que Ana y Kevin rentaban, a pagar algunos meses de renta adelantados y a "dar algo de mordida" a cambio de que cambiase de nombre de propietarios ambos locales. ¿A que clase de idiota se le ocurriria que esto tenria éxito?
Por suerte para todos, el funeral se ralizó sin ningun otro contratiempo, sin embargo a día de hoy, El Idiota y toda su familia intentan de todas maneras quitarle el patrimonio de Kevin a Ana que, según él, ahora le pertenece a ellos y a María. Lo que no sabe, es que Kevin ya tenia toda la jugada bajo la manga, incluso sin saber que iba a morir.
Kevin no era ningun imbécil. Era un gran hombre de negocios, y aunque fuese bastante avaricioso y lujurioso, siempre supo con quienes trataba en cualquier cosa, teniendo como proposito otorgarle a su familia, y a la familia de Ana lo mejor que pudiese (a estos ultimos por todo el apoyo que le habia dado, mayor que el escaso dado por su propia familia). Para poner un pequeño ejemplo, debo decir algo importante que olvide antes, el terreno donde hicieron su casa fue "un regalo de su padre", sin embargo, tras ver que iba creciendo en cuanto a dinero, comenzó a cobrar "renta por él", a lo que Kevin respondió, comprando completamente el lugar, por lo tanto la casa era suya, sin embargo, aquí entra la jugada maestra de Kevin.
Kevin sabia que si el llegase a morir por x o y situación, tarde o temprano su familia atacaría a Ana y a sus hijas para quedarse con todo lo que el y Ana habrian logrado juntos, por lo que puso todo (y cuando digo todo, es ABSOLUTAMENTE TODO) a nombre de sus hijas mayores (ambas ya mayores de edad), ya que aquí si algun bien malcomunado de un fallecido no esta en un testamento físico, queda a nombre de quien sea su cónyuge legal o, de no existir union legal, a quien sus hijos mayores. Ahora bien ¿Que no Kevin se habia casado legalmente con María? Bueno... No fue así. La fiesta solo fue un cebo para que tanto sus padres como la misma María se creyeran que en realidad se habian casado. ¿Recuerdas que dije que Kevin era un "hijo de puta muy inteligente"? Bueno, ahora ves por qué lo digo.
Al final, Kevin dejo absolutamente todo a nombre de sus dos hijas mayores. La casa, terrenos que habia comprado, el titulo de arrendamiento de los locales, autos, todo lo que era de él. Esto, mas el cariño y afecto que tenian sus empleados por Ana y sus hijas hicieron que la familia codiciosa de Kevin se quedará sin un quinto. En palabras de la propia Ana "Si no se hubieran comportado así, yo aún les estaría ayudando como la hacia él". Lo peor es que a pesar de todo, la familia de Kevin no se rinde, y aun que Ana decidió dejarles una casa, El Idiota aún intenta hacerse con TODO el patrimonio de Kevin. El muy sinvergüenza aun cree que "TODO lo que hizo su hermano, le pertenece a él".
De María no supimos nada mas, salvo que se quedo con un terreno y unas bodegas que KEvin hizo en el lugar donde vivian juntos. Sin embargo, la fama de que era la "segunda" del dueño se corrio por el lugar, y escuche que sus ventas van peor que nunca.
Esta historia, en lo personal, me ha dejado una lección muy grande de lo que es el amor verdadero, pues mientras El Idiota, María y demas peleaban por la herencia de Kevin, Ana lo unico que lloraba era que no volvería a ver a su amado nunca mas.
Lamento si la historia fue bastante larga, pero el contexto era algo muy importante. Seguiré actualizando si surgen nuevas historias sobre el caso.
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2020.10.19 20:08 Kiwi-Perfect En busca de un amor

Hola amigos, soy mexicano y tengo una situación un tanto peculiar. Estábamos jugando en linea unos panas y yo, entonces un amigo conocio a una tal Ara99, estuvo platicando con mi amigo y se llevaron muy bien, entonces mi amigo le paso su usuario de facebook pero se lo paso mal, ahora estamos en busca de la tal Ara99 y lo único que sabemos es que es de Perú, si pueden ayudar a la causa seria muy lindo y se los agradecería, hoy por mi compa y mañana por ustedes, muchas gracias panas.
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2020.10.18 04:00 aniballayoto ¿Cómo desarrollar una gran fortaleza personal?

¿Cómo desarrollar una gran fortaleza personal?
La vida ha dotado a cada hombre y mujer sobre la tierra muchas fortalezas personales y usándolas puede lograr una vida plena, así como superar sus miedos y debilidades.
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El mundo es un lugar espléndido porque cada individuo cuenta con las herramientas necesarias para jugar el rol que desea y ser completamente feliz. Busca con determinación tu desarrollo personal y te sorprenderás de todo lo que puedes alcanzar.

¿Qué es una fortaleza personal?

Es un don, cualidad, capacidad o habilidad que posee una persona y que puede utilizar para lograr diversos propósitos y también ponerse al servicio de los demás.

Ejemplos de fortaleza personal:

  • La inteligencia para resolver múltiples desafíos:
Si se observa la evolución de la humanidad partiendo desde tiempo prehistóricos con la época de la recolección, caza y herramientas de piedra hasta el tiempo actual con ciudades complejas, industrias, tecnología, la era de la información y sociedad de conocimiento, se nota un crecimiento realmente espectacular. Todo esto se debe a la capacidad de creación innata en cada persona, cuando se aprende a usar ese poder, el POTENCIAL HUMANO dormido emerge y lleva a logros espectaculares.
  • La autoconciencia y capacidad de elegir el destino:
Otros seres de la creación se mueven básicamente por instintos y aunque también aprenden y han evolucionado no posee el sentido de autoconsciencia que posee el ser humano. Una persona está en la capacidad de edificar su futuro con libertad. Alguien puede estar en la miseria total y si se dice a sí mismo con autoridad “seré un empresario exitoso” y comienza a buscar las estrategias oportunas para lograrlo, al final lo conseguirá. Para alcanzar metas se necesita otro conjunto de fortalezas personales. Si quieres despertar a tu potencial infinito, entonces utiliza una herramienta maravillosa como los audios subliminales MANIFESTADOR MAESTRO, donde recibirás una serie de ideas fantásticas que te recordarán que tienes el poder absoluto sobre tu mundo y que las ideas que sostienes al interior de tu mente se manifiestan en tu vida. Con este programa, podrás desarrollar esa enorme facilidad para comunicarte con tu mente creativa y cumplir cada uno de tus sueños. Una vez vuelves un maestro manifestador, tendrás una enorme fortaleza personal que te volverá un ser extraordinario.
  • La voluntad:
La persona que puede usar adecuadamente su voluntad es capaz de alcanzar cualquier propósito. Quien ejerce el poder de LA VOLUNTAD tiene un dominio de sí mismo, sus emociones, impulsos y tareas, combinando esos factores alcanza metas de alto nivel.
  • La perseverancia para construir grandes cosas:
La autoconsciencia provoca que una persona se de cuenta que muchos proyectos se logran a través del valor de la perseverancia, por eso quienes la tienen, poseen una gran fortaleza ya que implica postergar la satisfacción inmediata para obtener algo mucho mejor a futuro.
  • La capacidad de organizarse en grupos y superar conflictos:
Se admira la organización de las hormigas, pero sus roles ya están perfectamente definidos por la genética. En cambio el comportamiento humano es tan diverso que ser capaz de organizar grupos efectivos es una estupenda fortaleza personal que poseen los líderes más destacados.
  • Ser capaz de sentir el amor:
Los animales buscan pareja o se reúnen en grupos por subsistencia y crecimiento de su especie. El ser humano es diferente, puede sentir el amor por su compañero, su equipo de trabajo, la naturaleza, etc. Quien se guía por el amor posee una ENORME FORTALEZA PERSONAL, siempre se sentirá libre.
  • Experimentar el perdón:
Otra gran fortaleza personal, porque con el perdón se aceptan las fallas de los demás y también las propias, existe una mayor cohesión familiar y social. Una persona que perdona usa su energía para la gestión del talento propio y de los demás, mientras que aquel que se queda en el resentimiento destina energía a su propio sufrimiento.
  • Poder aprender y mejorar las habilidades personales:
Se aprenden profesiones, técnicas, idiomas, conductas, etc. Infinidad de cosas y así se adquieren habilidades personales que son muy valoradas por otros y que son indispensables para sostener el mundo. Puedes usar el poder de las palabras para optimizar el uso de tu energía y construir sólidas creencias que te lleven a la autorrealización. Esto lo puedes conseguir con el SOFTWARE DE LAS AFIRMACIONES, la cual es una herramienta ideal para mantener un enfoque completamente positivo y dirigir toda tu atención al cumplimiento de tus metas. Cada una de las afirmaciones que aquí utilices se volverán instrucciones contundentes para dirigir el poder espiritual justo por la dirección que tú deseas.
  • Valores humanos que forman mejores personas:
Por siglos se han venido difundiendo diferentes valores humanos como el amor, respeto, honradez, templanza, solidaridad, empatía, etc. Cada uno de esos valores es en sí mismo una fortaleza personal y quien desea ser un mejor individuo busca la forma de aplicarlos en su vida.
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2020.10.17 03:02 shinepool ¿Cuál ha sido su mejor intento de ligue?

