Meu namorado é mais atraente do que eu

Mais uma coisa... (Ou, falando sobre mensagens que recebi)

2020.11.02 02:33 bigbosshell Mais uma coisa... (Ou, falando sobre mensagens que recebi)

Fiz um post outro dia, sobre minha história, e dicas. No geral ele foi bem aceito. Alguns de vocês me mandaram mensagem, pedindo opiniões, dicas, e coisas do gênero. Resolvi vim falar sobre uns assuntos que achei pertinente. Provável textão novamente.
Sobre pipis: Falo um pouco sobre isso no outro post, mas acabou que vocês vieram a mim com esse assunto. Porque eu digo com convicção que o tamanho não é tão importante quanto vocês pensam ? Primeiro porque a penetração NORMALMENTE não é o ponto que mais vai excitar uma mulher. E acredite se quiser, muitas delas nem ao menos sabe disso. Existem formas óbvias de dar prazer que não envolve penetração, e disso, todo mundo sabe. Como eu tenho um ciclo de amizades que é basicamente 90% feminino, acabo ouvindo muitas coisas que de repente vocês não sabem. Por exemplo, na minha opinião a penetração é basicamente o finalizador do sexo. Se você iniciou bem, a menos que seu pau tenha menos de 6cm é bem provável que a sua parceira vai chegar lá. E se você terminar antes, e ela não chegar, você tem a língua. Só não seja preguiçoso que tudo vai dar certo. E também muito da excitação também vem de fetishes. Vou falar mais a baixo sobre isso.
Liberdade e fetiche: Isso é o mais importante, não se escondam. Duas pessoas que me mandaram mensagem me chamaram atenção em relação a isso, porque se acham estranhas com seus fetiches. Primeiro, vocês não estão sozinhos. Todo e qualquer fetiche já tem gente explorando a muito tempo. Talvez, você se esconder é o que torna menos conhecido. Converse com seu parceiro e não julgue. Existem homens com a cabeça meio fechada, fato. E provavelmente também mulheres, mas na minha experiência normalmente são homens. Por exemplo, julgam a menina pelo que ela gosta no sexo, e com base nisso, levam a sério ou não. Uma pequena história pra ilustrar: Tinha uma menina, que tinha um fetish em sexo anal. O namorado não deu ouvido, e quando ela falou sobre querer dar o cu, ele a chamou de puta e não quis. Então, eu comi o cu dela. Fim. Você não é obrigado ou obrigada a aceitar nenhum fetiche, mas ninguém vai deixar de experimentar nada por sua causa. Tenha isso em mente. E não negue sua sexualidade, ela é muito importante !
Atração e beleza: Beleza importa ? Claro. A primeira vista é o que vai chamar a atenção. Mas só a primeira vista. Então não se preocupe tanto assim com sua aparência. Existe um padrão do que a maioria das pessoas acham bonito sim, mas eu mesmo fujo desse padrão. Peitão e bundão não me chamam a atenção, gosto de gordinhas por exemplo. Ou magrinhas durinhas. Panicat não me estimula. Então, existe alguém que vai te achar atraente seja lá como você for. Você não precisa ser desejado ou desejada por todo mundo, se você não quer viver de primeira impressão, sua beleza não vai contar tanto assim.
CONTINUA EM OUTRO POST QUANDO EU TIVER ANIMADO PRA ESCREVER.
Vocês são bem vindos no meu chat.
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2020.10.06 20:47 fallentower Meu namorado (27) diz não ter tempo pra mim (23) por conta dos estudos

Então, nos conhecemos em julho e começamos a namorar praticamente um mês depois. Ele é estudante de medicina e bissexual, eu sou gay e formado em direito estudando pra oab. Nosso primeiro encontro foi sensacional, e praticamente transamos 3 dias depois na casa dele, ele chegou a fazer um jantar com minha comida favorita e trouxe vinho pra esse dia.
Mas agora que ele começou a semana de provas vive não tendo tempo pra mim, mas diz que me ama e que quer muito que moremos juntos. Quando eu envio um áudio ou alguma mensagem ele visualiza e não responde, demora cerca de um dia pra responder, maaas ele vive no twitter interagindo com pessoas da área, inclusive com outros caras gays bem atraentes.
O ápice agora foi que eu mandei um áudio de 1 min pela manhã e ele só abriu a conversa e visualizou sem ouvir, e tá interagindo agora a tarde de boa no twitter, aí fui stalkear o insta dele e percebi que ele acabou de dar like numa foto de um carinho bem malhado, e inclusive seguiu recentemente porque até ontem ele não seguia esse cara.
Edit: Nossas conversas desde que não nos vemos SÓ giram em torno da faculdade dele e sobre ele, mas por ele ter a vida bem mais movimentada que a minha eu acabo ouvindo e comentando de boa.
2º Edit: Ele é bolsista prouni integral na faculdade, não sei se interfere em algo mas talvez seja bom dizer.
Detalhe, ele disse que só vai poder me ver dia 24 de out, sendo que estamos há umas 3 semanas sem nos ver.
Gostaria de saber a opinião de vocês sobre isso, não me considero muito experiente porque é basicamente meu segundo namorado, e perdão pelos possíveis erros na publicação do post, não uso muito o reddit. Me ajudem!
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2020.08.18 01:59 EuRoddy Sou rejeitado por ser fora dos padrões

Amigos, preciso de ajuda.
Sou homem, carioca, tenho 28 anos, sou negro e gay. Embora eu seja uma pessoa normal, não tenho traços bonitos, meu rosto é coberto de cicatrizes e manchas de acne e foliculite, sou alto e desengonçado e sempre tive dificuldade em ganhar peso. Ou seja, sou feio. Talvez isso não seria um problema se minha vida não fosse tão triste...
Desde muito pequeno, sempre soube que era diferente. Embora gostasse de "coisas de menino", sempre percebi que a figura masculina me atraia muito mais que a feminina. Mas, por conta do enorme preconceito do ambiente familiar e na escola, tentei, por muitos e muitos anos, refrear qualquer tipo de sentimento homoafetivo. Sempre busquei me aproximar dos homens apenas como forma de amizade. Felizmente, pude ter alguns amigos ao longo dos ensinos fundamental, médio e superior. Apesar disso, o bullying foi uma constante na minha vida. Sempre fui humilhado, ridicularizado e até agredido fisicamente na minha infância e adolescência por ser um menino sensível, péssimo nos esportes e, sim, feio. Não bastasse a humilhação por parte dos meninos, também era rejeitado por muitas meninas. Na minha tentativa fracassada de tentar ser hétero, acumulei apenas frustrações. Conclusão: terminei o ensino médio, com 17 anos sem sequer ter beijado na boca.
Entre 2010 e início de 2012, passei um dos períodos mais solitários da minha vida. E foi nesse período que minha saúde mental piorou. Ao ter meu primeiro contato com a pornografia gay, me dei conta de que por mais que tentasse, era impossível mudar a minha natureza. Ou seja, eu era gay e teria que me conformar. Porém, logo me dei conta de que ser gay não seria fácil. Além de ter a certeza de que jamais poderia me assumir por conta da religião da minha família, me dei conta de que o meio gay tem um gosto em que não me encaixava: homens brancos, musculosos e bonitos. Exatamente o contrário do que sou.
Quando comecei a faculdade, felizmente encontrei um ambiente diferente de tudo que até então tinha experimentado. Mantendo minha sexualidade escondida, fiz amizades, fui respeitado, saí, me diverti. Porém, faltava algo. Nunca havia namorado. Sequer tinha ficado com alguém. Estava eu com 23 anos sem sequer saber o que era tocar em uma pessoa. Até que, por influencia de amigos, cometi um dos piores erros da minha vida. Tentei namorar uma amiga, a única pessoa que, até então, demonstrou abertamente ter gostado de mim como homem. Meu desespero em me sentir uma pessoa normal falou mais alto, e eu investi nesse relacionamento desde o princípio fadado ao fracasso. Foi nela em quem dei meu primeiro beijo. Mas foi só isso. Embora eu tentasse, não sentia atração sexual por ela. Por mais carinhosa que fosse, eu sabia que não era aquilo que eu queria pra mim. Mas eu não poderia dizer porque tinha vergonha e medo demais para assumir que era gay. Até que um dia, tivemos uma discussão por conta de um amigo que ela não gostava e nossa tentativa de ficada acabou poucos meses depois. Pelo menos eu saí da faculdade tendo beijado na boca. Mas ainda virgem. Aos 25 anos...
O tempo passa. Me limito a saciar minha sexualidade com pornografia e masturbação. Mas só quando dava, porque dividia o quarto com meu irmão. Em 2018 entro no mestrado. Pouco mais de um ano depois, começo a escrever minha dissertação, termino meu estágio numa boa empresa e agora tenho tempo de sobra pra ficar em casa. E foi aí que a coisa piorou mais ainda. Novamente solitário, vieram a ansiedade e os sintomas de depressão. Não tinha ânimo para nada, sentia apenas o desespero por viver uma vida de merda, sem emprego, fazendo algo que detestava, e sem nunca ter tido a oportunidade de ser quem eu realmente era. Até que, decido a finalmente viver minha sexualidade, criei uma conta em um app de encontros gay, o Grindr. Tentando ter minha primeira experiência sexual, já aos 27 anos, acabei dando de cara com outra realidade: a do preconceito no mundo gay. Sendo negro, pobre, magro e fora de qualquer ideal estético, só encontrei mais rejeição. Algumas poucas e raríssimas vezes, tive momentos de felicidade ao não ser bloqueado por alguns caras, a maioria desses apenas por causa do meu pênis, certamente a minha única qualidade reconhecida pelos gays. Por quatro meses, busquei me relacionar com alguém, sem nenhum êxito. Até que em 4 de março desse ano, tive a chance que mais queria. Perder a virgindade. Mas o que parecia bom, foi na verdade uma das piores sensações da minha vida. Ao chegar na casa do rapaz, que morava a uns 500m da minha casa, me foi dado apenas o direito de fazer sexo oral e receber o esperma dele. Migalhando um pouco de prazer, me arrisquei fazendo sexo sem camisinha com um cara que nunca tinha visto na vida. Não rolou beijo, não rolou conversa, não rolou carinho. Apenas tive 10 minutos de sexo e fui pra casa. Uma semana depois, conheci outro cara, de 38 anos, lindo. Definitivamente a melhor coisa que poderia acontecer. Quando nos encontramos, ele pegou na minha mão, conversou comigo e me deixou à vontade. E transamos. Ou melhor, tentamos. Dessa vez, a minha total inexperiência me brochou. Ele gozou, eu não. Aliás, também não gozei na minha primeira transa. Perguntei a esse cara se eu o tinha decepcionado, ele disse que não, que deu errado pelo nervosismo. Acreditei nisso. Até que um dia, ele me chamou para ir à casa dele, à noite. Por medo de dar errado de novo, e pra não gerar desconfiança em casa, não fui. E o cara que eu achei compreensivo, e o primeiro homem que beijei, aos 27 anos, passou a me ignorar. Semana passada, tive uma das piores crises de ansiedade que já senti. Chorei de domingo a sexta. Tentando me aproximar dele de novo, pedi sua ajuda. Disse que estava me sentindo mal. Perguntei a ele se ele tinha me achado realmente atraente, se ele sentiu tesão em mim. Ele disse que iria responder, que estava digitando e que mandaria a resposta quando pudesse. Até agora nenhuma resposta. Me senti rejeitado de novo. Mas nada está ruim que não possa piorar...
Continuando minha busca por viver minha sexualidade, encontro cada vez mais nãos. Quando inicio uma conversa enfiando foto, sou bloqueado. E nas situações em que a conversa passa do oi, todo interesse do outro lado acaba quando mostro meu rosto e meu corpo. Cada vez mais minha autoestima diminui. Me sinto um lixo. Desde janeiro faço academia, já ganhei peso (embora ainda magro), tenho cuidado da pele do rosto e já até adotei um penteado mais moderno, mas tudo que eu tento fazer para ser alguém atraente de nada adianta. Sou preterido por ser fora dos padrões. Me sinto feliz por saber que ao menos uma vez pude beijar e me relacionar com alguém. Mas a certeza de que dificilmente irei encontrar alguém com quem possa dividir bons momentos me entristece demais. Aos 28 anos, nunca namorei. Nunca soube o que é me apaixonar. Não sei o que é sair com um namorado. Não sei o que é ser amado. E por mais que eu tente ser bom nas outras áreas da minha, a solidão é dolorosa demais. Sinto vontade de morrer. Minha comunidade me rejeita.
Sou infeliz.
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2020.07.25 02:30 kihsik Enviei um nude pro meu namorado e agora não paro de chorar

Enviei uma foto, um nude pro meu namorado ele nunca tinha visto essa parte do meu corpo... Só que agora não paro de me sentir mal, mesmo que a reação dele tenha sido positiva. A culpa não é dele por eu estar me sentindo assim, eu me sinto sem propósito e errada por ter feito isso...Como se eu fosse vazia,me sinto muito impura.Me dói pensar que não posso voltar atrás parece que eu perdi algo e não sou mais interessante, sem falar na sensação bosta de se sentir estranha e mal com o próprio corpo, me sinto insegura e a minha mente não para de ecoar me lembrando que sou 0 atraente. Tenho sérios problemas de autoestima, odeio alguns traços da minha personalidade, me sinto fraca por ser sensível e intensa pra caralho, odeio todo o meu corpo, todas as curvas e tudo que possui nele. Pelo fato de ter mandado o nude me sinto mais estranha que o normal em relação ao meu corpo, e com a autoestima baixíssima mas é como se tivesse algo errado especificamente no meu corpo, chego a ter nojo e me coloco no lugar do meu namorado e eu não sentiria nenhuma atração por mim mas quando é com outra pessoa com características parecidas com as minhas eu não vejo nada de errado e acho melhor que o meu corpo logo de cara, parece que o problema está especificamente por eu ser eu,mas não elimino a possibilidade de que possa ser q eu queria me encaixar em um padrão.
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2020.07.23 04:46 Taybr3 Não consigo mais pensar no que fazer

Pra explicar o porque desse título, é melhor eu explicar antes de tudo, o que aconteceu de agosto de 2018, até hoje.
Em junho de 2018, conheci uma garota através de um antigo amigo meu. Me aproximei bastante dessa garota, e algum tempo depois começamos a namorar.
No começo eu não sabia o que sentia por ela, acho que comecei a namorar com ela só pra saber como era mesmo (já que eu nunca tinha namorado a sério antes). Mas com o tempo, me apaixonei por ela de verdade.
Depois de um tempo qualquer um que passasse por nós dois podia afirmar de pé junto, a gente se amava de verdade.
No inicio tudo foi bom, mil maravilhas, mas com o passar do tempo as coisas foram começando a dar errado. A primeira coisa que deu errado (que eu descobri MUITO tempo depois de acontecer, por acaso) foi: a garota tinha uma amiga, que sempre "zicava" nosso relacionamento, dizendo que eu era um rapaz ruim, que não prestava, inventando coisas sobre mim, sem nem ao menos me conhecer. Basicamente, essa amiga dela sempre fez a cabeça da garota, para que ela terminasse comigo e me detestasse.
A segunda coisa que deu errado: com essa "zica" dessa amiga dela, a garota acabou começando a duvidar do que sentia por mim, e direto e reto terminava comigo (pra voltar depois de uma semana), e eu na época não entendia os motivos disso, então me culpava, achando que era sempre algo que eu tinha feito, por ser muito inseguro. E com esses términos e voltas (se não me engano foram 6 ou 7), e eu me culpando e ficando cada vez mais confuso, meu psicológico foi ficando afetando, e a cada dia que passava, só piorava tudo (guardem essa informação pra mais tarde)

A terceira coisa que deu errado: com esse termina e volta, a mãe da garota começou a duvidar se a garota realmente gostava de mim, e concluiu que não gostava (por mais que não fosse a real). Então ela junto com o resto da família da garota, também começaram a me taxar como um cara ruim, pois sempre que acontecia alguma coisa mínima por culpa minha, que incomodava a garota, ela ia correndo contar pra mãe. Mas quando a garota me fazia chorar noite após noite, me tratando de forma fria, e fazendo eu me culpar pelos términos que ela mesma decidia por si só, ninguém além de nós dois dava notícia (eu tenho certeza que a família dela não sabe de todo caos que essa garota causou em mim até hoje)

Então resumindo, a amiga da garota zicava nosso relacionamento, a mãe dela não gostava de mim por motivo nenhum, e a família dela desaprovava nosso relacionamento por me achar ser um cara ruim sem nem me conhecer e botava pressão encima da garota.