Empiezo
Hace bastante tiempo en un curso preuniversitario pude ver a una hermosa chica, altura promedio, ojos cafés, cabello castaño, delgada y una cara muy simétrica. Muchas veces intenté cruzar miradas y ella en ocasiones también me veía. Un día nos juntaron a varios chicos y por casualidad me senté junto a ella. Fue el destino, estábamos muy cerca, sentados cuando de pronto ella me da un ligero golpe con su brazo, por lo que ella se disculpa. Yo le dije que no había ningún problema, después le pregunté sobre algo que había dicho uno de los organizadores del curso y ella me dijo que tampoco había entendido, después empecé a hacer un poco elocuente y nos empezamos a llevar bien. Le pedí su FB y a los pocos días ella me agregó. Estaba feliz, con un gran júbilo entré a su FB y noté que ella era modelo yo me quedé bastante impactado. Las semanas pasaban y hablábamos mucho todo los días. Era el tipo más feliz, teníamos ciertas cosas en común y ambos íbamos a la misma universidad, pero como no todo es perfecto, por desgracia y culpa mía dejamos de hablar. Me dolió perder una oportunidad así pero no hay que rendirse el amor está ahí, busca la manera de encontrarlo y sé tú mismo.
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2020.10.08 16:44 willy71m Mis estudios superiores

Pueden quitarme de todo en esta vida, al fin y al cabo, lo material se recupera ¿Verdad? Básicamente es lo que siempre nos decimos, y tiene mucho de verdad, cuando una persona está feliz con lo que tiene no importa qué es lo que pase, siempre lo estará, pero digamos que te quitan algo muy preciado para ti ¿Qué sería? ¿Un anillo de bodas? ¿Algo que una persona especial te haya regalado con todo el cariño y amor del mundo? Pues para mi, creo que lo más sagrado que tiene una persona, es el conocimiento, todas las cosas que aprendió en su vida a lo largo de los años.
Todo lo que he aprendido este año no me lo puede quitar nadie, ni siquiera lo pueden sacar de mi mente para ponerlo en las suyas, por lo que yo valoro demasiado todo el conocimiento que puedo adquirir gracias a mi constancia, esfuerzo, dedicación, trabajo, sobre todo trabajo.
Me titulé de arquitecto hace años, felizmente he hecho lo que siempre quise, no solo me conformé con tener un grado, porque también obtuve un Máster en BIM especialidad de mi carrera que se busca en todos lados, la verdad es que es de las mejores cosas que he podido estudiar, me siento tan lleno de vida cuando hablo de mi trabajo que a veces me cuesta creer que trabajo.
Si queréis saber donde me titulé (en cuanto al postgrado se refiere) os recomiendo visitar el siguiente enlace que os dejaré: https://masterbimonline.com/
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2020.10.07 04:00 aniballayoto La ley de compensación

La ley de compensación
La ley de compensación se puede observar a diario en la calidad de las relaciones interpersonales, los logros obtenidos y todo lo que llega a la vida de una persona.
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¿Qué es la ley de compensación?

Es una ley del universo que demuestra que las personas reciben en la medida en que dan. La ley de la atracción, causa y efecto se basan prácticamente en principios similares, porque existen repercusiones invisibles de los actos y cada persona debe ser consciente de ello.

¿Cuál es el fundamento de la ley de compensación?

El fundamento principal es la forma en que se emplea la energía mental en las ideas, basado en: el esfuerzo, las emociones, dedicación, interés, etc. La persona que da con amor siempre abre la puerta para recibir. Por ejemplo una persona que siempre demuestra amabilidad, don de servicio, empatía, alguien que escucha y se interesa por los demás, etc. ¿Qué sucede cuando esa persona solicita un favor? Es sumamente difícil decir que no, porque se ha recibido tanto que existe una fuerza invisible pero poderosa que busca compensar lo que en muchas circunstancias se recibió.

La ley de compensación también se observa cuando existen bloqueos para dar:

Es notorio cuando algunas personas solo quieren recibir y no dan absolutamente nada, siempre establecen contactos para solicitar favores, pero nunca tienen algo para ofrecer ¿qué sucede después de un tiempo? Esa misma persona inconscientemente provoca un bloqueo y cuando vuelve a solicitar un favor, ya no existe alegría en dar, porque se nota una relación interesada, quizás esta persona no está haciendo un esfuerzo para su desarrollo personal y por eso las puertas se le cierran.
El individuo que siembra egoísmo, malcriadeza, irrespeto, frialdad, soberbia, etc. ¿Qué puede cosechar para su futuro? esas mismas condiciones y por supuesto que no se trata de aplicar la ley del talión, sino que ocurre una respuesta inconsciente. Por ejemplo alguien positivo trabajando para ALCANZAR EL ÉXITO (Programas subliminales para triunfar en la vida) va creando una separación tan profunda en las ideas que mucha gente desaparece de su mundo, las creencias son muy diferentes y por ende las experiencias, así como las personas con quienes hay cercanía.
¿Cómo usar la ley de la compensación para obtener cosas buenas?
Igual que la ley de la atracción, trabajando en las cosas que se desean y sembrando positivamente. Cualquier actividad que se realice, ya sea como médico, poeta, científico, deportista, empresario, etc. Siempre hay que dar mucho más de lo que se recibe. Por ejemplo LA PROSPERIDAD se basa en aprender a dar y recibir. Como recibir es el efecto, hay que dar primero y hacerlo con alegría.
El mayor poder está en dar con amor:
Algunas personas ostentan el poder en base a las actividades ilícitas, la represión, fuerza, etc. ¿cuánto dura ese poder? Solo un tiempo y luego se derrumba como castillo de naipes. También está el poder de aquellos que dar con amor y viven su misión de todo corazón ¿cuánto tiempo permanece ese poder? Toda la vida, e incluso quedan el legado que continua inspirando a muchos por décadas o siglos.
La ley de la compensación siempre estará ahí, eso lleva a reflexionar cada acción que se realiza y dar todo aquello que se desea recibir.
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2020.09.30 20:31 luisk2020 Tiradas de #tarot que recomiendo

Tiradas de #tarot que recomiendo
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Aquí les van algunos consejos sobre todo para tiradas en linea y que sean completamente gratuitas. Empecemos con el que creo que es el de la tirada estelar; este es el tarot de 3 cartas gratis que es muy bueno para cuando necesitamos una guía del tipo pasado, presente y futuro o bien si tenemos una pregunta en particulares; ahora bien, si no se tiene un tema o pregunta concreta para hacerle a las cartas, con el tarot gratis con tirada completa se puede recibir una lectura más general y partir de ahí en las inquietudes del consultante. Una lectura completa ofrece justo la posibilidad de abrir energéticamente todas las posibilidades e inquietudes de quien consulta al tarot. Para temas específicos como el #dinero o el amor, yo recomiendo acercarse más bien a lecturas especializadas en ello, como por ejemplo el tarot del amor. Anímense a conocer esas lecturas del sitio de tarot que está subiendo rankings por ser eficaz y sobre todo amigable con el usuario.
Según la mística del tarot, el arcano número 22 (o sin número de arcano, o arcano 0 según los tarots), el Loco, está asociado con el cuánto y con la dualidad tiempo/espacio. El Loco es un joven que combina sabiduría e insensatez, hace las cosas al tuntún pero, curiosamente, están bien hechas y es normal que sean así. Este aspecto alocado y juvenil es un símbolo de la extraña naturaleza cuántica de la realidad. En sus hombros lleva una mochila cargada con los cuatro elementos del Tarot —símbolo de la relación tetradimensional existente entre dos sistemas ortogonales consecutivos.El Loco es quien va perdido y sin rumbo; se trata de una criatura que parece no vivir en la realidad; una criatura a quien nadie toma en serio y que vaga de un lado a otro, aparentemente sin saber qué busca ni adónde quiere llegar. El Loco o El Bufón es el símbolo de la anarquía que reina en el nanocosmos.
#tarotgratis #tarotgratuito #cartomancia #tarotenespañol
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2020.09.29 20:17 jacd03 ¿Es posible sacar adelante a México a base de habilidades digitales?

Yo creo que sí, les expongo unos simples números.
Este no es uno mas esos threads de siempre tipo "ahh el desempleo/bajos salarios en México yo me voy" pesimistas y altamente individualistas, ni los ultra mamadores de "jaja gano 250k al extranjero, me vale verga lo que pase acá" que no comparten su experiencia o la ruta par que otros más puedan lograrlo, tengo mucho amor por mi comunidad y por ende la economía local de mi ciudad, etc. por lo que siempre estoy en busca de mejorar las oportunidades de la gente a mi al rededor.
Empecemos por definir que una Micro-empresa tiene hasta 10 empleados y en México facturan hasta 4 MDP al año y las ¨Pequeñas tienen hasta 50 empleados facturando hasta 100 MDP. ambas en conjunto tienen el 75% y 13% de los empleos que se generan en México. por ahí leí que incluso 66% de las empresas no llegan ni al millón de pesos en facturación en sus primeros 2 años. según cifras de Bancomext.
$4,000,000.00 / 10 empleados = $400,000.00 pesos de ingresos al año por cada empleado en cifras simples ( sin reducirla costos de ventas, gastos operativos, etc) ¿por que nos sorprende que las empresas paguen mal si ni si quiera tienen la capacidad de generarse buenos ingresos para ellas mismas?
Toma a las mismas 10 personas y enséñales habilidades digitales (desde MKT, diseño web, programación, data analyst, financial analyst, Estrategia de ventas, etc.) en fin todos los roles que actualmente pueden encontrar en portales de trabajos remotos y que tienen demanda global los rangos de sueldos van desde $35,000 USD a poco mas de $100,000 USD para posiciones remotas, para ejemplo agarremos los peores salarios y comparemos.
10 empleados de PYMES mexicanas vs 10 individuos que ya sea como freelance o en agencia, realizan estos trabajos a mercados mejores pagados.
$4,000,000 de VENTAS vs $8,600,000 de INGRESOS ojo a la pyme habría que restarle aun los costos del producto, mientras que a los servicios si acaso algunos gastos operativos, oficinas, licencias, capacitaciones, etc. pero siempre tienes mejor margen de utilidad que un negocio tradicional legal. ¿te imaginas que esto sucediera a escala mayor en tu ciudad? que la orientación de las escuelas no fuera sacar otro Licenciado mas al mercado laboral, otro emprendedor de comida, otro mentalidad de tiburón y se preocupara por que tengas un nivel de ingles optimo y las habilidades mas demandadas... ¿por que esto no se da? y si somos conscientes de ello ¿por que espera a las instituciones públicas cuando todo puede venir de los privados?
El segundo punto es que no solo es menos dinero el generado por la PYME, también su distribución, por esos empleos si a caso pagar $1,000,000.00 de pesos a sus empleados en su conjunto, mientras que en el otro todos tienen la misma distribución. Mayor riqueza y mejor distribución de la misma en tu comunidad.
En lugar de poner a 10 taqueros a competir por surtirle el mismo taco a la misma persona, tendrías 1 taquero sirviendole tacos a 10 personas con buen poder adquisitivo. (se que es demasiado simplista, pero como decía uno de mis mejores maestro de economía, la economía de una localidad es simple si te enfocas en las personas y se vuelve compleja a medida que involucras instituciones, gobierno y dinámicas de mercado) por lo que creo que este ejemplo es valido.
Siento que el ambiente "emprendedor" de México es sumamente toxico, esta lleno de fakers, vende humo o incluso peor, gente que lo ha logrado y no comparte como su comunidad como también podrían lograr algo similar.
Al mexicano le han hecho pensar que solo se sale adelante a base de inversión extranjera, de vender los recursos, del turismo (que no es algo más que una casualidad geográfica) que pedo ¿nuestro cerebro no vale? ¿la educación enfocada a la generación de valor real? esperando a que por fin llegue un político que mágicamente nos lleve al primer mundo.
Aprender estas habilidades > emprender otra PYME tradicional (si eres joven y tienes esta inquietud te animo a que primero explores el primer camino)
Atracción de mejores salarios a la zona y generación de talento > Atracción de capitales extranjeros (si ya se que las cosas grandes sin imposibles sin ellos, pero la primera atrae a la segunda cuando el gobierno no pone las bases)
Nada de lo que pongo es nuevo, ni iluminado, incluso en este foro es cultura general y bien sabido, pero pareciera que el resto esta paralizado o lo ignora completamente.
¿que opinan? ¿conocen proyectos con este enfoque, con o sin lucro? ¿digo puras mamadas?
En fin, una disculpa por el orden del post y no tener un TLDR.
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2020.09.22 22:23 Agonia (Relación) Les comparto mí situación. En otros subs no me han respondido mucho y me interesa conocer sus opiniones ¿Tuvieron alguna experiencia similar o que consejos me darían?