Tudo bem, a gente tentou lidar com isso, pq se for pra ser facil, qual é a graça né?
E a gente até conseguiu, a gente tentou resolver o problema da amiga que zicava a gente assim que eu descobri o que ela fazia. A gente tentou resolver o problema da família, e tudo mais.

E seguimos até março de 2019, onde outra vez, sem me explicar o motivo. Ela voltou com os términos. E eu inseguro do jeito que sou, voltei a me culpar por isso tentando achar uma razão, e isso foi piorando meu psicológico cada vez mais. Fui ficando cada vez mais cansado com essa de terminar e voltar, cada vez mais cansado dela me tratando com indiferença, sendo fria comigo, de um jeito que ela não era com mais ninguém (até onde eu via).
E mesmo assim, consegui aguentar. Pq eu amava ela, e toda dificuldade ia valer a pena no final? Não ia??
Agora prestem atenção, pois vão ter 2 acontecimentos importantes, dos quais eu não tenho certeza da ordem em que aconteceram

Então ela conheceu um guri, que morava perto dela, e que ela via com mais frequencia do que eu (ja que eu moro um pouco longe da casa dela, e gente só podia se ver nos fins de semanas... Quando ELA DECIDIA QUE QUERIA ME VER)
Esse guri sempre deu encima dela, flertava com ela e fazia de tudo pra tentar pegar ela, mesmo sabendo que ela namorava. Isso nunca importou pra ele.

E um dia, em junho, com ela me tratando de forma fria e indiferente, após terminar e voltar comigo várias vezes. Ferrar com meu psicológico. Um dia, depois de basicamente um mês sem ver ela, só esperando ela decidir quando que queria me ver, e depois dela cancelar encima da hora simplesmente pq ela "Não tava afim". Eu explodi, discuti com ela, a gente brigou, falei besteiras, não consegui me segurar.
Adivinha a primeira coisa que ela fez depois disso? EXATO, ela falou pra mãe dela, como sempre fazia.
E a primeira coisa que a mãe dela fez foi proibir de vez que a gente ficasse juntos.

Mas no outro dia, com mais calma, conversamos e com o passar da semana voltamos a nos entender.
A gente ainda se amava, e queria ficar juntos. Mas agora com a restrição da mãe dela, não podia ser igual antes, então resolvemos manter só entre a gente, a distância, até a poeira abaixar.
Isso durou uma semana.
Pq com o guri que ficava encima dela igual urubu na carniça, e com a família dela me crucificando dia e noite dentro da casa dela, ela acabou cedendo.
Terminou comigo, e no outro dia ja assumiu um relacionamento com o guri.
Isso me destruiu.

Mas a gente continuou se falando, eu ainda gostava dela, e ela ainda gostava de mim, então com as coisas acontecendo, ela acabou traindo o guri comigo. (Eu gostava dela. Não tava nem aí pra esse guri, por mim ele não só poderia, como pode até hoje ir se f*der)
Ficamos assim até o inicio de agosto. Quando ela resolveu se sentir culpada por trair o moleque, e então podendo escolher entre mim, e ele, escolheu ele. E fez questão de me dizer isso com todas as palavras.
Eu nunca chorei tanto na minha vida.
Fiquei consumido por tristeza, ódio, um vazio infinito dentro do peito, tudo de ruim que vcs possam imaginar.
E então, consumido por essas coisas, nesse mesmo dia, de madrugada. Eu fiz uma coisa. Da qual não me orgulho.
Como vcs devem saber, gente safada e internet não dá certo, então eu peguei algumas fotos que tinha dela, algumas prints de conversas nossas, e mostrei tudo para o guri. Toda traição que eu consegui registrar, eu mostrei pra ele.

Depois de uns dias o guri viu as mensagens, me agradeceu, terminou com ela (apesar de que voltaram alguns dias depois, e dps terminaram dnv, eu não sei, não procurei saber o que aconteceu com eles)
Mas quando a guria soube o motivo dele terminar com ela,que foi por eu ter mostrado tudo pra ele. Ela me odiou, me xingou de tudo quanto é nome, falou mal de mim, e no fim, cortou todo contato que tinha comigo.
Mas antes de cortar contato, ela disse uma frase que eu nunca vou esquecer (guardem essa frase, ela vai ser muito importante no fim)
Ela disse: Eu não to brincando quando eu falo que quero te deixar quase morto, mas sem te deixar morrer.
Então, depois disso tudo, eu me senti um pouco mais aliviado, e pensando agora, talvez tenha sido porque eu causei nela, um pouco da dor que ela me causou.

Ficamos sem se falar por 6 dias, e nesse meio tempo, eu consegui me desprender dela, até ouso dizer, em 6 dias eu consegui deixar de gostar dela.
Mas então, no sexto dia, era meu aniversário, e pois é, ela me chamou. No dia do meu aniversário.
Nisso voltamos a conversar, viramos amigos novamente, e em outubro, quando a gente ja se gostava novamente, voltamos a namorar.
Mas não durou. A família dela ainda me odiava, e pressionava ela sobre isso. Então pouco tempo depois, ela terminou comigo outra vez, dizendo dessa vez que "não queria ir contra a vontade da mãe dela"
Isso me quebrou outra vez.
Por que ela fez isso?
Por que voltou a falar comigo? Logo quando eu tinha conseguido esquecer ela?
Por que me fez voltar a amar ela? Pra me deixar vazio e sozinho depois?
Por que? Por que?!
Eu não consigo entender isso até hoje. Mas foi isso que me desgraçou de vez.
Desde então, ela tem ficado com vários e vários garotos, basicamente com quem ela quer, pois apesar de ela não achar, ela é uma guria bem atraente, e qualquer um consegue sentir atração por ela. Então tudo que ela precisa fazer, é escolher quem ela quer.
Não nos paramos de nos falar, e ver isso, ver ela me contando essas coisas, só foi me destruindo cada vez mais. Dia após dia.
Toda essa bomba emocional, f*deu comigo. Mas eu não queria ficar mal, e tentei esquecer ela, e me cuidar.
Procurei um psicólogo, fui em algumas consultas e ele até me receitou um remédio.
Cloridrato de fluoxetina, que apesar de eu não notar efeitos, eu tomo até hoje. (Só fui descobrir que era pro tratamento de depressão causada por ansiedade quando joguei o nome no google, e ansiedade é uma coisa que eu sempre tive, desde criança, mas que nunca me prejudicou tanto.)

Com o tempo fui piorando cada vez mais, na minha mente só se passa coisas ruins, ando sempre desanimado, triste. E com isso acabei me tornando um cara negativo.
Com isso perdi amigos, e quaisquer pessoas que ainda tentavam se manter perto de mim. Afinal, quem quer ficar perto de uma pessoa instável, negativa, e que não tem nada de bom pra te oferecer? Não os julgo, eles fizeram o que pensaram ser melhor para eles.
Mas com isso eu fiquei sozinho de vez.
Tinha que ver dia após dia como eu me tornava cada vez mais insignificante para a garota que eu amava.
Vi todos os meus amigos, e pessoas das quais eu me importava se afastarem de mim, e nem olharem para trás.
Me afundei cada vez mais na depressão.
Com o tempo comecei a ter pensamentos suicidas, e ainda tenho. Só não fiz ainda pois tenho pais e familiares que me amam, e não quero que eles fiquem tristes por eu morrer. Mas se um dia isso que eu pensar sobre eles fraquejar, só Deus sabe o que eu vou fazer.

Enfim, garota.
Hoje em dia ela namora um guri que eu não sei quem é, e pessoalmente, espero não saber.
Até ontem a gente se falava as vezes, mas depois de uma conversa, e de eu ficar acordado até as 4h da manhã chorando por causa dela outra vez. Eu decidi que é melhor eu ficar longe de whatsapp, twitter, instagram. Ou qualquer lugar na internet em que eu possa me esbarrar com ela.
E graças a pandemia, não preciso me preocupar em me esbarrar com ela na rua. (Pelo menos por enquanto)
Estou me sentindo muito sozinho, não vejo saídas para tudo de ruim que eu sinto dentro de mim além da morte, e eu sei que não é o certo a se fazer.. Mas eu só não consigo mais..
Não consigo achar uma razão para viver.
Não consigo gostar nem me importar com ninguém, além dos meus familiares, e dessa garota.
Eu realmente queria que as unicas pessoas que eu sentisse alguma coisa fossem meus familiares.
Uns tempos atrás eu não conseguia dormir, pois sempre que deitava na minha cama, era tomado por 1 milhão de pensamentos relacionados a essa garota, e tudo de ruim que minha mente conseguia criar. (acredito que seja por causa da ansiedade)
Eu odeio essa garota. E todo mal que ela me fez.
Desejava nunca ter conhecido ela.
Eu queria resolver tudo isso, mas tudo que ja tentei, não deu certo.
Quando tento me afastar dela, minha mente insiste em me lembrar dela, dia e noite. E me machucar mesmo com ela longe. E caso eu me reaproxime, ela mesma vai me machucar.
Eu tenho vários e vários pensamentos negativos, e ja até cheguei a pensar em viver somente pra arruinar a vida dela.
Eu não sei o que fazer. Nem como resolver isso que ta acontecendo comigo.
Bom, vocês lembram da frase? Que ela queria me deixar quase morto mas sem me deixar morrer? Ela conseguiu. Eu estou morto por dentro. Não tenho objetivos, vontades, prazeres, sonhos, desejos.. NADA.
E eu não consigo morrer, porque tenho amor pelos meus familiares e por ela o suficiente para não me suicidar.
Mas se as coisas continuarem piorando a cada dia mais, do jeito que está. Acho que não está tão longe de eu mesmo fazer algo ruim comigo.
Eu não faço a mínima ideia se deixo esse desabafo em Relacionamento, Depressão ou só em Desabafo mesmo.
Para não arriscar ter meu post apagado por estar na categoria errada, e ter que reescrever tudo, com todas as lágrimas novamente. Vou deixar só em desabafo, acho que é o mais neutro.

Enfim, não sei como alguém pode me ajudar com isso, mas se você leu até aqui. obrigado. Espero que esteja tudo bem com você.
Espero que ela não acabe vendo isso, pq explicar o pq eu to desabafando tudo que aconteceu entre ela e eu em um sub no reddit não é algo que eu quero fazer.
Também espero um dia entender, como posso amar tanto uma pessoa que eu odeio até a última célula do meu corpo.
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2020.07.14 16:30 galoccego Relato de um ex-barman