Estuve en una relación con una mujer maravillosa. Pero, me perdió la confianza por tardar en estabilizarme. No estaba bien al iniciar la relación, me tomo mucho tiempo arreglarme. Me pasaron cosas que hicieron mucho daño a mí autoestima, mí motivación, mis ganas de vivir, sin amigos, con una familia toxica y malas costumbres. Después de un tiempo de conocerla, me enamoré perdidamente, ella también, sentí que podía ser feliz con ella. Es mí primera relación real, todo el inicio fue maravilloso. Teníamos planes de cuando vernos. En ese tiempo yo estudiaba en la universidad pero me había trabado por esos problemas mencionados anteriormente. A medida que pasó el tiempo debía conseguir empleo para poder ir con ella (quedamos en que viviríamos en su país). Pero ella aún quería que yo me recibiera para que pudiéramos tener buena vida. Tratando de conseguir empleo, estudiar y solucionar mis problemas termine por no lograr ni una cosa ni la otra. Los pocos empleos que conseguí los termine perdiendo, avance en los estudios pero volvía a trabarme. Fui avanzando en mí autoestima y maduración. Hablábamos todos los días casi todo el dia. Tuvimos momentos en que la comunicación fallo pero retomamos. Ella también fue negativa de a momentos y mencionaba a veces que la relación fallaría, que no teníamos mucho en comun. pero supimos salir adelante con eso, la apoye siempre que pude. Ella hacía lo que podía, le di a entender ciertas cosas que me pasaban pero nunca quedó del todo claro como estaba yo y eso se debió a qué ella dio mucho. Se recibió a tiempo y en 2018 pudo venir a visitarme y verme, gastando un dinero que era importante para ella. Después de eso se me hizo muy difícil exigirle cosas, sentí que no estaba en posición y termine ocultando ciertas cosas que me pasaban para que no influyera negativamente en la relación (error). Esos días que vino a mí pais todo fue más que perfecto se me abrió el corazón y el alma y a pesar de que no tuvimos suerte con nada fueron los días más felices de los dos. Pero al regresar ella a su país esperaba que todo lo que había dado por mí daría frutos y yo saldría adelante. Siempre trate de hacerlo pero siempre me bloqueaba por las emociones que me inundaban, esa sensación de fallar en todo. Fui saliendo adelante en 2019 pero tuvimos denuevo un problema en la comunicación y ella está vez no estuvo dispuesta a arreglarlo, empezó a pensar cosas sobre mí y sintió que yo no confiaba en ella. Se desilusionó y sintió que ya no le quedaba mas para dar. Todo esto no me lo dijo. Solo me dijo un día llorando que necesitaba que saliera adelante. No sé porque siempre me costó tanto. La pandemia empeoró todo, la preocupacion la volvió a poner negativa y en eso conoció a otro. Ella en vez de buscarme a mí para hablar empezó a hablar más con el. Yo cumplí 32 en julio y ella 26 en agosto. A pesar de mis intentos por arreglar todo el 28 de julio me dejó por el. Por mis errores y falta de compromiso arruine una relación de casi 9 años, una relación que era increible. Donde para mí lo bueno siempre estuvo muy por encima de los malos momentos. Donde ella aún con sus defectos es una persona maravillosa. Antes de que todo terminará, cuando yo sentí que la perdía fue cuando pude dar ese último gran paso en salir adelante, en el que di el 1000% de mi. Volví a conseguir un empleo. Esto a ella le pareció muy injusto, que recién cuando la perdi yo cambiara. Pero es que esos sentimientos negativos que me agobiaban ya eran una realidad, era un hecho que estaba perdiendo lo más importante para mi. Después de dejarme, obviamente le pedí que se quedará, insistí, mis sentimientos eran un torbellino. Sé que fue un error pero no sé hacen una idea de cuánto la amo, ella se lo tomó a mal. quedamos en no hablar unos días, luego retomamos la conversación en plan de ser amigos, ella en estos días estuvo muy dispuesta en quedar bien conmigo. Y en un momento tuvimos una charla sincera y dijimos muchas cosas, entendimos todo lo que había pasado y no era nada que no hubiéramos podido solucionar. Pero ella está pensando en tener una familia pronto más tardar a sus 28 quiere tener un hijo, yo también quiero familia con ella y pronto pero ella no ve que conmigo eso se de. La decisión ya estaba tomada de su parte. Seguimos hablando por un tiempo pero me bloqueo para dos meses por una situacion que se dio. Aún no pasan esos dos meses de bloqueo, pero estoy trabajando en mí, cambiando, ella lo sabe. Por la pandemia perdi denuevo el empleo, pero estoy consiguiendo otros, estoy capacitándome, hable con mí familia muchas cosas, me abrí más con conocidos, estoy denuevo en la facultad, hago ejercicios seguido, me levanto temprano, con el siguiente empleo que consiga lo ocúpare en psicólogos para mejorar lo que aún desconozca de mí que pueda seguir dañandome. A pesar del dolor de la ruptura sigo esforzandome día a día. No sé cómo deba retomar la conversación con ella, si ser distante o no. Ya no siento ese agobio que no me dejaba avanzar. Tengo planes, ambicion y un proyecto de vida. Sé que es tarde. Se que con el tiempo quizás encuentre a otra persona y tengo que tomarme esto como un aprendizaje. Pero ella era con quién quería estar, los sentimientos hacia ella son enormes, un futuro con ella era mí mayor sueño. Ella es una persona decidida y siempre busca avanzar, por lo que no creo que quiera regresar más allá de como le vaya con el otro, por el momento está en la etapa de enamoramiento con el. Pero, sabiendo también que es una persona capaz de dar mucho por amor no veo porque no podría hacer que funcione. Seguramente, si no funciona busque a alguien más, pero dudo que mire hacia atrás. A pesar de aceptarme a mí mismo y ser más positivo se me hace muy difícil perdonarme esto. Ya acepte la ruptura, estoy mejorando por mí pero también por si quiere regresar. Los sentimientos que tengo por ella son demasiado. Jamás quise dañarla, la amo mucho. Jamás le fui infiel, nunca mire a otra, siempre la apoye emocionalmente, siempre hice lo que pude por pasar tiempo con ella, siempre desperté todos los dias pensando en ella. Ojalá no se haga muy tarde y vuelva algún día. Pero sé que cuando una mujer se desiluciona se rompen muchas cosas. Reconozco todo lo que ella dio por mí y estoy más que dispuesto a perdonar todo. No es algo que haría por nadie más pero por ella si. Después de estos dos meses no sé que tanto deba hablarle o como. Se que fui un completo imbecil lo reconozco, no tengo excusas. No se porque me costó tanto, no sé porque estaba viviendo mí vida como espectador. Conociéndome, sabiendo que fue mí primer amor real y sabiendo que yo soy mí prioridad, aún así puedo decir con toda seguridad que se que ella es el amor de mí vida. Quizás en otro momento conozca otra compañera con la que forme una familia, no pienso estancarme esperándola ni tampoco arruinar nuevas relaciones por ella. Pero el amor de mí vida es ella, lo sé. Ojalá quiera regresar.
Ustedes con sus experiencias creen que en algún momento quiera regresar o solo seré un recuerdo para ella? Que piensan de toda la situacion? Tuvieron experiencias similares?
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2020.09.18 14:00 kong-dao Qué es el budismo (Jorge Luis Borges;Alicia Jurado)

Siddharta queda siete días en la soledad. Busca después a los ascetas que habitan en la selva; unos están vestidos de hierbas, otros de hojas. Todos se alimentan de frutos; unos comen una vez al día, otros cada dos días, otros cada tres (Nota propia: Adan y Eva también iban vestidos con hojas luego de comer "el fruto prohibido") Rinden culto al agua, al fuego, al sol o a la luna. Hay quien está parado en un pie y hay quienes duermen en un lecho de espinas.