ESSE RELATO NÃO É MEU, ENCONTREI NO FACE E COMO ACHEI MUITO INTERESSANTE DECIDI TRAZER PARA O REDDIT.
Relato da internet: Parte 1 Já trabalhei como barman e observando bastante a vida dos que estavam do outro lado do balcão, tudo o que já falaram é verdade.
Entradas para as mulheres são sempre cortesias. Os homens pagam caro. E não se enganem achando que as mulheres não pagam a entrada, quem paga são os homens. Se a entrada na noite custa R$ 30,00 pra um homem, a verdade é que é R$ 15,00 masc(a dele). e R$ 15,00 femin(de alguma menina que entrou "free"). Os donos de bares jamais levam prejuízos e nada é de graça. No bar que eu trabalhava, o dono fazia "descontos" para os amigos, e usava esse argumento.
Nos bares sempre tem as bebidas originais bem guardadas, que são destinadas aos Vips. Geralmente, os alfa$. Os ricos chegam, as bebidas de qualidade vão todos para eles, e pegam mulher com o rodo. Já os pobres coitados que não são ricos, consomem bebidas falsificadas e não pegam ninguém.
Nesses lugares, o que mais vi mandar em tudo é o dinheiro. Quanto mais rico o cara for, mais mulher ele consegue. E nunca vi um alfa físico sair ganhando de um rico. A ordem de prevalências pelo que já constatei é:
  1. Ricos.
  2. Caras que tem o shape massa.
O resto nem entra, porque gordos, magrelos, baixos, pobres, etc, só levam prejuízo na balada. Prejuízo financeiro e EMOCIONAL. Quando conseguem alguma coisa, é no final da noite com alguma feínha que foi rejeitada pelos alfas. Quando a balada está terminando, e aquelas meninas que foram rejeitadas pelos alfas estão voltando para casa chateadas com a vida, é onde os zé ninguéns conseguem alguém. A única chance para o cara mediano na balada conseguir alguma coisa, é no fim dela. Pois mesmo uma vilena numa balada se sente uma rainha, e despreza todo mundo, com um ego gigantesco. Elas fazem isso porque se acham dignas apenas dos alfas. Mas quando os alfas as dispensam e a rejeitam porque acharam outra mulher mais atraente, é um tiro bem no meio do ego dela, pois ela passou a festa inteira dispensando os medianos porque se achava digna apenas do alfa, e agora no final ela vai embora sozinha sem ninguém? Aqui é onde o emocional está fragilizado e onde o homem mediano terá mais chances de conseguir alguma coisa com uma menina mediana ou feia. As bonitas, esqueçam. Não tem nem como se você não for alfa.
Se a intenção é pegar mulher, se for ao puteiro gastará bem menos financeiramente, não terá desgaste emocional, e o risco de pegar DST é o mesmo da mulher baladeira. Se brincar, é até menor. Se não for rico, beberá bebidas falsas, terá prejuízo, e saíra com o emocional destruído de lá, achando que o problema do mundo não te aceitar e te enxergar é seu.
Já vi muitos clientes homens medianos, indo pagar sua conta cabisbaixo, sem graças, com dois ou três amigos tudo desanimado porque vão embora sozinhos dentro um carro. E outros fingindo que só foram na balada pra curtir, que embora não tenham pegado ninguém, se divertiram e etc. O que é mito.
E tem um monte de mulher que paga de santinha falando que vai só pra curtir e ver o Dj, ou porque gosta de tal banda e etc, mas vai só pra dar toco. Não gostam de transar, não gostam de beber, não gostam de nada, só de se sentirem poderosas. Até os alfas penam nas mãos dessas mulheres em baladas.
Em baladas, o único que ganha realmente é o dono da boate. Pois ele ganhou um lucro exorbitante nas bebidas que vendeu(porque TODAS as bebidas são compradas a preço de banana, se você paga R$ 250,00 numa garrafa de whisky, pode ter certeza que ela foi comprada por R$60,00 no máximo, e se for falso, R$ 20,00 ou 30,00). Para constatar isso do preço, é bem simples, vá um supermercado e olhe o preço da garrafa. Depois divida ele por 2. E compare com o preço que você pagou na boate. No bar que trabalhei, compravam latinhas de Antartica por R$ 1,45 no próprio supermercado, e revendiam a R$ 5,50. Quando compravamos direto da Ambev, havia longneck que pagamos 0,90c a unidade, e revendiamos a R$ 6,00 ou R$ 7,00. O dono sempre tem mulher no pé dele, e mulher top. Ele nunca fica "desamparado sexualmente". O status do cara de ser dono de uma boate, desbanca todos os alfas.
Na minha opinião boate é um prejuízo de todas as formas possíveis, exceto para o dono. Mesmo para os alfas e ricos, é um prejuízo tanto financeiro como emocional. Pois você continua pagando pra comer a menina e se desgatando emocional fingindo interesse, competindo com outros machos e etc., mas eles não ligam, né?
Parte 2 Baladas é tanto o puteiro para mulheres, como disseram, como também é armadilha para bobos. É bom mostrar os outros aspectos que prejudica o homem, não sendo só as mulheres, para que possam ficar alertas. Todos os panfletos, as propagandas, as pulseiras de camarote, os copos e bonés e outros brindes... Tudo isso é friamente pensado pelos organizadores da festa para vender uma ilusão enorme, de tal forma que faça o nerd jogador de minecraft sentir vontade de sair de casa e ir lá e gastar seu dinheiro achando que vai se dar bem, de fazer a mais alta piranha sonhar que vai encontrar o Eike Batista dela lá dentro. Observem bem na cidade de vocês como são as propagandas, se você esquecer seu bom senso um pouquinho, você vai cair no conto de que balada é o melhor lugar para ir e ser feliz.
Por trás dos autofalantes, dos graves, do neon, daquelas pessoas fingindo ser felizes, está um máquina pronta pra sugar seu dinheiro. A intenção é sempre pegar o dinheiro do homem. É por isso que eles também lotam de mulheres, quanto mais cheio de mulher um lugar estiver, mais homem disposto a perder tudo o que tem. Mulheres são as iscas, a massa de manobra, para juntar homens fracos emocionalmente e sugarem seu dinheiro. Em uma análise bronca, pode-se dizer que boate é uma das coisas mais anti-homem já criadas. Porque ela nunca prejudica as mulheres de fato, somente homens. Pois mesmo as mulheres sendo apenas iscas, elas ganham emocionalmente e ganham a chance de encontrar um bobo para ser provedor (e acreditem, tem muito playboy que assume uma bomba dessa).
E depois que o camarada entra lá dentro, ele vai ser vampirizado financeiramente o quando puder. A vampirização emocional é só a consequência de ser bobo. Eu mesmo comprava maços de Carlton por R$ 6,50, e vendia cada cigarro picado por R$ 2,00. Eu ganhava em torno de R$ 30,00 por maço, pois na boate não era permitido vender e fumar, mas o cigarro é um símbolo de status que todo mundo lá dentro quer, até quem não fuma quer fumar pra poder ser notado, e quem se aproveitar disso... Será que é errado? Não sei. Eu fazia. Sei que quando meus maços acabavam, os caras ficavam tão fissurados que saíam da boate, iam até os postos de combustíveis, compram cigarro e voltavam. Só pra poder senta na mesa fumando. E a mesma lógica vale também as drogas ilicitas (que eu não vendia, mas quem vendia ganhava uma puta grana).
O ambiente geralmente é tão baixo, que as pessoas que estão no camarote, com pulserinha e copo estilizados por exemplo, esnobam as pessoas que estão na pista. Mulher então? Elas faziam questão de mostrar que são apenas para os vips lá de cima. As mulheres quando sobem para os andares superiores, elas se sentem como verdadeiras deusas. E falo isso porque, eu trabalhei no bar de camarote, e minha função era apenas preparar coqueteis e servir bebidas, nada mais e também não abria nenhuma exceção pra favorzinho. E ouvia muitos sapos de mulheres dizendo que estudam medicina ou direito, que estavam acompanhadas de fulano de tal, que eu tinha que fazer o que eles mandavam... E eu nunca fazia. Só me restringia ao bar. Já tive que chamar segurança pra me defender porque os ricões, além de bobos, ainda queriam pagar de machões e iam lá tirar satisfação do porque não levei algo para a mesa deles etc, sendo que tinha garçom pra isso. Alias, os garçons... Pobres coitados! Eram o que mais sofriam. Raramente eu trabalhei com o mesmo garçom por mais de dois meses, eles não aguentam. Eles chegam na mesa e são ridicularizados, pelos homens que querem bancar os machoes e pelas mulheres que sentem poderosas. É realmente um trabalho de cão. A maioria dos garçons(e barmans) eram estudantes, caras feios, magros, precisavam de um dinheiro extra, e faziam esses bicos. E quando topavam de servir uma mesa cheio de caras ricos, mulheres bonitas e etc... Puts. Dava dó. Eram motivo de piadas. Você via nitidamente o emocional dos caras destruídos. Tinha que ter um emocional muito forte pra aguentar aquilo sem esmorecer. As mulheres sentiam um prazer enorme em ver outros caras pisando no pobre coitado que estava servindo elas, elas se sentiam, de verdade, deusas. Eu aposto que elas gozavam quando debochavam dos outros.
E, também, boate é um ambiente muito inseguro. Além das brigas constantes que sempre acontecem, quase dono nenhum gasta dinheiro investindo na segurança da infraestrutura, porque eles pensam que nunca vai acontecer nada na boate deles.
Parte3
Sobre DSTs, era prache eu ouvir comentários de fulanas e ciclanas que tinham herpes na xota. Com tempo você vai pegando amizade com alguns caras, seguranças, e as fofocas correm. Mulheres bonitas, que só frequentam camarote e só andam com os ricões e esnobavam todo mundo, tinham histórias muito cabulosas. Tinha menina que eles falavam pra não deixar ela nem fazer boquete porque senão o pau pegava carie. Meninas que todo matrixiano JAMAIS pensaria que fosse tão nojenta. E são essas meninas que vão se casar aos 30 anos com um bobo matrixiano que jamais vai saber do passado negro dela. Já vi alguns casais por aqui, um cara gente fina, que mal saia de casa, junto com uma menina que era verdadeiro carrapato de boate. E quando elas reconhecem a gente na rua, abaixam os olhos, ficam com medo da gente ser amigo do namorado dela e contar as coisas que viamos.
Mals o textão. Mas pra quem teve saco e quis ler, fica o relato. Se eu contar todas as histórias escabrosas que já vi e ouvi, do que a gente faz nas boates com as bebidas, enfim, é de doer os olhos. Mas tem gente que apanha e apanha e continua indo. Tenho amigos que diz que exagero muito, que eu sou revoltado e etc. Mas, as pessoas são como animais criados pro abate, são influenciados pela propaganda, sempre vão, se dão mal, passam mal, mas acordam no outro dia crente que o próximo final de semana será diferente. Enquanto isso vão só perdendo dinheiro e tempo.
Eu não recomendo o cara nem ir a um pub bem light. Embora não sejam um ambiente tão fútil e banal como é a boate, acontecem as mesmas coisas, mas apenas em menor escala e mais discretamente. Se a intenção é beber com os amigos, descontrair e relaxar, é melhor queimar uma carne em casa e comprar bebidas por conta, por exemplo. Pelo menos é minha opinião. Para conhecer mulheres: não faça isso, meu amigo. É tiro no pé.
Talvez alguém pense que essas coisas são exageros, mas é a minha conclusão da minha experiência pessoal enquanto fiz bicos de barman. E quando falo barman, esqueçam aquele esteriotipo de cara fortão, bonito que usa uma gravata borboleta no pescoço, na maioria dos casos é só gente normal fazendo bico. Esses "showmans" são outra parte da história que tem bastante privilégios por serem alfas. Eu não fazia parte dessa categoria. Pra eles as boates devem ser boas. Não era para mim porque eu sou um cara normal, e talvez por isso até pareça um butthurt. Mas é só um relato que espero que sirva de alerta. Hehe
Parte 4 Obrigado pelas boas vindas, pessoal!
Então... Sobre as histórias cabulosas, vou começar contando as profissionais. Claro que existe boates exceções assim como mulheres (será? ), mas... Enfim. Eu também não trabalhei em clubes de tão alto padrão assim, quando eu falo que era clubes pra quem tinha dinheiro, é porque as coisas eram muito caras. Mas, não é nada comparado a uma boate grande e famosa. hehe
Começando pelas bebidas, coisas que barmans geralmente são obrigados a fazer:
- A maioria das pessoas não bebem as cervejas completamente, pois elas esquentam rápido na mão, e sempre volta pro bar ou fica espalhado pelo lugar longnecks pela metade. No final da festa, alguns barmans despejam toda essa sobra de cerveja num balde, enfileira as longnecks e coloca funis nos gargalos, e sai enchendo elas tudo novamente. Depois colocam a tampinha e botam pra gelar. As cervejas, lógicamente, vão ficar chocas. Por isso só devem começar a servidas após 2h da manhã, por exemplo. Onde a maioria já se encontra bêbada e qualquer coisa que consumir está gostoso. Como os barmans, por cortesia, sempre abrem as longnecks para os clientes, eles nunca desconfiam das tampas frouxas. Não fiz muito isso, mas já trabalhei em um local e uma festa ao ar livre que fez. Não era prática diária comigo.
- Os sucos naturais, não são naturais. Muita gente pagava o preço por um coquetel feito com o suco da laranja exprimida na hora, mas tudo era somente suco de saquinho(tang ou o mais barato que tiver) batido no liquidificador. Ele fica consistente e espumoso como um suco da fruta. Restaurantes também fazem essa jogada. Um copo de suco "natural" de 200ml era R$ 4,50, por exemplo. O saquinho tang que fazia 1l no liquidificador era 1 e pouco.
- As tequilas sempre saíam em dose, e as garrafas sempre ficam com o barman. Reaproveitamos sempre a mesma garrafa, enchíamos ela um pouco menos da metade de whisky vagabundo ou falsificado, e completávamos com pinga vagabunda. Sacudiamos e vu a la! Tinhamos uma tequila ouro José Cuervo. Como a maioria das pessoas não conhece gosto de nada, pagam R$ 15,00 numa dose de 50ml que custou apenas, no máximo, R$ 5,00 pra fazer. E pior: muitos ainda elogiavam. xD
- Tinhamos um tónel, que se dizia vender cachaça artesanal. Cada dose de 50ml era R$ 6,00. Mas sabe o que tinha lá dentro? Pinga barata de R$ 3,00 o litro. Aquelas 51, 21, 31...
- Os whiskys que servíamos no bar, sempre eram tretas. Muitas vezes a gente fazia aquele lance de encher a garrafa de coca-cola com whisky barato e acoplar ela na boca de uma garrafa de Red Label e mandar o o whisky vagabundo pra lá. Essas geralmente são as que ficam penduradas no dosador de garrafa invertido. Numa festa com umas 3 ou 4 caixas de whisky, tinha no máximo 3 ou 4 garrafas realmente originais, guardadas para os magnatas.
- Quase sempre a gente recebia ordens pra marcar coisa a mais na comada do cliente, se ele parecesse que estivesse muito bêbado. Quando eles iam pagar, sempre ficavam muito putos com as meninas que trabalhavam no caixa, mas, então o gerente jogava aquela onda de que ele emprestou a comanda pra alguma mulher, que ele não lembra, se a coisa aperta muito já vinhas os seguranças intimidar, no final o cara sempre pagava. Não tinha jeito.
- As porções nunca jogavam fora. Já vi cozinheira tirando cinzas de cigarro de um resto de porção de batata e guardando as batatas pra usar com outra pessoa que comprava porção.
Tomem bastante cuidado, porque vocês nunca vão saber o que realmente estão consumindo. Isso não vale só pra boate, vale pra restaurante, lanchonete, casa da vó etc.
Também existia alguns esquemas de lavagem de dinheiro, eu não sabia muito sobre isso, só ouvia a respeito. Mas alguns eventos em fazendas particulares, reunia bastante magnata e alguns amigos afirmavam que rolava um esquema de lavar dinheiro tenebroso. E que muitas boates são usadas pra isso. Sobre isso não posso afirmar com certeza, isso foi só um boato que eu ouvia e acreditava, por tudo o que eu já presenciei lá.
Para atrair homens para festa, o promoter dava brindes, cortesias e até dinheiro pra algum grupo de meninas fazer volume na porta da boate. Já dava as instruções para elas irem super maquiadas, roupas curtas e ficarem bem visíveis. A panfletagem nas ruas e nas faculdades, era sempre feito por meninas bonitas e com roupas curtas. O próprio promoter que cuidava da casa, fazia uma propaganda ferrenha no Facebook. Pra cada 5 mulheres que ele marcava no post, ele marcava 1 homem, por exemplo. E pedia pras meninas confirmarem presença no evento divulgado no Facebook. Tudo isso pra dar a impressão que naquela festa tem mais mulher do que homem.
Parte 5 Então, o homem escravogina, solitário e carente, via aquele harém pela baguetala de R$ 30,00 o ingresso... Era casa cheia na certa. Uma vez lá dentro, o cara até parcela a consumação no cartão de crédito. A maior dificuldade é sempre fazer o homem entrar na boate, porque depois que está lá dentro, já era.
Um pouco do lado obscuro:
As mulheres nunca me cantaram no balcão com um real interesse em mim. Geralmente, aparecia uma mediana que estava de favor na festa, jogar um charme pra tentar descolar um drink de graça. Como eu não dava, saíam nervosas e davam chiliques. Mas alguns colegas davam, e só ganhavam um sorrisinho de volta e a menina nem voltava mais no bar, senão pra tentar pegar outro drink na faixa. Mas para meus colegas, aquele sorrisinho era sinônimo de um casamento. kkkkk
Elas sempre pediam para o acompanhante delas levantar e buscar bebida no bar, jamais ela ia sozinha ou ia junto com ele. E nesses momentos, esses prazos de 5 e 10 min, é onde ela flertava com muitos outros homens. O cara saia da mesa para buscar mais bebida para ela, e ela levava aquelas bulinadas do cafa de leve, pra elas era como se estivessem numa sauna greco-romana.
Banheiro de deficiente físico sempre foi usado como quarto de sexo. Isso era unânime em todas casas que trabalhei e eventos que fiz, era só jogar um "café" na mão do segurança, que o próprio segurança vigiava a porta pra não deixar ninguém interromper a trepada. Aqui era onde muito cara com físico bom e pouca grana, algumas vezes ganhava a noite. Ele não precisava de carro, nem de levar no motel, nem nada, torava a menina na lá no banheiro e só dava uma gorjeta pro segurança. Havia vezes que garotas de programas trabalhavam discretamente nos eventos, em parceria com os seguranças. Elas davam uma grana pra eles, e ela fazia o trabalho. A mesma menina, que nem parecia puta, ás vezes transava com 3 ou 4 cara na mesma noite, sem ninguém nem desconfiar que rolava uma fita dessa lá dentro. Mas como nada fica discreto pra sempre, começou querer haver CONCORRÊNCIA, outras meninas também queriam, e aí começou virar bagunça até que o dono deu um jeito de cortar ameaçando os seguranças de demissão.
Muita gente FINGIA ficar bêbada pra ter desculpas para fazer merda. Isso eu via muito, e a maioria sempre era mulheres. Elas subiam na mesa, faziam danças sensuais, ligavam para ex, pegava no pinto do caras, traiam os namorados, enfim, fingindo completamente que estavam bêbadas. Eu sabia que era fingimento, porque eu tinha um certo controle de quem bebia no bar, dava pra saber o quanto a pessoa consumiu e tinha menina que tomava duas cervejas e começava a fazer merdas, só pra ter um monte de cara endeusando elas e poder fazer uma putaria "sem culpa". E quem fica bêbado com duas cervejas? Mas tinha muito idiota que caía.
Certa vez, trabalhei em um evento que veio uma Dj que era da Espanha, senão me engano. Não lembro o nome, mas era uma menina baixinha com trejeitos de sapatão, cabelos raspados do lado e tranças onde tinha cabelo. Quem é mais ligado em música eletrônica deve saber o nome, eu não lembro. (Ela é aquele tipo de dj desconhecido no país onde mora, mas quando vem pro Brasil, faz sucesso, porque brasileiro é lambe-saco de gringo.) Eu sei que foi um evento que todo mundo quis ir, mas o lugar estava lotado, ingressos caros e etc. Havia uma menina que estava lá dentro, mas queria passar mais cinco amigas pra dentro da festa na faixa. O segurança não deixava. Até que uma delas ofereceu um boquete pra ele. Não foi nem o cara que pediu. A própria menina ofereceu. Obviamente, ele não recusou. Deram um jeito de ir pro estacionamento da fazenda e mandou ver. Entrou as cincos. Depois vi essa mesma menina beijando um playboy na mesma festa, o que me embrulhou o estômago. E com o tempo, ela foi ganhando fama de boqueteira entre os seguranças, então toda festa grande, os caras quase saiam no tapa pra decidir quem ia ficar na portaria, porque já sabiam que ela ia aparecer por ali. Afinal, ela não tinha grana e não tinha jeito de entrar, mas queria estar no meio dos playboys. E ela virou figurinha marcada mas depois sumiu. Um belo dia, num pubzinho, eu tava na porta conversando com os seguranças, ela me desce do carro de mãos dadas com um playboy. O segurança cumprimentou ela, e ela fingiu que não conhecia(sendo que ela tinha um passado negro com ele). Cumprimentou apenas o dono do pub e falou que agora estava noiva do fulano de tal. O cara tinha grana, a julgar pelo carro que ele tinha na época. E depois nunca mais víamos ela nas festa, e quando ia, ia acompanhada dele.
Que fique claro que não estou querendo criar ódio por boates, é só um relato do que vivenciei. O cara que quiser ir, não se prenda no que eu falo não, só fique atento. Hehe
Parte 6 Fico feliz em saber que tem alguma utilidade minhas observações. É impressionante o que você enxerga por trás das coisas somente observando. Nem precisa ser clarividente. hehe
Com o decorrer do tempo vou dando um up aqui com as histórias banais.
Mas acho que o mais importante que eu queria ter compartilhado com vocês a respeito das boates, era a questão de como fraudávamos bebidas. Porque isso é algo que prejudica a saúde dos consumidores a longo prazo, e além de pagar caro por algo que você nem sabe o que é. É algo que me arrependo de ter feito, embora fosse meu trabalho, então eu sempre tento alertar as pessoas que vão em boates para ficar espertas nesse sentido.
As histórias das perícias femininas são coisas bem baixas, praticamente histórias de filmes pornôs. Mas nada diferente do que acontece fora da boate, também.
Eu achava mais interessante o comportamento masculino do que o feminino, e aprendi muito observando caras que estavam caídos, usando a tal lógica reversa. Por exemplo, nas festas acontecem muitas frustrações, e na minha condição de barman, muitas vezes acabávamos fazendo um papel de ouvinte e psicólogo. Muitos homens bebem para amenizar as dores, e quando encontram alguém para ouvir os problemas deles, os caras desabam. Geralmente, esse alguém é o barman, o garçom... Ninguém do outro lado do balcão, nem os próprios amigos do cara, o acolhem nesse momento. E aqui vivenciei muitas situações constrangedoras, de caras enormes de tamanho, chorando feitos beberrões na minha frente. Era engraçado, porque eu sou um cara pequeno e mais duro emocionalmente do que eles(que em teoria, pareciam ser os caras mais frios do mundo) . hehe
Eu não podia fazer muita coisa a não ser ouvir e guardar aquelas histórias como experiências. Eu praticamente nunca consegui ajudar nenhum cliente. Todos eles queriam ouvir que a esposa era exceção, que mesmo traídos deveriam dar segunda chance, que ele era o errado da história, etc. Nenhum aceitava qualquer ponto de vista diferente em que a sua companheira fosse uma pessoa ruim. E ás vezes, discutiam comigo defendendo a esposa após eu aplicar pequenas injeções de real. Mas com tempo percebi que era inútil tentar salvar alguém, porque existe homens que se acomodaram a viver numa lama emocional que tem até medo de sair dali. Eu no máximo consegui algumas amizades, que me ajudaram depois a arranjar outro emprego melhor, mas, os caras infelizmente vivem a mesma vida que levavam, com migalhas emocionais, dores profundas e um depressão que eles tentam abafar com bebida, gerando lucro pra alguém que se aproveita da fraqueza emocional desses mesmo caras.
Acho que se o cara assimilou bem a real, é esperto, tem uma grana pra gastar que não vai fazer falta, tem problema nenhuma ir em boate. O único problema que vi mesmo é o cara pobre que se endivida achando que vai ter sexo fácil ou o ingenuo que vai achando que vai encontrara mulher da vida dele lá.
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2020.05.27 21:21 Margaridadayse Como saber se você realmente ama alguém?