Acaso no sea inútil señalar que el siglo VI a. de C., en que floreció el Buddha, fue un siglo de filósofos: Confucio, Lao Tse, Pitágoras y Heráclito fueron contemporáneos suyos.

Como Schopenhauer, los hindúes desdeñan la historia; carecen de sentido cronológico

La verdad, por escandalosa que sea, es que a los hindúes les importan más las ideas que las fechas y que los nombres propios.

El alma inmaterial es un espectador, un testigo, no un actor de las cosas. Cuando el cuerpo sutil o alma psíquica intuye esta verdad, cesa la unión del alma con la materia.

Como todas las religiones y filosofías del Indostán, el budismo presupone las doctrinas de los Vedas. La palabra Veda significa «sabiduría» y se aplica a una vasta serie de textos antiquísimos que, antes de ser fijados por la escritura, se transmitieron oralmente de generación en generación (Nota propia: Transmisión oral igual que el Taoismo y Confucionismo para evitar que los conocimientos sean "atrapados" por los que sabían leer y/o escribir)

Recordará el lector que Parménides análogamente negó que hubiera variedad en el mundo. Zenón de Elea, su discípulo, formuló sus paradojas para probar que las nociones corrientes del tiempo y del espacio conducen a resultados absurdos. Para Sankara hay un solo sujeto conocedor; su esencia es eterno presente.

Elige a su madre, la reina Maya (este nombre significa la fuerza mágica que crea el ilusorio universo), mujer de Suddhodana, que es rey en la ciudad de Kapilavastu, al sur del Nepal

Mara, dios del amor, del pecado y de la muerte, ataca entonces a Siddharta.(Nota propia: Mara: dios de la ilusión, es quien tienta a Buda cuando medita bajo "el árbol de la sabiduría" - situación similar cuando Jesús es tentado por el demonio en el monte)

Ya en los Vedas, Dios es el Hechicero que crea el mundo aparencial mediante la fuerza mágica de Maya, la ilusión (...) No existen Maya y Dios; Maya es un atributo de Dios, como el calor y el resplandor son atributos del fuego (...) El cosmos es la ilusión cósmica; el cuerpo, el Yo y la noción de Dios como creador son facetas parciales de esa ilusión.

La salvación debe buscarse en el Vedanta, que enseña la irrealidad de las cosas y la realidad de una sola cosa indeterminada: Dios o el alma. El Vedanta debe ser estudiado con un maestro, cuya lección final será: «Tú eres Brahman».

Como todas las religiones y filosofías del Indostán, el budismo presupone las doctrinas de los Vedas. La palabra Veda significa «sabiduría» y se aplica a una vasta serie de textos antiquísimos que, antes de ser fijados por la escritura, se transmitieron oralmente de generación en generación. El Korán es un libro sagrado, la Biblia es un conjunto de obras que fueron declaradas canónicas por diversos concilios; la índole divina de los Vedas ha sido en cambio reconocida en la India desde una época inmemorial. Himnos, plegarias, incantaciones, fórmulas mágicas, letanías, comentarios místicos y teológicos, meditaciones ascéticas e interpretaciones filosóficas integran los Vedas. Se entiende que son obra de la divinidad que, al cabo de cada una de las infinitas aniquilaciones del universo, los revela a Brahma; este, mediante las palabras de los Vedas, que son eternas, crea un nuevo universo. Así, la palabra piedra es necesaria para que haya piedras en cada nuevo ciclo cósmico.
La más famosa de las escuelas filosóficas, el Vedanta, tiene su raíz en los Vedas; Vedanta quiere decir «Final» o «Culminación de los Vedas». Se trata de un monismo panteísta, afín a las doctrinas occidentales de Parménides, Spinoza y Schopenhauer. Para el Vedanta hay una sola realidad, diversamente llamada Brahman (Dios) o Atman (alma), según la consideremos objetiva o subjetivamente. Esta realidad es impersonal y única; ni en el universo ni en Dios hay multiplicidad. Recordará el lector que Parménides análogamente negó que hubiera variedad en el mundo. Zenón de Elea, su discípulo, formuló sus paradojas para probar que las nociones corrientes del tiempo y del espacio conducen a resultados absurdos. Para Sankara hay un solo sujeto conocedor; su esencia es eterno presente.
Brahman destruye y crea el universo cíclicamente: ambas operaciones son de índole mágica o alucinatoria. Ya en los Vedas, Dios es el Hechicero que crea el mundo aparencial mediante la fuerza mágica de Maya, la ilusión. Dos motivos de muy diversa índole han sido sugeridos para justificar las periódicas emanaciones y aniquilaciones del universo; para unos, el proceso cósmico es natural e involuntario como la respiración; para otros es un juego infinito de la ociosa divinidad. Recordemos la sentencia de Heráclito: «El tiempo es un niño que juega a las damas; un niño ejerce el poder real», y el verso del místico alemán del siglo XVII, Angelus Silesius: «Todo esto es un juego que ejecuta la divinidad».

La doctrina del Vedanta se resume en dos afamadas sentencias: Tat twuam asi (Eso eres tú) y Aham brahmasmi (Soy Brahman). Ambas afirman la identidad de Dios y del alma, de uno y el universo. Esto quiere decir que el eterno principio de todo ser, que proyecta y disipa mundos, está en cada uno de nosotros pleno e indivisible. Si se destruyera el género humano y se salvara un solo individuo, el universo se salvaría con él (Nota personal: Si se salva un ser humano, también se salvaría la ilusión)
Otros maestros del Vedanta agregan que el error fundamental de las almas es identificarse con los cuerpos que habitan y buscar placeres sensuales, que las atan al mundo y son causa de sucesivas reencarnaciones.(Nota propia: Libro Tibetano de los Muertos) La ejecución desinteresada de los deberes que los Vedas imponen conduce a la salvación. Debemos amar al Creador, no a las criaturas.
Después de la muerte, el alma liberada es, a semejanza de Dios, pura conciencia, pero no se confunde con Dios, que es infinito. Esta es la doctrina de Ramanuja; otros afirman que las almas individuales se pierden en la divinidad como la gota del rocío en el mar.
(...)Schopenhauer escribe: «Uno son el torturador y el torturado. El torturador se equivoca, porque cree no participar en el sufrimiento; el torturado se equivoca, porque cree no participar en la culpa».

Los dioses viven muchos siglos, pero no son inmortales. Algunos habitan la cumbre del monte Meru; otros, palacios suspendidos en el aire. A medida que la jerarquía es más alta, los goces son menos físicos; la unión de los dioses inferiores es semejante a la de los hombres; luego, en categorías más elevadas, se realiza mediante el beso, la caricia, la sonrisa o la contemplación. No hay concepción ni nacimiento; los hijos, ya de cinco a diez años de edad, aparecen de pronto sobre las rodillas de la diosa o del dios que es su madre o su padre (según la tradición hebrea, Adán tenía treinta y tres años en el momento en que fue creado). Los dioses de la segunda región ignoran los deleites sensuales: su alimento es la alegría y sus cuerpos están hechos de materia sutil. Oyen y ven, pero carecen de gusto, olfato y tacto. En la tercera región los dioses son incorpóreos y viven en un puro éxtasis contemplativo que puede extenderse a veinte, cuarenta, sesenta u ochenta mil períodos cósmicos.