Tenho 25 anos e meu namorado 26. Nós já estamos juntos a 10 anos e eu sinto que amo ele, mas como ter certeza disso?
No começo do nosso namoro ele era bastante problemático, tinha rompantes de raiva e até a avó dele chegou a me falar para terminar com ele. Ele nunca dirigia a raiva dele para pessoas, mas para objetos. Quebrava o controle da televisão quando não estava funcionando direito ou esmurrava o portão quando não encontrava a chave. Esse comportamento me assustava um pouco e nessa época eu falava para mim mesma q nosso namoro era só algo passageiro e eu terminaria a qualquer minuto se ele dirigisse sua ira contra mim.
Diversas vezes no nosso relacionamento nos discutíamos ou brigavamos e eu sentia q ele não seria a pessoa com quem eu passaria a minha vida. Ele me falava palavras ferinas e eu revidava emocionante e ele me pedia desculpas. Eu continuava diminuindo meus sentimentos por ele e isso de certa forma me ajudava a pensar q estava no controle e q eu estaria pronta para terminar se as coisas ficassem mais ruins ou se passassem de limites q eu estabelecia internamente.
Com o passar do tempo ele foi diminuindo os comportamentos negativos e aumentando as qualidades.
Nós sempre nos apoiaiamos nos estudos. Crescemos intelectualmente juntos, passamos pelo vestibular, pela universidade e até pelo mestrado mais ou menos na mesma época e nos apoiando mutuamente.
Ele é a pessoa com quem mais consigo me abrir. Mais até do q com minha própria mãe. Se abrir para com os outros é uma questão problemática para mim, mas consigo falar sobre tudo com ele, no entanto, sinto necessidade de falar sobre nosso relacionamento com alguém de fora, por isso estou usando esse app.
A primeira relação sexual de nós dois foi um com outro e ele sempre foi muito respeitoso quanto a isso. O sexo entre a gente hoje é maravilhoso. Fazemos com muita frequência e é sempre muito bom, nós dois conseguimos gozar e sentir prazer. Sei q pode parecer estranho, mas ele é a única pessoa pela qual eu sinto desejo, não tenho interesse por nenhum outro homem e quando observo outras pessoas olho sempre para as mulheres e nunca para os homens, mas não acho q seja lésbicas, não sinto desejo por mulheres, simplesmente acho as mulheres muito mais bonitas e mais interessantes. Não consigo sentir interesse por nada ligado ao universo masculino e sinto uma forte conexão com tudo q é feminino, sou muito feminina.
Ele me ajudou e me incentivou a aproximar das colegas de universidade q atualmente são minhas melhores amigas. Ele é muito bom em manter amigos. Até hoje ele é próximo dos amigos do ensino fundamental embora tenha feito amigos na universidade. Já eu tinha problemas em manter conexão com as pessoas e ele me ajudou com isso.
Minha família gosta muito dele e a família dele gosta muita muito de mim. Minha mãe trata ele como um filho (se preocupa qnd ele está doente, cozinha mimos qnd ele visita etc) e a família dele faz o mesmo por mim.
No nosso dia a dia nós somos muito carinhosos um com o outro. Estamos sempre nos tocando e fazendo carícias. Tem hora q simplesmente me pego olhando para ele e sorrindo. Gosto do jeito dele, do cheiro, das expressões faciais e com frequência saio de onde estou e vou onde ele está simples dar um selinho ou um beijo na bochecha ou na testa dele e ele também faz isso comigo.
Ele me faz rir e sei q as vezes ele também me acha engraçada.
Nós temos os mesmos posicionamentos políticos e esse é um aspecto muito relevante para nós. Não conseguiria me relacionar com alguém q não percebesse a gravidade da desigualdade social no nosso país e não se posicionasse políticamente contra isso, por exemplo.
Nós envelehecemos bem fisicamente e atualmente nós somos muito mais bonitos e atraentes do q no início do nosso namoro qnd ainda éramos adolescentes. Eu cresci, aprendi a me arrumar e me vestir melhor, fiquei mais bonita e sei q ele me acha muito mais atraente hoje em dia, mesmo eu sendo o tipo dele desde o início.
Nós terminamos uma única vez nesses dez anos. Foi um término breve de duas semanas. A briga foi feia, mas quando ele estava arrumando para ir embora ele se ofereceu para me ajudar a apagar o status de relacionamento sério no face q eu não estava conseguindo encontrar e eu ofereci para ele ficar até a manhã seguinte pq não queria q ele perdesse uma reunião com o orientador dele. Então mesmo tendo terminado nós continuamos preocupados um com o outro.
Nossos principais defeitos no relacionamento hoje em dia é q ele não gosta de fazer as tarefas domésticas e eu reajo emocionalmente nas discussões.
No entanto, não sei se por causa dos pensamentos dos anos iniciais eu sempre fico me perguntando se realmente amo ele, se não deveria tentar outros relacionamentos ou viver um pouco solteira. Eramos muito jovens qnd começamos e fomos o primeiro e único amor um do outro e as vezes parece q isso não é certo hoje em dia, q as pessoas devem ter mais experiências amorosas e q seguir a vida toda com a mesma pessoa não é algo q se deva fazer (até minha irmã já me falou algo nesse sentido). Eu acho q amo ele de vdd, já desisti de assumir um concurso para ficar junto dele, mas fico com essa pulga atrás da orelha. Como ter certeza de q amo ele e q devo continuar a investir e manter nosso relacionamento?
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2020.05.16 17:16 jadebem Às vezes eu queria voltar a ser "virgem"

Sou uma mulher na casa dos 30 anos, mas sempre me senti um espírito jovem, livre e sem tabus, o fato é que ultimamente (sem contar a pandemia, então digamos que até janeiro desse ano) eu tenho percebido que nas minhas relações sexuais eu não consigo mais ser surpreendida com nada! Tudo o que os homens fazem acaba sendo comum, sem muitas surpresas, eu diria que o sexo com outros homens é apenas "o.k" (o que não acontece com mulheres por exemplo, mas esse é outro tópico); Tenho um relacionamento aberto, moro com meu parceiro, sou bissexual e gosto muito de sair com outras pessoas, mas os homens... Eles não me surpreendem em NADA! Às vezes percebo que talvez esses homens não me achem atraente o suficiente para se esforçarem no sexo, e isso me deixa insegura, ainda mais pela minha idade, e às vezes queria apagar do meu "sistema" todas as informações sobre minhas experiências sexuais (que foram muitas) só pra poder sentir aquele friozinho na barriga de momentos antes da transa acontecer. Às vezes acontece com meu parceiro também, muito pouco, e sempre conversamos e estamos frequentemente tentando coisas novas, o que não é possível de se fazer com uma transa casual né. Enfim, eu lembrei esses dias de quando eu ainda era virgem, a cerca de 15 anos atrás, e no quanto eu idealizava o sexo sem conhecer realmente, e o quanto eu fiquei "viciada" nele no final da minha adolescência após minha primeira vez com meu primeiro namorado.
Obrigada para quem leu, realmente precisava "pôr pra fora" esse sentimento que talvez seja muito superficial para o momento que estamos vivendo.
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2020.05.16 16:31 jadebem Às vezes eu queria ser virgem de novo

Bom dia redditers, primeiramente gostaria de dizer que sou nova aqui pelo reddit, mas essa subdivisão é a minha favorita, leio todos os dias e agora tomei coragem para desabafar também.
Sou uma mulher na casa dos 30 anos, mas sempre me senti um espírito jovem, livre e sem tabus, o fato é que ultimamente (sem contar a pandemia, então digamos que até janeiro desse ano) eu tenho percebido que nas minhas relações sexuais eu não consigo mais ser surpreendida com nada! Tudo o que os homens fazem acaba sendo comum, sem muitas surpresas, eu diria que o sexo com outros homens é apenas "o.k" (o que não acontece com mulheres por exemplo, mas esse é outro tópico); Tenho um relacionamento aberto, moro com meu parceiro, sou bissexual e gosto muito de sair com outras pessoas, mas os homens... Eles não me surpreendem em NADA! Às vezes percebo que talvez esses homens não me achem atraente o suficiente para se esforçarem no sexo, e isso me deixa insegura, ainda mais pela minha idade, e às vezes queria apagar do meu "sistema" todas as informações sobre minhas experiências sexuais (que foram muitas) só pra poder sentir aquele friozinho na barriga de momentos antes da transa acontecer. Às vezes acontece com meu parceiro também, muito pouco, e sempre conversamos e estamos frequentemente tentando coisas novas, o que não é possível de se fazer com uma transa casual né. Enfim, eu lembrei esses dias de quando eu ainda era virgem, a cerca de 15 anos atrás, e no quanto eu idealizava o sexo sem conhecer realmente, e o quanto eu fiquei "viciada" nele no final da minha adolescência após minha primeira vez com meu primeiro namorado.
Obrigada para quem leu, realmente precisava "pôr pra fora" esse sentimento que talvez seja muito superficial para o momento que estamos vivendo.
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2019.11.29 18:06 desabafo4774 Sou um traidor e não consigo me perdoar.