Para Schopenhauer, hay en el mundo una sola esencia, la Voluntad, que asume todas las formas del universo; la transmigración es un mito que presenta de un modo sucesivo esa realidad eterna y ubicua.

Hemos dicho que cada encarnación determina la subsiguiente; esta determinación constituye lo que las escuelas filosóficas de la India llaman el karma. La palabra es sánscrita y deriva de la raíz kri, que significa «hacer» o «crear». El karma es la obra que incesantemente estamos urdiendo; todos los actos, todas las palabras, todos los pensamientos —quizá todos los sueños— producen, cuando el hombre muere, otro cuerpo (de dios, de hombre, de animal, de ángel, de demonio, de réprobo) y otro destino. Si el hombre muere con anhelo de vida en su corazón, vuelve a encarnar; es como si, al morir, plantara una semilla.

Radhakrishnan ha definido el karma como la ley de la conservación de la energía moral. También podemos considerarlo una interpretación ética de la ley de causalidad
El karma obra de un modo impersonal. No hay una divinidad de tipo jurídico que distribuye castigos y recompensas; cada acto lleva en sí el germen de una recompensa o de un castigo que pueden no ocurrir inmediatamente, pero que son fatales.

La teoría platónica o pitagórica de la transmigración presupone un alma que transmigra, una pura esencia inmortal que se aloja en un cuerpo y después en otro; el budismo, en cambio, niega la existencia de un Yo y recurre al karma para asegurar una continuidad de las diversas vidas.

En el budismo hay seis condiciones para el hombre después de la muerte. Se las llama los Seis Caminos de la Transmigración y se las enumera así: 1) La condición de dios (deva). Estos seres han sido heredados de la mitología indostánica y, según ciertas autoridades, son treinta y tres: once para cada uno de los tres mundos. Deva y Deus proceden de la raíz div, que significa «resplandecer». 2) La condición de hombre. Esta es la más difícil de lograr (...) sólo los hombres pueden alcanzar el nirvana. 3) La condición de asura. Los asuras son enemigos de los devas. Afines a los asuras son los nagas, serpientes de rostro humano (Nota personal: ver diosa taoista Nuwa) que moran en palacios subterráneos, donde conservan los libros esotéricos del budismo. 4) La condición animal. La zoología budista los clasifica en cuatro especies: los que no tienen pies, los que tienen dos pies, los que tienen cuatro pies y los que tienen muchos pies. Los jatakas refieren vidas anteriores del Buddha en cuerpos de animales. 5) La condición de preta. Son réprobos atormentados por el hambre y la sed; su vientre puede ser del tamaño de una montaña y su boca como el ojo de una aguja. Son negros, amarillos o azules, llenos de lepra y sucios. Algunos devoran chispas, otros quieren devorar su propia carne. Suelen animar los cadáveres y merodear por los cementerios (Nota personal: ¿Necromantes?) 6) La condición de ser infernal. Sufren en lugares subterráneos, pero también pueden estar confinados en una roca, un árbol, una casa o una vasija. El Juez de las Sombras habita en el centro de los infiernos y pregunta a los pecadores si no han visto al primer mensajero de los dioses (un niño), al segundo (un anciano), al tercero (un enfermo), al cuarto (un hombre torturado por la justicia), al quinto (un cadáver ya corrompido). El pecador los ha visto, pero no ha comprendido que eran símbolos y advertencias. El Juez lo condena al Infierno de Bronce, que tiene cuatro ángulos y cuatro puertas; es inmenso y está lleno de fuego. Al fin de muchos siglos una de las puertas se entreabre: el pecador logra salir y entra en el Infierno de Estiércol. Al fin de muchos siglos puede huir y entra en el Infierno de Perros. De este, al cabo de siglos, pasará al Infierno de Espinas, del que regresará al Infierno de Bronce.

Predica una Vía Media: el Sagrado Óctuple Sendero, al que conducen las Cuatro Nobles Verdades. Estas verdades son: el sufrimiento, el origen del sufrimiento, la aniquilación del sufrimiento y el camino que lleva a la aniquilación del sufrimiento, o sea, el Óctuple Sendero (...) ¿Qué es el sufrimiento? El Buddha responde: «Es nacer, envejecer, enfermarse, estar con lo que se odia, no estar con lo que se ama, desear y anhelar y no conseguir». ¿Cuál es el origen del sufrimiento? ¿Cuál es el camino que lleva a la aniquilación del sufrimiento? El Buddha responde: «Es el Sagrado Óctuple Sendero: recto conocimiento, recto pensamiento, rectas palabras, rectas obras, recta vida, recto esfuerzo, recta consideración y recta meditación». Estas normas integran una Vía Media (Nota personal: Confucio - El Justo Medio) (...) La doctrina, observa Köppen, no es dogmática ni especulativa; es moral y práctica.

Nirvana es la palabra sánscrita que, etimológicamente, vale por «apagamiento», «extinción»; también cabría traducir «el extinguirse» o «el apagarse».

En cambio, el budismo niega, adelantándose a Hume, la conciencia y la materia, el objeto y el sujeto, el alma y la divinidad. Para las Upanishadas, el proceso cósmico es el sueño de un dios; para el budismo, hay un sueño sin soñador. Detrás del sueño y bajo el sueño no hay nada. El Nirvana es la única salvación (...) Schopenhauer, que tanto ha influido en las interpretaciones occidentales de la doctrina del Buddha, considera que Nirvana es un eufemismo de la palabra nada (...) Alcanzado el Nirvana, antes de la muerte, las acciones del santo ya no proyectan karma alguno; puede prodigar bondades o cometer crímenes, y estos no engendran recompensa ni castigo, ya que está libre de la Rueda y no renacerá.

Para nosotros, la extinción de una llama equivale a su aniquilamiento; para los hindúes, la llama existe antes de que la enciendan y perdura después de apagada. Encender un fuego es hacerlo visible; apagarlo, es hacerlo desaparecer, no destruirlo (...) Lo mismo ocurre con la conciencia, según el Buddha: cuando habita el cuerpo la percibimos; cuando muere el cuerpo desaparece, pero no cesa de existir.

De Aristóteles se dijo que por la mañana confiaba sus pensamientos íntimos a unos pocos alumnos; por la tarde, comunicaba a un grupo más amplio una versión popular. La primera doctrina era la esotérica; la otra, la exotérica. Lo mismo ocurre con Pitágoras y con Platón y, también, con el Buddha.

El ideal del Buddha ha sido reemplazado por el del Bodhisattva, un hombre que se propone llegar a Buddha al cabo de innumerables encarnaciones.

El Hinayana afirma que en el Nirvana desaparecerán la vista, el tacto, el olfato, el gusto y la audición, y compara al elegido con una lámpara apagada. Nagarjuna declara que lo que no existe no puede desaparecer ni continuar. El Nirvana equivale a la concepción de que nada existe; el Samsara ya es el Nirvana y se identifica con el principio absoluto que hay detrás de las apariencias. El hombre que sabe que no es ha alcanzado el Nirvana; el vasto universo astronómico no es menos irreal que ese hombre. Quien se confunde con los otros y con todo lo otro ya ha logrado la meta (Nota personal: taoismo)

En uno de los tratados que se titulan Ápice de la Sabiduría, se lee que todo, para el sabio, es mera vacuidad, mero nombre; también es mera vacuidad y mero nombre el Ápice de la Sabiduría (Nota personal: taoismo)

Hay una carrera intermedia, la del Pratyeka Buddha, el santo solitario que, sin ayuda de maestros, llega a ser Buddha, pero que no puede comunicar su iluminación.

En el Hinayana no hay sacerdotes,hay monjes; el lamaísmo, en cambio, nos muestra una vistosa jerarquía, cuyas dos cabezas —el Dalai-Lama o Glorioso Rey y el Pantchen-Lama o Glorioso Maestro— ejercieron, como los Papas medievales, el poder temporal y espiritual.

(...) el lamaísmo, como la doctrina cristiana, concede una decisiva importancia a la hora de la agonía. Llegada esa hora, o aun después de la muerte, un sacerdote lee al moribundo o al cadáver el libro que se llama Bardo-Thödol o Liberación por el oído, que consta de una serie de instrucciones para el viajero en los reinos de la muerte (...) Una vez enterrado el cadáver, la ceremonia continúa; su duración es de cuarenta y nueve días y se ejecuta ante una efigie que representa al muerto. La efigie finalmente se quema.

El confucianismo es menos una religión que un sistema ético y social; el taoísmo enseña, como el budismo, la irrealidad del universo. Es famosa la parábola de Chuang-Tzu, otro de sus maestros: «Chuang-Tzu soñó que era una mariposa y no sabía, al despertar, si era un hombre que había soñado ser una mariposa o una mariposa que ahora soñaba ser un hombre».

Cuando en el año 526 el patriarca Bodhidharma arribó a la China, el emperador se jactó de los numerosos monasterios que había fundado y de la cantidad creciente de monjes; Bodhidharma le dijo que tales cosas pertenecían al mundo de las apariencias y que no había ganado ningún mérito. Luego, se retiró a meditar. Según una leyenda, pasó nueve años en silencio ante un muro, donde quedó impresa su imagen. Fundó la secta de la meditación (Ch’an), que daría origen en el Japón al budismo Zen.
(...)
Los monjes eran, por lo regular, gente ignorante reclutada entre los campesinos y tampoco recibían una instrucción general en el monasterio.

El budismo tántrico cree que la iluminación sólo puede obtenerse por medio de una doctrina esotérica que el maestro, el guru, enseña oralmente al discípulo, el chela, y que no podemos hallar en las escrituras sagradas. Las prácticas comprenden tres métodos: la repetición de fórmulas, los gestos y danzas rituales y la meditación que nos identifica con determinadas divinidades (...) Para ayudar a la imaginación existe una tradición pictórica: ciertos mándalas representan a las divinidades y otros son símbolos de los Buddhas o del universo.

(...) el primer ejemplo de intuición instantánea que en el Japón se llama satori; equivale a lo que sentimos al percibir de golpe la respuesta a una adivinanza, la gracia de un chiste o la solución de un problema.
(...)
Nuestros hábitos mentales obedecen a los conceptos de sujeto y de objeto, de causa y efecto, de lo probable y de lo improbable y a otros esquemas de orden lógico que nos parecen evidentes; la meditación, que puede exigir muchos años, nos libra de ellos y nos prepara para ese súbito relámpago: el satori.
Desconfiar del lenguaje, de los sentidos, de la realidad del pasado propio o ajeno y aun de la existencia del Buddha, son algunas de las disciplinas que debe imponerse el adepto. (Nota personal: Desconfiar, cuestionar, dudar, filosofar)

Para provocar el satori, el método más común es el empleo del koan, que consiste en una pregunta cuya respuesta no corresponde a las leyes lógicas.

«La felicidad es de aquel que tiene nada, que ha dominado la doctrina y ha alcanzado la sabiduría. Mira cómo sufre el que tiene algo. El hombre está encadenado al hombre».

Aclaremos que infinito no es, para el budismo, un sinónimo de indefinido o de innumerable; significa, como en las matemáticas, una serie sin principio ni fin. Nuestro pasado no es menos vasto ni menos insondable que nuestro futuro.
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2020.09.10 18:00 Enchilada_McMustang Sobre la afirmación “los capitalistas oprimen a los trabajadores y les roban la plusvalía”

Estoy aburrido de escuchar esta afirmación proveniente de la teoría marxista sobre que en las relaciones laborales los capitalistas oprimen a los trabajadores, y que el empleador tiene más poder que el trabajador simplemente porque el primero pertenece a la clase capitalista y el segundo a la clase trabajadora. Es de una falta total de conceptos pensar así y voy a explicar por qué.
En todas las relaciones humanas se pueden dar conflictos de intereses, en una relación laboral el empleador va querer pagar lo menos posible para quedarse con más ganancia para él, mientras que el empleado va querer cobrar más por la misma razón. Este tipo de conflictos donde hay intereses encontrados siempre van a existir. El comprador va querer un precio más barato y el vendedor uno más alto, el consumidor va a querer que la porción sea más grande mientras que el restaurante va querer que sea más chica, etc. Los marxistas quieren hacerte creer que ese tipo de conflictos de interés van a desaparecer si se “eliminan las clases sociales” pero eso es falso porque la raíz de esos conflictos no tienen nada que ver con el concepto de clase que tiene cero asidero científico además. Esos conflictos de interés siempre existieron y siempre van a existir, lo único que podemos hacer al respecto es buscar que esos conflictos se resuelvan de la manera más provechosa para la sociedad.
En la producción de cualquier cosa intervienen tres factores principales: tierra, trabajo y capital. El dueño del recurso más escaso siempre va a tener más poder en una negociación con los dueños de los recursos más abundantes. Imaginemos una situación hipotética donde a través de una herencia recibieras una clínica odontológica con todo el equipamiento, pero como no sos odontólogo si bien tenes la tierra y el capital, te falta el trabajo para ponerla a funcionar. Supongamos que en esa ciudad hay solo un odontólogo disponible, vos vas y le ofreces: “yo pongo el capital, vos pones el trabajo, y vamos 50/50”. Pero como el odontólogo sabe que es el único disponible te puede decir: “solo acepto si yo me quedo con el 90% y vos con el 10%”. Ahí te encontrarías ante una encrucijada, porque tus opciones serían quedarte con el 10% de la ganancia o con el 100% de nada. Lo lógico sería que aceptes el 10% porque de lo contrario estarías ganando $0. Algo así es lo que explica el marginalismo, que tus pérdidas no son solo lo que perdés, sino también lo que dejas de ganar.
Con este ejemplo tan simple demostramos que el poder en una negociación no lo tienen el que pertenezca a determinada clase como dice el marxismo, sino que lo tiene el que aporta el recurso más escaso a la producción. Es la misma razón por la que Messi gana más que el presidente del Barcelona, porque Messi aporta el recurso más escaso, en este caso trabajo de la mayor calificación posible; o por qué el almacenero de la esquina gana tan poco, porque el recurso que aporta, el almacén (capital), no es escaso, si él quisiera cobrar precios altos, simplemente irías a otro almacén de la misma calidad, pero si no le pagas a Messi lo que él quiere difícilmente vas a encontrar a otro futbolista de la misma calidad.
Esto además tiene una consecuencia que es muy provechosa para la sociedad, y es que si queremos tener más poder en esos conflictos de interés necesitamos capacitarnos en una profesión que sea muy demandada y que a su vez no existan suficientes profesionales en el área para cubrir la demanda, es decir que sea escasa. Esta búsqueda de poder, es lo que nos lleva a tener millones de personas especializándose en áreas súper complejas avanzando nuestros conocimientos de manera antes impensada. Podrá parecer que lo hacen por amor al arte, pero la realidad es que la mayor parte lo que busca es tener más poder cuando se enfrenta a los inevitables conflictos de intereses, lo que les permite quedarse con una mayor parte de la ganancia. Esta misma competencia también se da entre los capitalistas, que están compitiendo entre ellos por tener el capital más escaso también.
La conclusión de esto es que el cajero de un supermercado no gana poco porque el capitalista lo está explotando, gana poco porque el recurso que ofrece es muy abundante, y el dueño del recurso más escaso siempre podría buscar alguien que ofrezca el mismo recurso de la misma calidad a un menor precio. Pero es exactamente esto lo que hace que tantos salgamos a buscar capacitarnos para ofrecer recursos más escasos que nos den más poder en esos conflictos de interés. Si tuviéramos el mismo poder de negociación siendo cajeros que siendo neurocirujanos, difícilmente muchos se pasarían 12 años estudiando en la facultad.
Ahora pensemos cuál sería la alternativa a este malvado libre mercado. Si los que aportan los recursos no negocian entre ellos, es porque habría alguien sobre ellos decidiendo, como por ejemplo el estado. En este caso los que tendrían poder sobre las negociaciones serían los políticos y burócratas, no los que aportan los recursos. Entonces, si vos quisieras tener más poder en este tipo de conflictos de interés que harías, ¿intentarías ser un doctor o un ingeniero con un conocimiento super escaso, o intentarías ser un político o burócrata que no aporta nada pero toma las decisiones desde el estado?
Me parece que queda más que claro en qué sistema se alienta la creación de riqueza, y en cual se crea una sociedad mucho más pobre, con muchísimos menos doctores, ingenieros, químicos, matemáticos, etc.
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2020.09.09 00:24 Major_Fox_5812 Pelicula