Título. Obrigatório perdão textao, mas eu preciso te dar o contexto, já que eu nunca dei o contexto pra ninguém.
Tenho 20 anos, masculino, depois dos 16 me tornei uma pessoa relativamente atraente mas sempre fui muito tímido com o sexo oposto quanto a flerte. Namorei uma garota dos 16 aos 19, que chamaremos ficticiamente de Carol. Esse foi um período de bastange desenvolvimento sexual da minha parte, que até então só havia namorado a distância e nunca chamado uma garota pra sair. A Carol era ainda mais tímida que eu, então nós éramos amigos antes de ter algum desenvolvimento amoroso.
Acho que era início de 2016 quando uma amiga que eu considerava atraente começou a dar em cima de mim. Sempre que estávamos sozinhos ela me olhava vorazmente, esbarrava com a mão no meu corpo, etc. Eu ficava simplesmente louco, até que em um momento não resisti e ficamos. Mais tarde, isso me consumiu de culpa, pois eu ainda gostava da minha namorada mas a simples ideia de ser sincero com ela e contar a verdade me congelava. Eu não queria fazer isso, então omiti. Ainda assim, eu ainda sabia o que tinha acontecido, e era real comigo mesmo: eu ainda sentia vontade de ficar com outras pessoas. Provavelmente por questões que discuti na terapia, eu sempre fui frustrado com minha "incompetência romântica". Sempre quis provar pra eu mesmo que eu consigo flertar, seduzir e ficar com alguma garota, e sempre fui péssimo nisso. Foi então que um conceito me foi introduzido à mente: relacionamentos abertos.
A partir daí, eu comecei um processo feio de racionalização, sugerindo a ideia à minha namorada. Eu sempre fui inteligente e bom em lógica e argumentação, então falava de coisas como o ciúme sendo algo ruim, implantado culturalmente e plantado na noção de propriedade. Hoje em dia tenho outras perspectivas sobre a questão, mas na época eu era bem convincente. Eu não era insistente (até onde me recordo, mas sou enviesado, né?) e mesmo assim depois de alguns meses ela me disse que toparia experimentar. Poderíamos ficar, mas não transar com outras pessoas.
Ainda dentro desse acordo, um tempo depois eu traí ela de novo, com essa mesma garota. Obviamente eu omiti, mas a culpa claramente afetava como eu me relacionava com ela. Eu era meio distante, me sentia incapaz de me aproximar se não pudesse ser sincero sobre o que sentia desde o início. Honestidade, por mais controverso que soe, sempre foi um valor de enorme peso para mim, então era como se eu não conseguisse ser eu, de verdade, com ela. Apenas uma fração, e era isso. Eu a traí ocasionalmente umas outras 3 vezes, e sempre me sentia um bosta depois. Ainda assim, namoramos por todo esse tempo, Mesmo que por esse canal de existência limitado, eu me conectei com ela de verdade.
Foi mais ou menos um mês antes do término que descobri que meu pai havia traído minha mãe. Aí foi a vez da projeção, que garantiu que eu ficasse furioso com meu pai. O que eu mais queria era que ele contasse pra ela, mesmo que isso significasse o fim do casamento deles. Acontece que a situação deles é bem diferente da minha, mas eu estava furioso comigo mesmo. Sabe, até pouco eu nunca havia contado isso a NINGUÉM, nem pra analista. Eu não me gabava para amigos. Para amantes. Eu só vivia com meu segredo longe do resto do mundo, me odiava por isso. Já fiquei bem deprimido em alguns dias, mas nada grave. Nesse tempo da traição, porém, eu não aguentei. Como eu fazia terapia, acho que eu inconscientemente sacava o que estava acontecendo, mesmo sem admitir pra analista, então simplesmente decidi terminar. Eu estava distante demais, não suportava ficar perto dela. Passei na faculdade pra outro estado, e hoje faz uns 10 meses que terminamos, sob o argumento de que a distância estava insuportável. Nunca pus à mesa o meu lado, que era a causa da distância, e foi isso.
Todo esse tempo na faculdade, com garotas obviamente dando em cima de mim, eu nunca consegui me dispor a flertar com nenhuma. Nem mesmo nas grandes festas que fui, só dancei e fiquei com alguns guris, mesmo que sem muita vontade. Esses dias tive uma aula que me lembrou dela e da terapia e percebi que eu ainda amava ela. Hoje ela tá a 600 km de distância, então eu liguei pra ela pra saber como ela tava e ela disse que estava como eu, mesmo reconhecendo que existiu um motivo pelo qual terminamos, e que não dava pra esquecer disso.
Sabe, não acho que eu vá voltar com ela, afinal não quero um relacionamento à distância e ela vai fazer faculdade lá, mas vou pra lá no próximo fim de semana e me pergunto muito se deveria contar a verdade sobre o que acontecia no nosso relacionamento. Do lado de não contar, penso que causaria um sofrimento desnecessário a ela. Do lado de contar, penso que ela merece a verdade, pois valorizo a honestidade, e talvez ajude ambos a superar o término. A realidade é que da perspectiva dela simplesmente nos afastamos sem motivo até terminar, enquanto da minha a culpa me corroeu até eu não aguentar mais. Até hoje não consigo me perdoar, e nem sei o que fazer com todos esses sentimentos. Eu sofri o suficiente pra perceber que minhas próximas relações tem que ser construídas em cima da honestidade para que eu não sofra, mas mal consigo construir novas relações. As vezes me dá vontade de voltar para a casa dos meus pais, implorar pelo perdão dela e não jogar fora a única conexão significativa que tive com uma guria além de minha mãe.
É foda, Reddit. Eu me sinto o vilão, e que pra qualquer vilão tem perdão, menos pra mim e pros meus pecados.
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2019.07.22 04:00 shikiwi_ Me apaixonei, e como sempre, sinto que vai dar errado. Conselhos?

Bom, eu sempre fui muito difícil de ter relações, seja amizade ou um relacionamento sério. Particularmente, eu sempre fui muito sensível com isso. Porém, no começo do ano, eu meio que me deixei levar. Dei meu primeiro beijo com um amigo, e depois me 'soltei'; acabei beijando homens, mulheres, tentando experimentar coisas novas. Me desfiz de 'amigos', e entrei em grupos sociais novos (o que acabou não sendo ruim).

Durante esse tempo, eu acabei ficando de olho em um cara. Na época, ele era de um grupo diferente do meu (não mais, porque eu meio que entrei nesse grupo), mas já o conhecia de vista. Do meio do ano passado para o começo desse ano eu apenas o achava atraente, mas assim que eu comecei a reparar em todas as características dele, eu me sentia estranha. E então, eu comecei a me enturmar, e percebi que eu sempre fiquei muito nervosa quando me aproximava dele ou esbarrava com ele pelos cantos, mesmo ele nunca sabendo da minha existência.

Eu já ouvi muito sobre ele. Descobri que ele havia namorado uma garota da minha sala, que era um relacionamento tóxico, e que ele havia sido traído mais de uma vez. Descobri que ele meio que costuma pegar todo mundo, que costuma ser do tipo que tem lábia e que não é do tipo que é 'certinho e segue a linha'. No entanto, quanto mais eu tento tirar ele da mente, mais ele me dá motivo pra estremecer na presença dele.
Eu acabei por seguir ele no Instagram, e ele me seguiu de volta 2min depois. Eu entrei na rodinha pra conversar com uma amiga, e eu senti ele me encarar. Tem sido assim ultimamente; trocas de olhares e algumas olhadas no perfil dele. Eu só queria tentar parar com isso, mas não dá, ele me tira do sério. Toda vez que eu vejo ele ou penso nele, meu corpo parece que vai derreter ou sei lá. A sensação é tão boa, eu me sinto rejuvenecida. Mas, ao mesmo tempo, eu sei que eu vou acabar no fundo do poço, quebrada, no ponto de ninguém conseguir reparar os danos.

Ele é o meu maior problema. E eu não sei o que fazer com o que ele causa em mim. Céus, alguém me ajude a sair dessa ou ao menos tentar sair.
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2019.06.23 18:27 rubnesio Top 10 melhores(PIORES) cenas MARCANTES do livro As Crônicas de Arian Vol.1, com CLÍMAX, SEM CENSURA e versão SURTADA, sem nenhum revisor

A review COMPLETA foi postada aqui: Link
Depois de muitos incentivos de amigos e do pessoal do Twitter, li finalmente a obra do Youtuber Marco Abreu, publicada ano passado, 2018, em versão digital. Admito não ter ido com expectativas positivas do que esperar. O autor já demonstra limitações textuais no seu blog pessoal, quanto a posts mal escritos e um vocabulário muito limitado, cheio de vícios de linguagens e erros ortográficos. Mesmo tendo essa noção, fui surpreendido (negativamente) por um produto literário de conteúdo horrível, preguiçoso e de péssima qualidade.
Primeiro, um “pequeno” resumo do livro:
Resumo da história
Sinopse: “Um garoto acordou sem suas memórias perto de uma estrada do Sul. Com ele, apenas uma espada em condições ruins, mas com propriedades anormais. Ajudado por uma família, e depois por membros de uma guild, ele logo constatou que todos que ficavam perto dele acabam sofrendo, e se isolou.
Felizmente, ele nunca estava sozinho, uma fantasma, estava sempre a seu lado. Nos seus momentos mais felizes, e nos mais tristes, ela sempre estava lá para apoiá-lo. E com ela, ele seguiu, em busca de um sentido para sua vida, e respostas para os mistérios que o cercavam.
Um dia, finalmente conseguiu uma forma de obter respostas sobre si mesmo, ao entrar em uma missão, que, teoricamente, era para ser simples. Mas a missão não era o que aparentava. O que começou como uma escolta, virou algo sem precedentes na história do seu mundo.”
Se você leu a sinopse acima, a impressão que fica é: o livro vai contar a história do Arian nessa missão, em busca do seu passado perdido, enfrentando perigos ao longo do caminho, correto? E se eu disser que a história PRINCIPAL só começa depois do capítulo 20, onde ½ do livro são arcos periféricos que não agregam em nada a narrativa? Pois então...Vou tentar ser muito sucinto nessa parte, até para não alongar muito o texto, que já está grande para um caralho.
Começamos o livro com um arco de apresentação. Até aí tudo bem, porque é o que se espera do começo de um livro. Introduzir os seus personagens antes da grande aventura que irão enfrentar. E a sinopse dá entender que iria começar o capítulo introdutório com o passado do protagonista após acordar na beira da estrada. Então...não é bem assim que acontece de fato.
O primeiro arco começa em um bar, a partir da visão do segurança(???) do local, com seus pensamentos descritos pelo narrador do livro (a escrita é em terceira pessoa). Você já começa a torcer o nariz com aquele mundo, graças a inserção de vários conceitos avulsos e perdidos que não condiz muito com a realidade relatada. Aquele universo lembra muito o período medieval/feudos da nossa história antiga/idade média. Porém, o que nos foi apresentado é um mundo em que temos:
· Um sistema militar hierárquico e organizado, onde temos patente e divisão de funções bem definidas.
· A função/emprego de segurança em locais privados como bares(não são militares e sim pessoas normais sem treinamento específico).
· Sistema econômico complexo (conceitos avançados) , com noções de valores e mercado financeiro (só faltou citar a inflação no livro).
Entre diversas coisas, que geram certa estranheza e uma bagunça dentro das próprias regras estipuladas nas descrições. Vamos relevar por enquanto essa confusão de ideias prosseguir com o livro.
Voltando ao resumo, esse primeiro arco é basicamente uma forma de apresentar a GRANDE FORÇA “OCULTA” que o Arian tem no quesito podeforça. E qual a situação que o autor escolhe para demonstrar isso? Uma cena de ESTUPRO 🤦‍♂️(já vou abordar esse assunto mais para frente). Tudo se passa com uma MEIA-ELFA (enfatizo a palavra, porque é a motivação principal do Arian são essas mestiças inter-raciais), junto com o segurança (namorado dela), em que ambos são atacados por militares MALDOSOS e SÁDICOS (adjetivos usados a exaustão para todos os vilões desse primeiro livro). São salvos pelo protagonista aparecendo no momento previsível e oportuno. Depois do resgate, o Arian parte para outra jornada. Acabou o primeiro e nisso, já foram seis capítulos do livro. Enfim, um arco ruim e tosco que só serviu para apresentar três personagens que são de fato úteis: o Arian, o Cavaleiro Negro que o auxilia no resgate e na batalha (falo mais sobre ele depois), e da (nome da fantasma que está na sinopse e esquecida pelo autor por quase todo livro).
Em seguida, temos um segundo arco cheio de clichês até no talo. Um TORNEIO DE COMBATE está acontecendo, com a óbvia participação do Arian, é claro. Para quem vivia reclamando de histórias shounen, são mais dos mesmos, criança como protagonista, e sei lá mais o quê, o próprio Marco utilizar a mesma estrutura de uma competição/torneio como arco seguinte da introdução, semelhante a Dragon Ball, Naruto, Black Clover, entre outros mangás famosos de porrada, é no mínimo esquisito, bizarro, para não dizer contraditório. E somos apresentados a mais três personagens no final do campeonato: Marko, Kadia (ela consegue ler as mentes das pessoas a sua volta) e Dorian que farão parte da party dele.
Já se foi quase 20 capítulos até aqui de 44 presentes no livro vol. 1. Estou perto da metade do livro e quase nada da sinopse foi citada ou trabalhada no enredo? Sim. Exatamente esse sentimento que fiquei conforme lia o livro. É uma enrolação que não chega a lugar nenhum, falando em termos de história que está sendo contada. Foi uma introdução GIGANTESCA e INFLADA para aparentar que o livro é rico em detalhes ou informações (que não é verdade), elevando o número de páginas sem uma boa justificativa para tamanha demora em entrar na trama principal. Parece um trabalho acadêmico e escrito por um universitário preguiçoso, que tinha um número de páginas mínimas para fazer, só que ele não estudou suficiente para isso, e enrolou preenchendo com dados inúteis para alcançar os requisitos exigidos para a entrega e avaliação.
Mas agora parecia que ia entrar na trama da MISSÃO IMPORTANTE dita na sinopse. Mais personagens foram introduzidos e dava a impressão que agora ia para o rumo central, do que supostamente o livro devia contar. Só que não é isso que acontece. A Kadia, personagem que citei anteriormente, decide ler a mente do Arian e temos MAIS TRÊS CAPÍTULOS SOBRE O PASSADO DO PROTAGONISTA. Tipo, já se passaram mais de vinte capítulos e não começou a missão principal ainda??? Sim. É isso mesmo. Mais uma fuga do tema para contar mais alguma história paralela sem função para o enredo principal. (Se fosse no Enem, era zero certeza)
Resulta que temos um terceiro arco sobre o passado do Arian, após ele acordar na beira estrada com a . Prefiro não detalhar esse trecho, porque dos supostos três capítulos que servem para desenvolver o Arian e o que aconteceu com ele, dois desses capítulos são dedicados exclusivamente a descrever cenas de ESTUPRO com muito “entusiasmo”. Nada do que é esperado de um arco que apresenta o background do personagem principal, foi feito aqui. Foram capítulos inúteis que só tinham o propósito de CHOCAR. Até existe uma tentativa elaborar um conflito interno do Arian, só que é jogado fora completamente, porque no presente(em relação ao livro), ele não sofre mais com essa indecisão mostrada nesse trecho. Mais tempo perdido de leitura.
E finalmente, depois de três histórias pouco produtivas, chegamos no quarto arco que é a missão de escoltar a Lara e um objeto poderoso. Já passou metade do livro, e a jornada só começou ali. Tranquilo. Parece que vai engrenar. E vou lendo, e lendo, e mais lendo e nada de interessante acontece. Não é exagero. São vários capítulos deles cavalgando e dialogando entre si, enfrentando uns bandidos fracos, conversando mais um pouco, portais bidimensionais abrem e sugando tudo ao redor(???), personagens se salvam do perigo, conversam mais ainda do que antes...São 8 capítulos dessa forma, onde não temos coisas acontecendo ou eventos que movimentam a trama. É só eles indo por uma estrada até seu destino.
Talvez, até o autor deve ter percebido isso, que o livro estava ficando chato, coisa e tal. Então, ele decidiu deixar as coisas mais EMPOLGANTES. E qual foi a tática que ele usou para movimentar a trama? Colocar mais ESTUPROS. Né...Insinuar estupros com crianças de 6 anos de idade não choca mais como antigamente(sendo irônico aqui).
Temos mais lutas para defender as MEIAS-ELFAS do destino cruel que é a escravidão e os abusos sexuais, mais poder “oculto” do protagonista, mais Cavaleiro Negro (ele surge do nada em diversos momentos do livro) na jogada e termina a batalha sem grandes consequências para ninguém.
Não satisfeito, o autor foge novamente da trama principal e insere uma side-quest, em que o Arian e a Lara vão fazer, com o objetivo de matar os mortos vivos que estão na floresta daquela região próxima. A missão que é mencionada como a PARTE A MAIS IMPORTANTE do enredo que modificaria o mundo, e que iria mudar o Arian para SEMPRE, foi novamente jogada para escanteio e o foco se voltou para uma parada nada a ver.
Nem sei se classifico como quinto arco, ou capítulos de fillers essa missão secundária, porque nada o que ocorre nesses capítulos, tem grande relevância ou repercussão nos personagens ou movimenta trama, dita como a central. É mais um jeito de enrolar e esticar uma história que podia ser contada em poucas páginas. Para acelerar o processo de resumir o livro, o arco é uma missão que começa fácil, complica a situação, aparece Goblins, rola MAIS ESTUPROS (Goblin Slayer manda um abraço), eles lutam com milhares de Goblins, são salvos por uma deusa que não apareceu em nenhum momento anteriormente no livro (Deus Ex Machina fudido), e voltam para o grupo principal para completar a missão. É isso tudo que acontece nessa missão. Temos mais algumas informações (inúteis) sobre o passado do Arian e só.
Percebi que está terminando o livro. Faltam menos de cinco capítulos e pensei: Assim que vai terminar? Vou complementar o meu apanhado dizendo que, desde do capítulo 37 até o 43, só são lutas durante toda a narrativa. Porque mesmo voltando para o grupo principal, a cidade em que estavam todos da party do Arian, sofria uma invasão liderada pelo Cavaleiro Negro. Sim! Aquele mesmo Cavaleiro que salvou o Arian em vários momentos do livro anteriormente. E descobrimos que esse Cavaleiro Negro era o melhor amigo do protagonista na época em que ele estava na Guilda da cidade que se hospedaram.
O que era para ser uma reviravolta de roteiro ou um plot-twist, acaba se tornando uma situação vazia, já que esse suposto amigo do Arian, aparece em duas páginas no máximo do livro e não é estabelecido esse suposto vinculo de confiança entre os dois. Só mais uma situação jogada ali para nada. E novamente, seguindo o padrão de resumo do livro: lutas acontecem, vários personagens aparecem, mais lutas, mais pessoas surgem do nada, mais lutas com descrições confusas, mais gente que aparecem do nada, lobisomens que podem se transformar em URSOS(???), gente voando para trás, se dissipando, humanos normais, (vocês vão entender o que foi isso mais adiante no texto), mais lutas, mitologia grega e nórdica, dragões bidimensionais, portais pandimensionais, deuses aparecendo do nada, mais lutas, pessoas (a party do protagonista) sendo salvas no último minuto por personagens aleatórios, mais Deus Ex Machina ali, mais lutas, mais um pouco de Deus Ex Machina que não foi o bastante...enfim. Foi uma mistureba de eventos, que aquele mundo caracterizado no inicio do livro, nem se parece mais com o que foi descrito no final. Tudo é inserido ali a moda caralho, sem trabalho de construir algo coeso e que seja factível para existência desses elementos naquele universo.
Logo após essa lambança, o último capítulo (44) é dedicado exclusivamente a explicações (que já deviam ter sido feitas nos capítulos anteriores) e informações que eram necessárias (ou não) para dar base a estrutura daquele mundo no livro. Mas imaginem por um segundo, vocês lendo uma monografia cientifica, em que o texto daquele documento, foi feito por completo no dia anterior às pressas pelo autor. Pois é. Nas crônicas do Arian, coisas são simplesmente ditas no final e que devemos aceitar porque o autor está dizendo. Foda-se que não faz sentido, ou que não foi estipulado anteriormente, ocasionando a impressão de “termina de qualquer jeito, porque não é um capítulo de luta”. Foda-se tudo que é importante para construir uma boa história.
E temos finalmente o epílogo, em que o Marco tenta fazer um “joguinho com leitor”, escrevendo sete mini histórias que ocorrem antes dos acontecimentos do livro, sem a menção dos nomes dos personagens principais durante a escrita, para que o LEITOR TENTE adivinhar “A QUEM PERTENCE AQUELE PASSADO”. O resultado é algo idiota porque, você utilizando um pouco lógica e a técnica de exclusão de opções, você já sabe quem é quem nesse epílogo medíocre. É uma tentativa fracassada de tentar terminar o livro de uma forma diferente do comum. Se não consegue nem fazer o básico, não inventa.
Comentários Gerais:Erros de português
Já esperava uma qualidade questionável quanto a escrita do livro, principalmente voltado a parte gramatical e semântico de forma geral, porém fiquei surpreso o que li(Sou horrível em português e ainda sim fiquei chocado). Primeira coisa a ser apontada foi a presença de 3 REVISORES para a publicação. Tem editoras grandes que nem conseguem duas pessoas para revisar os textos publicados em seus livros/mangás/revistas...imagina 3 pessoas para revisar algo. E quanto mais gente melhor, não é mesmo? Errado. Mesmo tendo distintas pessoas revisando a redação literária, incluindo o próprio autor que afirma ter revisado diversas vezes seu próprio texto, o livro ainda apresenta erros ortográficos gritantes. E não são poucos. São MUITOS. Chegando ao absurdo de ter mais de três erros grotescos na mesma frase. Contei 934 erros em 384 páginas, incluindo a parte dos agradecimentos, que também continha deslizes gramaticais. (Cheguei a contar até certo ponto certinho, mas me perdi na contagem, deixando passar outros erros sem adicionar no montante. Aposto que passa de mais de mil erros, sem exageros).
A variedade dos erros vai de frases começarem no plural, mudarem para o singular e voltarem para o plural (vice-versa) incorretamente, conjugação dos verbos nos tempos errados, ausência de acentos nas palavras, o uso excessivo das vírgulas em diversos momentos e da falta delas em outros (passa a noção que o Marco não sabe utilizar as vírgulas):
“...governava aquela área, e habitava, normalmente, um castelo, na maior cidade...”
É um exemplo de vários trechos semelhantes que o livro apresenta.
No entanto, esses não foram os destaques do conjunto de ERROS. Teve uma coisa que chamou mais a minha atenção: as repetições de palavras dentro de um pequeno trecho. Fica a dica para qualquer um, aspirante a escritor, que a diversidade do vocabulário é muito importante em um livro, para deixar a leitura mais natural e “fluída” para o leitor que irá consumir sua produção, tenha a experiência mais agradável possível enquanto ler seu produto. É tão bom ler linhas de um texto em que a narrativa é envolvente não só pela história sendo contada, como as palavras que estão sendo utilizadas para transcrever os cenários imaginados. É muito prazeroso.
Contudo, no livro do Marco, as restrições dos conhecimentos do autor em termos ou sinônimos de várias palavras, deixa a leitura truncada, cansativa e nada convidativa a continuar lendo, porque o leitor fica exausto por ter que parar a leitura e reler diversos trechos do livro, na tentativa de entender o que está acontecendo ali. Nas descrições das lutas, é um show de horrores. Como um autor tem a coragem de escrever uma luta dessa forma:
“Desvia, bloqueia, desvia, bloqueia, desvia, desvia...”.
É um cheat isso??? É um Fatality do Scorpion do Mortal Kombat??? Sei lá o que seja isso. DESCREVA A LUTA CARAMBA!
Ele adora muito a utilização de vários vocábulos. Gosta tanto, que utiliza diversas vezes a mesma palavra, e na mesma frase inclusive: “...fazendo com seu CORPO seja jogado para trás, abrindo diversas feridas em seu CORPO....eram muitos CORPOS caídos ali”. E nem é só a palavra “corpo” que ele repete direto. ”Mudando de assunto”, “Falando nisso”, “sendo jogado para trás”, “dissipou”, “capuz”, “bracelete”, “sádico”, “humanos normais”, “arremessado”, “vários metros para trás”, “força do golpe”, “chances de isso acontecer”(é quase o vídeo dele de chances de nova temporada de um anime qualquer)...tenho uma lista enorme de palavras que se repetem múltiplas vezes em diferentes trechos do livro. Destaque para os “humanos normais”, que parece ser a única métrica comparativa que o autor conhece para estipular um comparativo entre os níveis de poder dos personagens. “Ele é tão forte, que sua força é equivalente à de 5 humanos normais”, “Ela quebrou o escudo do seu adversário, que aguentaria a força de mais de 10 humanos normais.”, ”...aquele guerreiro aparentava ter a força de 8 humanos normais.”, seja lá o que for a força de um HUMANO NORMAL naquele mundo. Além de ser um comparativo vazio, já que a dimensão de forças é baseada em humanos (sendo que eles são humanos do nosso mundo, ou são humanos com outros fatores mágicos? não diz ou fica claro) que não foi detalhada ou descrita no livro, fazendo com que o leitor tenha que completar diversas lacunas deixadas pelo autor, em ambientar de forma mais clara, o que CARALHOS acontece ali. Falando em lacunas...
Personagens
Sou grande fã de desenvolvimento de personagens. Aprecio tanto, que diversas obras audiovisuais que curto, tem esse apelo ou essa característica marcante durante sua exposição dos eventos. E ler esse livro, onde TODOS OS PERSONAGENS SÃO UNIDIMENSIONAIS, me dá uma preguiça inacreditável.
– O protagonista está numa peregrinação em busca de salvar meias-elfas, levando-as para cidade prometida. E tem o passado do protagonista. – Alguém fã dele vai dizer.
Sim, temos o objetivo moral dele de resgatar as meias-elfas e do Arian que está buscando recuperar suas memórias perdidas. Mas e quando ele tem acesso a esses fragmentos importantes sobre sua história, o que acontece? NADA. O personagem não cresce ou se desenvolve de nenhuma forma ao saber dessa informação. Nem impacto ao redor é sentido quando coisas acontecem ou são reveladas. Todos os personagens são apresentados de um jeito e terminam o livro da mesma forma. Não temos arcos de construção, nem mudanças no status quo de alguém. Não temos nenhuma mensagem querendo ser passada durante a leitura, nem construção decente de interesses românticos aqui (coisa supervalorizada pelo autor).
Sabem os animes haréns, em que o protagonista sem graça, consegue atrair diversas gurias (as mais atraentes da região) para serem possíveis namoradas dele no decorrer da temporada? Então...acontece a mesma coisa nesse livro. Personagem apelão, não bonito, misterioso, CAPAZ DE ESPANCAR UMA MULHER QUEBRANDO SUA PERNA E BRAÇO (aconteceu no torneio), tem o seu CHARME para as personagens femininas dessa obra. Parece simplista? Com certeza é. Esqueça das camadas de personalidades que os humanos têm. Quanto mais clichê e simples for o personagem, melhor. Não interessa que o Arian gosta de meias-elfas (loiras, olhos azuis, corpo chamativo), nem dessa busca do próprio passado, ou do trauma que a Kardia tem com a morte da figura paterna dela. Nada ameniza a péssima construção de personagens, principalmente das femininas.
E falando nas personagens femininas do livro...
A banalização do estupro (e da violência geral com as mulheres do livro)
Já comento que não sou purista ou coisa parecida. Não me importo que tenha cenas de estupros ou de violências extremas com personagens femininas nos animes, filmes, novelas, seriados, ou outras formas de entretenimento. Sou critico quando essa situação é usada para BOSTA NENHUMA (SÓ PARA CAUSAR). Antes de começar a descer a lenha NESTA PORRA DESSE LIVRO (eu estava calmo, mas aqui não dá...), vou devolver qualquer replica ou contra-argumentos que possa vir sobre a minha opinião com apenas três perguntas. Essas três perguntas, é um teste básico (famoso) para ver se alguma obra utiliza a ferramenta do ESTUPRO de forma NÃO SEXUAL ou BANALIZADA:
  1. O estupro ocorre do ponto de vista da vítima?
  2. Essa cena de estupro, ela possui proposito de desenvolvimento da personagem em vez da trama ou narrativa?
  3. O abalo emocional da vítima é desenvolvido depois?
Se por acaso, durante a execução desse teste, houve UM NÃO como resposta para qualquer uma das três perguntas, podem ter certeza que a cena em questão, foi escrita só para CHOCAR de FORMA GRATUITA o espectador ou o LEITOR. Então, posso dizer que o livro do Marco Abreu, é uma síntese da MISOGINIA redigida em formato literário. É um NÃO para as três perguntas acima com facilidade, analisando o livro como todo e a representação dessas cenas que são mostradas.
Conforme eu ia lendo, não me chocava com o fato acontecendo em si, e sim da forma que foi descrita toda a violência. Primeiro de tudo, todas as 6 cenas de estupros do livro (sim, em apenas um VOLUME, temos tudo isso da utilização de artificio), ocorrem a partir da visão do Arian, personagem masculino. Já começa totalmente errado. Segundo, os estupros só tem a finalidade de servir como fator motivacional do protagonista para agir contra os agressores. As vitimas são deixadas de lado, para exaltação do feito heroico do nosso protagonista, HOMEM, em salvá-las do perigo. Terceiro, depois que são violentadas, as personagens NÃO APARECEM MAIS NO LIVRO. ELAS SOMEM. NÃO HÁ DESENVOLVIMENTO PARA ELAS E NEM CITAÇÕES POSTERIORES EM OUTROS CAPÍTULOS. Fica na mensagem: “Mais uma donzela é salva. Vamos para a próxima em perigo.”. É muito ruim isso. Quarto ponto, o EXAGERO NAS DESCRIÇÕES quando é uma mulher na cena, em comparação a um homem sendo agredido da mesma forma. Dou até um exemplo. No flashback do Arian, rola estupro da mãe e da filha de uma família que o acolheu quando ele perdeu as memorias. Mas o que aconteceu com o PAI da família? É simples. O vilão desse flashback tem “senso de justiça” e antes de começar a torturar as duas, ele vira para o pai e diz: “Você é muito bonzinho para ver o que vai acontecer daqui para frente”. Facada no coração dele e morre o HOMEM da família. Em um parágrafo, o pai é morto e o vilão, por ALGUM MOTIVO, executou o pai em vez de TORTURA-LO, terminando por aí a violência contra ele. Mas para AS OUTRA DUAS NÃO FOI ASSIM. É nojento, porque foram páginas e páginas de violência contra as duas, com as maiores descrições possíveis (da melhor maneira que o Marco consegue descrever algo), desde de dentes quebrados no soco, facada na perna junto com assinatura do agressor na barriga da vítima com uma espada, fratura no braço, estrangulamento, estupro, morte... É um capitulo inteiro dedicado a isso. Serve para alguma coisa??? PARA NADA. Só serve para chocar ou punheta do leitor (talvez do autor também, não descarto a possibilidade).
E quem dera se fosse só nessas cenas polêmicas. Até nas lutas, o lado “SADISTA” do autor aflora quando tem mulher na parada. “Ele toma uma espadada nas costas e cai morto no chão”, para o caso masculino. Simples e rápido. Agora para o outro gênero: “A espada perfura sua armadura atingindo seus peitos, com o agressor torcendo a bainha, fazendo com que a espada destrua seus órgãos internos, jorrando sangue e agonizando em dor. Ela tenta proteger seu amado enquanto é agredida em seu rosto por socos.” no caso feminino. Detalhado e exagerado. Tenho minhas dúvidas se ele não faz isso de proposito por causa de um rancor amoroso que ele teve no passado.
Também tem a forma que é introduzida todas as personagens femininas no livro. É de ficar batendo cabeça na parede de arrependimentos por ainda continuar lendo isso. “Kadia, com cabelos longos (tara do autor) e pretos, corpo escultural...”, “Lara, loira, olhos azuis, um corpo que chama a atenção dos demais homens enquanto passa.”, “Joanne, mesmo dentro de sua armadura(???), dava para ver sua beleza incomparável a de outras mulheres normais, com um corpo que exalta beleza.”. Já deu para sacar que o primeiro atributo descrito das personagens femininas nesse livro é seu corpo ou beleza. Supostamente, de acordo com o autor, temos personagens femininas fortes no livro. Só que o “forte” para o Marco é no quesito físico, porque NENHUMA DELAS tem características marcantes ou independentes a figura masculina. Nem no teste de Bechdel, as personagens passam. É idiota e superficial. Fica parecendo que estou lendo uma fanfic escrita por um adolescente de 12 anos que nunca interagiu com alguém do sexo oposto.
E puxando o assunto interações...
Diálogos
Aqui fiz um seção especifica para o desastre total que o autor faz pensando que isso seja um dialogo normal entre duas pessoas. Tem muitas conversas nessa história, até demais por sinal. Vai desde de diálogos expositivos onde os dois personagens sabem da informação ou o que está acontecendo, e mesmo assim verbalizam a situação explicando novamente o que houve, para até diálogos dignos de animes ecchi genéricos lançados por aí no Japão. Chega ao absurdo de ficarem três páginas inteiras discutindo sobre qual a raça de cavalo é mais rápida. PARA que quero saber isso?
No entanto, a parada que mais me irritou é a falta de naturalidade na fala de cada personagem. Explico o que eu quero dizer. Quando temos o conhecimento de como os personagens são, como adjetivos, vícios, problemas, comportamento, e outras partes que compõem a persona deles, adquirimos a noção de como o personagem irá falar. Se for tímido, ele vai falar pouco e ocasionalmente na história. Talvez até pausadamente, pensando duas vezes antes de se pronunciar. Se for extrovertido, vão ser linhas e linhas de falas dele, com uma desenvoltura mais solta ao se expressar e verborrágico ao extremo. São exemplos simples e fáceis de entender.
No livro do Marco não se tem isso. Todo mundo fala igual e da mesma maneira. Não há distinção entre um e outro. Se a narração não identificar quem está falando o que, você fica perdido durante a discussão. Apesar da ficha de descrição de cada um dos personagens ser uma linha única, na teoria são todos distintos entre um e outro. Entretanto, quando vão conversar, todos aparentam serem as pessoas mais racionais e calculistas do universo. Pensam demais, teorizam demais, explicam demais:
“Você é muito impaciente Lara. Não se precipite ao atacar”.
Duas linhas depois:
“Devemos atacar a caverna pelo lado direito, discretamente, e aguardar, até os Goblins saírem de perto das prisioneiras, derrubando um por um, assegurando a situação das mulheres – disse LARA”.
A mesma personagem que na teoria é a IMPACIENTE do grupo, arma um plano, calcula probabilidade, é fria/apática ao que está vendo, e tem toda a calma do mundo para explicar um plano para outros personagens sem partir para ignorância de uma vez. As personalidades de todos são iguais, sem distinção alguma. É algo nítido, visto o linguajar extremamente informal e racional que todos assumem na maior parte do tempo.
Em suma, se você já viu vídeos do Marco, vai perceber maneirismos, vícios de expressões e vestígios da personalidade dele nas falas dos personagens do livro. É praticamente o leitor acompanhando um grupo de personagens iguais ao Marco da vida, conversando entre um e outro, sendo os mais prolixos ao falarem, realizando uma missão de escolta para uma cidade qualquer.
Referencias (ou plágios???)
Referencias não é algo ruim. De maneira nenhuma. Muitas excelentes obras, partem de sua ideia inicial de outras histórias já contadas anteriormente. Ter algo para inspirar na sua criação, é bom para sua produção e desenvolvimento.
Não posso dizer que o livro do Arian fez isso de forma “saudável”. Apesar de apresentar algum diferencial em sua estrutura, têm muitos elementos copiados de outros animes ou filmes bem descarados. Desde do passado do Arian, ser extremamente parecido com a do Goblin Slayer, à personagens serem muitos parecidos com obras favoritas do autor, como Akame Ga kill, SAO, Tate no Yuusha,...Tudo é muito familiar, chegando ao ponto de deixar todos os eventos do livro previsíveis. Cheguei a tuitar enquanto lia o livro, chutando o que iria acontecer mais para frente e quase todas as vezes eu acertava o que ocorria, porque tudo era manjado. No momento em que você já assistiu a maioria dos animes citados acima, tudo parece mais do mesmo. A história contada aqui, não tem identidade própria.