Alguien recuerda sobre una pelicula futurista que encuenta en un barco degradado un libro sobre amor y al buscar sobre que era el amor no encontraba resultados y viaja al pasado en busca de la autora y al final se enamora de ella
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2020.09.08 05:24 Josecocal La cruda realidad del NoFap

Primero que nada, una disculpa por hacer este post en español. Yo se que este es un foro totalmente en español, sin embargo estoy aqui para todos aquellos que tienen un problema de masturbacion y adiccion a la pornografia. Comparto aqui mi post, porque en Latinoamerica no contamos con una comunidad tan grande y solidaria.
Si estas aqui es porque probablemente tengas un problema se addicion como yo ¡asi que venga ya!
Seguramente te encontraras con muchos videos acerca del NoFap, muchisimos foros compartiendo sus experiencias e historias de aquellos valientes que decidieron cambiar su estilo de vida.
Si buscas exito, fama, conseguir novia o ganar un cuerpo espectacular solo por dejar de pajearte y ver porno pues dejame decirte que esto no es para ti. ¡Sin embargo es el primer paso para la grandeza!
El NoFap no es un reto, ni una solucion a tus problemas. El NoFap es un estilo de vida, una disciplina. Y seguramente si te estas adentrando al estilo de vida de control mental y espiritual de tus impulsos te sentiras frustrado, aveces los beneficios no se manifiestan o se disipan con el tiempo.
La realidad es que nunca se trato de dejar la masturbacion o evitar el porno a toda costa. Se trata de la disciplina que esto conlleva. El NoFap se trata de mejor tu calidad de vida, se trata de ganar fortaleza mental al no dejarte llevar por tus impulsos mas primitivos. El NoFap se trata de autosuperacion, de amor propio y fuerza de voluntad.
Es dificil, yo lo se. Es una lucha constante dia tras dia. Sin embargo, cada dia es una victoria. Ese es el verdadero beneficion, la confianza y el orgullo que ganamos con cada dia se abstinencia y control mentral sobre nuestra estupida necesidas.
NO HAGAS EL NOFAP SOLO POR LOS BENEFICIOS! Asi no funciona esto. Esto se trata de mejorar tu valor como hombre y tu estilo de vida. Cuando menos te des cuenta, estaras en un peldaño que nadie te bajara. Estaras en una posicion en donde cualquier critica, rechazo o situacion no te tumbara. Porque el peor enemigo que tienes eres tu.
Eres un guerrero! Solo que no lo sabes porque te la pasas todo el dia pajeandote. Tienes tanto potencial, que lo desperdicias viendo porno horas y horas. Administra tu energia, no la gastes en impulsos idiotas que al final de cuentas te haran sentir de la mierda y como un pervertido.
Sobre todo, la clave para el NoFap es hablarlo. La masturbacion y la adiccion al porno son tabus en nuestra sociedad. Tenemos problemas con esto porque no podemos pedir ayuda. Hablalo con alguien cercano a ti. Cuando lo hagas le quitaras poder a este habito que tanto afecta a nuestra salud mental. Quitale poder y sera mucho mas facil.
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2020.09.01 20:16 Solo_para_brujos AMARRES de AMOR Que si funcionan rápido PODEROSOS,

AMARRES de AMOR Que si funcionan rápido PODEROSOS,
AMARRES de AMOR Que si funcionan rápido PODEROSOS, INMEDIATOS! esto si es verdadera brujería, no más mentiras, de charlatanes y falsos brujos, que solo te van a robar, no hagas caso de esos amarres BARATOS Que sólo son de charlatanes y te van a robar tome en cuenta no busques precios busca brujos de verdad que si vamos a resolver tu problema de amarres o regresos de pareja) con solución inmediata! si quieres a tu pareja a tu lado, solo con BRUJERÍA 100% real, no dudes en contactarme a mi teléfono 55 45 69 28 28 desde la ciudad de México se reciben llamadas de todo el mundo con respuesta inmediata! sin importar en que país te encuentres, checa :: Tiene que realizarte ((rituales)) para que realmente fluya brujería si no! Sólo son charlatanes y te están mintiendo y jamás vas a tener resultados!! te recuerdo las brujería hace efecto!!inmediatamente! cuando nosotros (brujos de VERDAD!) pronunciamos invocaciones y conjuros En toda ceremonia de brujería donde tú vas a participar forzosamente por teléfono sin desplazarte a ningún lugar

Es momento que ya vuelvas a ser feliz, tu pareja va a regresar en promedio ((3 días)) REALES con verdadera BRUJERÍA NEGRA, no dejes de pasar más tiempo para que no se agrave tu problema y es tu solución INMEDIATA!, no más engaños de esos charlatanes y falsos brujos que solo se dedican a robar, recuerda es lo que más abunda en anuncios de internet y no importa de que país sea en todo mundo hay charlatanes como brujos verdaderos antes de decidir Piénsalo bien para que no te roben charlatanes y falsos brujos.
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2020.09.01 20:05 Solo_para_brujos LOVE MOORINGS💘 Immediate!

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MANY YEARS OF IMPECCABLE TRAJECTORY!
Mis 30 años de EXPERIENCIA me han iluminado para tener el poder suficiente para enfrentar los casos más difíciles de resolver, evaluaré tu caso o tu problema AMOR, y juntos podríamos encontrar la SOLUCIÓN que tanto buscas para tu problema a través de un lazo de amor, magia negra, magia blanca o brujería o dúo siempre habrá una opción para que vuelvas a disfrutar del amor cuando regreses con tu pareja lo antes posible sin importar en qué país te encuentres la solución es inmediata y lo más importante cosa te vas a vivir la brujería con la que te voy a presentar y te devuelvo a tu pareja contigo, recuerda mi numero de telefono️ 55 18 18 88 44 de mexico
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