Fiz uma seção especial para a personagem, para fazer uma simples pergunta. QUEM É ?
-Ué, mas você não leu o livro?
Li, e é por isso que surgiu a minha dúvida. Ela SUPOSTAMENTE é importante para o protagonista e RELEVANTE para o enredo do livro, conforme citada na sinopse. Então, por que ela não faz NADA durante o livro? Ela serviu para alguma coisa, além de ser um “alivio cômico” em momentos pontuais? Não é atoa que ela é um fantasma, já que ela é invisível até mesmo para o autor que esquece de mencionar ou narrar o que ela está fazendo. Ela só é lembrada quando o Arian está abraçando alguma mulher, e ela faz cara de emburrada (piada de comédia romântica) ou quando o PROTA está ferido gravemente, e ela tem o semblante de preocupação. Só nessas ocasiões que lembram que ela existe e que precisa interagir com a situação. Fica ainda mais crítico depois que começa a batalha dos Goblins. Um quarto do livro ela some, mesmo tendo sido dito que a fica grudada com o Arian 24 horas por dia. Nem citada o que está acontecendo ao redor dela ocorre durante as descrições das lutas. Ela é totalmente descartável nesse primeiro volume. Ela estar ali ou não, faz diferença nenhuma para o enredo. E que nome é esse? É uma tag HTML?
Mais alguns detalhes incomodativos
Vou fazer uma lista para agilizar, até porque já passou de 4 mil palavras e estou tentando colocar tudo nesse texto, o que eu não curti durante a minha experiencia de leitura das Crônicas de Arian.
· A tara do protagonista com Meias-Elfas (alvos primários dos estupros no livro). A justificativa é porque elas não são puras no quesito racial e vivem na margem da sociedade. Porém, só acontece a desgraça com elas. Os MEIOS-ELFOS nem citados são, os coitados.
· Duas páginas escritas para inserir a informação de que bosta de cavalo serve para espantar os Goblins do local, e isso não ser utilizado para nada até final do volume. Foi só encheção de linguiça.
· A alternância de visões dos personagens no foco narrativo entre os capítulos. Não fazia diferença se o capítulo era na visão do Arian ou da Kardia, ou do Dorian, ou da Lara. Tudo levava para o mesmo resultado, sem ter nenhum tipo de aprofundamento enquanto fazia esse tipo abordagem.
· A utilização de palavras pouco usuais da língua portuguesa. Ele ia de uma escrita informal, para formal, depois para cientifica, e seguida voltava para informal. E vários momentos que ele empregava termos mais complexos, de maneira totalmente errada. Se não se garante nem no básico, não arrisca no difícil.
· “Chances baixas de ganharmos.”, “Ele tem chances baixas de vencer”, “As chance são baixas de sobreviver”...era um saco isso a toda hora. Parecia que estava vendo um vídeo do Marco de “Chances de nova temporada para anime tal”.
· As frases filosóficas baratas: “Não tenha medo de errar, repita até ficar melhor, e saiba admitir a derrota.”, “A morte não te ensina nada. Mas se permanecer vivo, pode aprender com seus erros e saber como ganhar da próxima vez”, “Confie em mim, entendo de mulheres, se não se impor um pouco, ela nunca vai te ver como homem. Agora vai lá e joga umas verdades na cara dela, e não aceita um não como resposta”. E são muitas frases. Todas idiotas e nada fica de aprendizagem delas.
· As regras econômicas daquele mundo. Você ganha 100 moedas de bronze por dia trabalhado. Com 10 moedas de bronze não é possível nem comprar um pão, porém com cinquenta moedas, dá para comer bem durante o dia todo(???). Não foi afirmação minha, está descrito no livro. Além de nenhuma noção de economia, o real valor das moedas é um foda-se gigante. Se não tem condições de elaborar um sistema monetário decente, não menciona.
· As insinuações sexuais com crianças. Há cinco momentos no livro que isso acontece e é complicado. De novo, quando aparece isso, você fica refletindo o motivo de continuar lendo o livro.
· O esquema de “pagamentos”. É igual Darker Than Black (quando ativa o poder, tem que fazer algo em troca), só que aqui é pior. A Kadia tem o pagamento de se masturbar(???). O Marko, personagem, tem que transar para fazer o pagamento. A Lara vira uma LOLI (linda, de acordo com livro) como pagamento. Só coisas escrotas e sem função narrativa. Eles não podiam só ficar exaustos quando utilizassem muita mana? Tinha que ter essa mecânica de pagamento?
· O código de barra da missão. Maluco chega numa vila ISOLADA, longe da cidade e me mete essa: “Viemos pela missão 568844EW” WHAT??? QUE BAGULHO É ESSE? É uma chave única de acesso a algum banco de dados? É senha de segurança de cartão de crédito? É a senha automática gerada no caixa eletrônico quando você vai sacar dinheiro? Que negócio ATUAL. Eles estão em um mundo MEDIEVAL, onde não tem comunicação ou troca de informações em tempo real, porém cada missão criada no planeta inteiro, vai ter uma ID única, referente ao local que foi estipulada, e vai valer para todas as cidades, ao mesmo tempo? Como eles validam isso? Que controle eles têm, sendo que não tem um servidor para fazer essa operação? QUE PORRA FOI ESSA?
· Há duas menções, bem rápidas, ao homossexualismo no livro inteiro. A primeira foi durante o primeiro estupro, onde o chefe/vilão do momento se vira e fala para seu capanga: “Você não gosta de homem? Vai se divertir com o segurança desmaiado”. Momento seguinte, o Arian chega e mata todo mundo. Segunda menção foi uma piada que soltaram no quarto arco: “Se fosse um menino de seis anos, aí deveríamos ficar preocupados”. O dialogo se refere a um amigo do Arian, gay, que recebeu a missão de escoltar uma garota de seis anos para a cidade prometida. Basicamente, a imagem de pedófilo/estuprador pode ser associada aos gays por tabela, junto com a mensagem de preconceito sendo passada. NADA machista e preconceituoso. IMAGINA. Só é IMPRESSÃO.
Conclusão
Já dá para notar que não vou recomendar o livro a ninguém. Principalmente, partindo do principio que ele está sendo cobrado para ser adquirido legalmente. Tem no site também, mas a forma comercial está valendo para essa comparação que estou fazendo aqui.
Existem muitos problemas nesse livro, e vários desses poderiam ter sido facilmente resolvidos se tivesse alguém, ou algum editor que confrontasse o autor, demonstrando onde precisa ser melhorado, apontando onde é necessária uma reescrita, tentar novas abordagens na história, etc. Porque parece que o editor é um limitador, censurador, que restringe a criatividade do autor, sendo que na maioria das vezes, ele está tentando ajudar o escritor a organizar melhor suas ideias e sugerindo melhores formas de coloca-las no papel.
A ausência desse tipo de pessoa nessa publicação independente, é muito sentida. O livro é uma bagunça. A ideia central da história está perdida num montante de conceitos jogados ali de qualquer forma, personagens sem desenvolvimentos adequados, repetições de conflitos ou de problemas enfrentados pelo grupo principal (estupros), a falta de preparo e de revisão ortográfica que atrapalha demais a leitura, a falta de originalidade para que transformasse o livro em um diferencial entre os demais, e o principal problema que é a falta de noção dos próprios defeitos que o Marco tem como escritor. Os comentários dele no final do livro deixa nítido a situação. Ele admitir que escreve mal não é o bastante. Durante todo o volume 1, não percebi nenhuma melhora ou tentativa de mudanças. Parece que está falando só dá boca para fora, mas não está fazendo nada para corrigir esse defeito. Só treinar escrevendo, não ajuda em nada. Tem que estudar sobre o assunto, se aprofundar em conceitos de como construir uma boa história, ler outros tipos de livros, memorizar as regras da língua portuguesa (muito importante para ele) e não só ter a noção/consciência dos defeitos, e ainda assim continuar repetindo eles durante a escrita do livro.
Não recomendo ninguém a comprar ou ler o livro As crônicas de Arian volume 1. Nem por diversão vale o tempo.
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2019.01.01 21:30 emdeemah Introspeções em MDMA do fim de ano

Conhecendo bem o MDMA e a sua capacidade de mostrar escarrapachar na minha cara as coisas que eu escondo de mim mesmo, andava com medo de usar, talvez existissem coisas que eu não queira saber e por isso disse a mim mesmo que não ia usar drogas esta passagem de ano, apesar de ser tradição no meu grupo de amigos.

Depois de ter bebido muito álcool e ter fumado hash passaram-me a garrafa de água que não tinha só água e eu já sabia mas confirmou-se quando dei alguns goles e senti aquele sabor a podre que o MDMA deixa. Passado um pouco já conseguia sentir a música de forma diferente e só queria abraçar os meus amigos todos mas parece que a eles não bateu tão forte quanto a mim e como eles não estavam numa mood de abraços, fui sentar.

Sentei, começaram a vir pensamentos, especialmente sobre a minha ex amante com quem eu acabei por ela não ter acabado com o namorado. Nunca entendi o motivo dela não ter acabado com ele para ficar comigo, nós tínhamos amor e uma ligação forte entre nós, eu sabia que era de longe muito mais forte que a que ela tinha com ele mas mesmo assim ela decidiu não acabar. Eu tinha para mim que era por uma questão de dinheiro, ele tem bastante e eu vivo uma vida de mês a mês; mas o insight que tive revelou-me que não, ela não acabou com ele porque ele deu-lhe abrigo durante o divórcio dos pais dela e acabar com ele seria uma desfeita enorme depois do que ele e a família fizeram por ela - e por isso ela nunca teve coragem de acabar e preferiu encornar.

Depois também pensei noutra amiga por quem sempre tive uma crush. Nós nos conhecemos há mais de 3 anos, sempre nos entendemos bem e achamos atraente um ao outro mas nunca tivemos nada entre nós por várias razões. Na última vez que estivemos juntos andamos de mãos dadas na rua e tivemos uma conversa séria sobre o assunto, ela disse que ainda não fudeu comigo porque não quer estragar a nossa amizade. O MDMA revelou que nós vamos ter uma fling, vamos fuder algumas vezes mas não vai passar disso. A parte boa é que não vamos nos chatear.

O terceiro insight foi sobre outra amiga(?) com quem saio às vezes, conheci-a no meu trabalho anterior há uns 4 anos e agora moramos +- perto um do outro portanto temos saído algumas vezes. Ela é um pouco religiosa e tradicionalista, julga as amigas que tiveram "one night stands", acredita que tudo o que está na Bíblia é verdade e tem assim outras coisas com as quais eu não concordo. Tive um insight de que iríamos ter uma relação séria...

O quarto insight foi quanto ao meu salário, o MDMA mostrou que as pessoas da minha empresa estão a gostar do meu trabalho, respeitam-me e poderei ter facilmente um aumento de 50%, até cerca de 58% quando for a renegociação daqui a uns meses. Não está muito fora da verdade pois falei com um potencial chefe que está a par dos salários pagos e ele disse que uma pessoa na minha posição merecia receber isso.

Claro que isso são apenas introspeções de um estado drogado e tenho que filtrar muito bem antes de aceitar como verdade, até porque uma droga não tem capacidade de prever o futuro... mas não diria que está muito fora. As últimas introspeções que tive nesses estados estavam geralmente certas, tho. Mas se for verdade, melhor para mim. Especialmente a parte do salário!
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2017.09.01 14:41 agricultorb Colhendo opiniões pra um acontecimento inesperado (mulheres são bem vindas, pf)

Sabe quando a gente fantasia e imagina coisas sem nem ter a necessidade de dividir com outras pessoas?
Eu vinha conversando abertamente com minha namorada sobre como a gente interagia com outras pessoas, como eu não me ofendia quando a gente saia e por acaso surgia alguma menina interessada nela e o interesse era retribuído. Até então beijar umas estranhas em festas foi o máximo que a gente chegou a fazer, mas a história mudou(ou poderia ter mudado).
Eis que surge uma amiga minha do passado dizendo que conversava com o namorado dela sobre menage e troca de casais e se mostrou disposta a ser a 3 pessoa com a gente (enquanto o sr namorado dela fica chupando dedo). Se eu deixasse de lado todo o eufemismo que usei nessa situação acho que diria que a menina chegou dizendo 'quero dar pra tu, e tua namorada pode tá junto'. Minha cabeça explodiu, pq minha namorada por um momento abraçou a ideia pq achou essa 3ª atraente. Explosão 2.
Mas a coisa desandou, chegando de uma festa em que estavam todos os envolvidos, recebi uma mensagem dessa moça, ainda bêbada e sendo o mais direta possível. Perguntando inclusive se não tinha condições dela ficar só comigo, caso eu conseguisse 'abrir' meu relacionamento. Bastou isso para bater uma onda de insegurança na minha namorada. A ideia já passa longe de ser algo possível.
Vejo essa situação como um passo para trás, não queria gerar insegurança. E agora que penso no que poderia ter acontecido fico com a cabeça a mil, visto que até os 20 anos eu tinha tido problema em me sair bem com mulheres, aprendi do jeito difícil (talvez por ser mal diagramado), mas aprendi. Toda essa facilidade me chocou um pouco e me causou uma dúvida: devo voltar a falar disso com minha namorada, pois antes do fato a gente conseguia interagir bem com outras meninas ou esqueço isso e ignoro o ocorrido?
PS.: a situação deu uma ajudada na autoestima
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2017.06.15 00:27 joereis1983 Nada sobre nada na vida do Joe.

Bom, vai ser sobre nada interessante galera, mas vou escrever algumas bobeiras do meu dia, ja que estou com pouco tempo para acessar ultimamente.
Nobrissimos, novidades. Parece que o dia dos namorados deixou a mulherada em polvorosa no Tinder, conseguir alguns matchs, porem não sai com nenhuma ainda, só um bom bate-papo e talz, mas na sexta estou marcando com uma guria de caçapava e no sabado com uma daqui mesmo. Além disso, uma guria que eu levava um papo, la de Guarulhos, parece que ficou afim, to pesando a caminhada daqui até la para ver ela, e sinceramente, é ela que mais me atrai. Gatinha, meio gamer, joga lol (eu odeio esses jogos) e parece realmente que ela não é um gordo tetudo se passando por garota. Vou falar das 3.
1 - Daqui de sjc, trabalha de Babá em um bairro alto padrão, tem um filho de 6 anos, é bonita de rosto, parece um pouco fofinha, mas atraente. O problema é que ela faz o estilo talk show, só responde se eu perguntar, só fala se eu falar. Mas falei que poderiamos sair no sabado e ela disse que sim, mas fiquei de confirmar.
2 - Guria de Caçapava, cidadezinha ha uns 10 kms daqui. Guria de humanas, tattoos, meio desapegada, não é gata, mas tem um papo gostoso cara. Fechamos na sexta.
3 - A garota de Guarulhos. 27 anos, recém separada, pelo que percebi, mora em uma quebrada. Tem um garoto, é a mais bonita das 3, conversamos muito, sobre tudo. É minha preferencia, to preparando o Racionais no som do meu Escortão Azul Meia-noite para chegar chegando na quebrada e pegar essa princesa.
Além delas, tem uma guria de Pindamonhangaba que me colocou na parede, exigindo minha presença, não disse que iriamos em um barzinho antes, nada de filminho, nada de sentar na pracinha pra papear... ela disse simplesmente, vc passa aqui perto da minha casa, me pega e direto pro motel. Disse que possivelmente vou ouvir a voz dela apenas no "Oi", pq não vai falar mais nada até o fim da transa. Ela é gata tb, mas me assustei, eu assumo, fiquei com medo de ser fake, sei la, to me precavendo, mas talvez role. O problema vai ser a gasolina e grana, mas nubank me salva nessa.
Hj vou ao show do Vivendo do Ócio + Selvagens a procura de lei, vou sozinho denovo, apenas pelo som mesmo. Mas... nunca se sabe.
Vamos la malditos, opinem. Por favor, sem citar minha princesinha.
Abraços Redditor, saiam dessa porra e vão curtir essa merda de vida.
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2017.01.09 21:12 reditofage Ex-namorada

Fiz esse post primeiro no /relationships
Vou ser mais sucinto. Terminei um namoro a 4 meses, namorávamos a 1 ano e 5 meses. Ambos tínhamos 17 (eu) e 18 (ela) quando começamos a namorar. Perdemos a virgindade um com outro, ela foi minha primeira namorada e eu o primeiro namorado dela.
Ela é uma menina maravilhosa. Uma pessoa de coração bom e linda, uma menina perfeita (um dos unicos defeitos que me incomodava era o fato dela ser um pouco fútil, sempre se importando muito com a imagem nas redes sociais) Sempre me amou e me deu suporte pra tudo. Tambem amei muito ela.
Mas um dia, esse sentimento se acabou. Sair com ela começava a se tornar um fardo, e eu não gostava de passar todo o minuto ao lado dela (preferia estar em casa ou fazendo outra coisa). Isso foi um pouco depois de eu ter entrado na faculdade, tava sempre exausto o tempo todo.
Foi quando eu decidi que iria terminar pra poder focar mais em mim. Ela ficou arrasada, chorou muito e a principio não aceitou. Insistiu pra tentarmos alguma coisa. Eu decidi terminar mesmo assim.
Nas semanas seguintes, segundo relato de amigos, ela ficou extremamente arrasada e triste. Eu tinha decidido que ia focar mais em mim dali em diante.
Nos 3 proximos meses, usei meu tempo pra focar na universidade e em outros hobbies meus, pra sair com amigos e conhecer gente nova. Amadureci muito nesse período, mas pensava muito em como eu machuquei ela e isso me deixava meio triste, mas nada muito forte.
Foi então que eu vi uma foto dela em uma festa com as amigas. Ela sempre gostou muito de ir nessas festas (festa sertanejo, muito popular no interior da bahia. rola muita pegação) mas depois que começamos a namorar, ela parou ou só ia quando eu fosse. Eu nunca fui chegado nesse tipo de coisa mas as vezes eu ia só por ela.
Fiquei muito feliz por ver que ela estava superando e feliz. Fiquei muito feliz por ela, mas...
Fiquei com ciúmes. Fiquei imaginando a menina que eu amei durante um ano inteiro de minha vida ficando com outros caras e isso me deixou mal. Fiquei assim durante uns 2 dias, mas depois disso desencanei e voltei pra minha vida normal. Tudo seguia muito bem novamente.
...Até que ví outra foto dela, indo em outra festa, 1 mês depois. Foi a mesma coisa de antes. Imaginando ela beijando outros caras (outroS porque nessas festas geralmente você não fica só com 1 pessoa. Ainda mais ela que é mulher e muito atraente (bonita de rosto e de corpo). Muito cara chega nela facil) Dessa vez essa sensação ruim durou só 1 dia.
Cheguei a ver de novo outra foto dela saindo assim, mas dessa vez não me afetou. Só ví e passei. Pensei que esse ciúme tivesse passado, até essa sexta feira...
Dessa vez rolou uma festa dessa aqui na cidade, e eu moro do lado do local de festa. Ví uma foto de uma amiga dela de todas as amigas juntas, e comentarios dizendo que "fulana(minha namorada) é um perigo" das amigas e coisas desse tipo. Isso me abalou totalmente.
Foi a mesma coisa das ultimas vezes, só que muito mais intenso. Só conseguia pensar nisso a noite toda. Eu conseguia ouvir a festa de casa, então passei a noite toda ouvindo e pensando, torcendo pra acabar logo.
No dia seguinte, fiquei muito, muito mal. Não comi nada o dia todo . Só depois de conversar com uns amigos me senti melhor. Hoje eu voltei ao meu "normal" de sempre.
Mas uma coisa me aflige: Vai ser assim toda vez que eu ver uma foto dela numa festa? Uma hora esse tipo de sentimento vai parar? O tempo cura esse tipo de coisa?
Eu não sei bem se é ciumes ou algum tipo de inveja. Algum tipo de sentimento reprimido de "ela deu a volta por cima de mim", "ela ta curtindo enquanto eu to aqui parado", "ela ta ficando com outras pessoas enquanto eu to no meu quarto". Eu não gosto desse tipo de festas (gostava quando era mais novo) e não curto ficar com pessoas "do nada", conhecendo na festa, dançando, dando um beijo e tchau.
Nesse período, cheguei a ficar com outras pessoas, mas nada próximo do numero de que eu imagino que ela tenha ficado.
Eu não tenho nenhuma pretensão ou vontade de voltar o namoro com ela. Depois do termino eu evolui muito em algumas areas pessoais e amadureci bastante, e sinto que ainda estou progredindo de um modo que um relacionamento só me atrapalharia. Tambem não quero namorar com ela num futuro nem nada assim, nem mesmo ficar com ela. Eu segui em frente em relação a isso.
Pra falar a verdade, eu fico realmente feliz que ela ta seguindo em frente com a vida dela porque ela merece. Desejo que ela continue assim. Mas esse sentimento é foda e me deixa muito pra baixo. Eu só quero saber se uma hora vai passar.
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